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Criada carne vegetal com textura e suculência de carne animal

Redação do Diário da Saúde


Carne vegetal já tem textura e suculência de carne animal
Estes são os primeiros cortes da carne 100% vegetal: “A consistência e a textura estão perfeitas,” garantem os cientistas.[Imagem: Fraunhofer IVV]

Carne vegetal

Pode ser mais fácil fabricar “carne vegetal” do que “carne artificial”.

O Dr. Mark Post ganhou renome internacional graças à tenacidade com que se dedica à sintetização de carne em laboratório, o que permitiria produzir bifes de carne verdadeira sem sacrificar animais.

Mas um outro grupo, formado por cientistas da Alemanha, Áustria e da Holanda, acredita que os mesmos nutrientes podem ser fornecidos aos humanos usando unicamente plantas, criando verdadeiros bifes vegetais.

E eles não estão falando de nada parecido com um “hambúrguer vegetal” que se pode comprar hoje nos supermercados, mas um alimento com textura e sabor de carne, mas feito unicamente de vegetais.

Parece fazer muito sentido: cada boi consome cerca de oito quilogramas de vegetais para gerar um único quilograma de carne.

A ideia do projeto LikeMeat (parecido com carne, em tradução livre) é eliminar esse longo caminho pelo organismo dos animais e criar pedaços de carne diretamente dos vegetais.

Réplica vegetal da carne

Os carnívoros não precisam se preocupar, porque a ideia não é transformar toda a população em vegetarianos.

Os cientistas já sabem que há várias plantas adequadas para a produção de produtos substitutos da carne em termos nutricionais.

Eles estão trabalhando agora em fazer com que esses produtos se pareçam e tenham textura e sabor de carne.

“Nosso objetivo é desenvolver uma réplica vegetal para a carne que seja fibrosa e suculenta, mas que também tenha um sabor agradável. O produto deverá ter uma durabilidade de prateleira longa, não poderá ser mais caro do que a carne e deverá ser adequado para vegetarianos e para pessoas alérgicas,” resume o Dr. Florian Wild, coordenador da pesquisa.

Além dos cientistas acadêmicos, pesquisadores de 11 empresas fabricantes de produtos alimentícios já se juntaram ao projeto, com interesse em comercializar as carnes vegetais desenvolvidas.

Transformando vegetais em carne

Mas como você transforma plantas em carne?

“A tecnologia de processamento foi o maior desafio,” lembra Wild.

As técnicas tradicionais de misturar proteínas vegetais com um pouco de água e aquecer sob pressão não se mostrou útil, porque o material estufa, como as proteínas de soja vendidas hoje no comércio.

Eles tiveram então que desenvolver uma nova técnica: os principais ingredientes – que continuam sendo a água e as proteínas das plantas – são fervidos e esfriados lentamente.

Esse resfriamento lento faz com que as proteínas formem cadeias, gerando uma estrutura fibrosa que é muito parecida com a da carne.

O equipamento protótipo já está em funcionamento, produzindo entre 60 e 70 quilogramas de carne vegetal por hora – 300 a 500 quilos por dia.

“A consistência e a textura estão perfeitas,” comemora o cientista, ressaltando que ainda é preciso otimizar o sabor, para que ele fique mais parecido com o da carne.

Ingredientes da carne vegetal

Os principais ingredientes usados na carne vegetal são trigo, ervilha, tremoço e soja.

“Não estamos nos atendo intencionalmente a um tipo específico de planta porque muitas pessoas têm alergias a uma ou outra delas,” diz o pesquisador.

“No processo, nós já desenvolvemos uma grande variedade de receitas. Elas são a base de uma linha de produtos que oferecerá uma grande possibilidade de seleção para as pessoas que possam ter intolerância alimentar ou alergias,” completa.

A expectativa é ter um produto totalmente pronto dentro de um ano.

Fonte: Diário da Saúde

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Publicado por em 19/03/2012 em POIMENIA

 

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Biblioteca Nacional de Israel diponibiliza manuscritos teológicos de Isaac Newton

Biblioteca Nacional de Israel diponibiliza manuscritos teológicos de Isaac Newton

Dan Martins

Conhecido por seus estudos científicos que revolucionaram a Física, a Matemática e a Astronomia nos séculos XVII e XVIII, Isaac Newton era também um estudioso em um campo de conhecimento que não o deu tanta visibilidade na história: a teologia.

Além de estudos conhecidos como as três leis do movimento, que são a base dos estudos da mecânica e levam seu nome, Newton deixou uma grande coleção de escritos sobre teologia. Como teólogo ele aplicou a abordagem científica ao estudo das Escrituras e do misticismo hebreu e judeu.

O legado teológico do cientista britânico está reunido em uma coleção de cerca de 7.500 páginas escritas a mão. Essa coleção pertence à Biblioteca Nacional de Israel que, de acordo com a Associated Press, digitalizou todo essa material e o disponibilizou online. Os textos abordam assuntos como interpretações daBíblia, teologia, a história de culturas antigas, o tabernáculo e o templo judeu. Entre estes textos está a famosa previsão de Newton do apocalipse em 2060, que ele teria calculado com base em informações coletadas no Livro de Daniel.

De acordo com o curador da coleção de Ciências Humanas da Biblioteca Nacional de Israel, Milka Levy-Rubin, Newton era um cristão devoto que abordou muito mais a Teologia do que a Física, e que acreditava que a Bíblia fornecia um “código” para o mundo natural. O curador afirma também que, diferente da forma com que fazemos distinção entre essas áreas hoje, ciência e fé “para Newton era tudo parte de um mesmo mundo”. “Ele acreditava que o estudo cuidadoso dos textos sagrados era um tipo de ciência, que se analisado corretamente poderia prever o que estava por vir”, completou o curador.

Esses textos se tornaram propriedade da biblioteca israelense de uma maneira, no mínimo, curiosa: Anos após a morte de Newton em 1727, seus descendentes doaram seus manuscritos científicos à sua alma mater, a Universidade de Cambridge. Porém a universidade rejeitou os seus manuscritos não científicos, que foram leiloados na casa de leilões Sotheby’s em Londres em 1936. Como outra casa de leilões famosa de Londres, a Christie’s, estava oferecendo uma coleção de arte impressionista que chamou muito mais atenção, apenas dois lançadores sérios se interessaram pela coleção de Newton naquele dia. Os escritos teológicos foram arrematados por Abraham Shalom Yahuda, um pesquisador de estudos orientais judaicos.

A coleção de Yahuda foi legada à Biblioteca Nacional de Israel em 1969, anos após sua morte. Em 2007, a biblioteca exibiu os papeis pela primeira vez, e agora elas estão disponíveis para todos online.

Levy-Rubin afirma que os textos mostram que “no que diz respeito a Newton, sua abordagem da História era tão ciência quanto à da Física. Sua visão de mundo era que o seu ‘laboratório’ para entender a história era a Bíblia”. O curador disse ainda que, para Newton, “sua fé não era menos importante para ele do que sua ciência”.

Fonte: Gospel+

 
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Publicado por em 18/03/2012 em POIMENIA

 

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Antony Flew: a história do ateu mais influente do Século XX que se converteu através da ciência

Antony Flew: a história do ateu mais influente do Século XX que se converteu através da ciência

O ex-ateu Antony Flew, que faleceu em 2010 aos 87 anos, era conhecido por seu ativismo contra a fé. Entre os ateus, era considerado o “Papa dos ateus” e muitos estudiosos e filósofos gostam de ilustrar sua influência comparando-o a Richard Dawkins, o mais famoso ateu da atualidade, dizendo que ele foi no século XX, o que o famoso ateu inglês é hoje para os ateus: um símbolo.

Porém, em 2004, ao abandonar o ateísmo, ele se tornou o maior exemplo dos religiosos que se importam com o debate sobre fé e ciência.

Em 2007, escreveu o livro “Há um Deus”, onde afirmava sua admiração pelo cristianismo, classificando como a religião que “mais claramente merece ser honrada e respeitada”, ressaltando também a influência do apóstolo Paulo na formação das bases conhecidas do cristianismo hoje, a quem classificava como “intelectual”.

No livro “Deus Existe”, Flew relata em parceria com Roy Abraham Yarghese que sua conversão se deu da forma mais convincente para um ateu: através da ciência. Um grande exemplo costumeiramente usado por filósofos ateus para refutar a teoria da criação, é a teoria do big-bang. Porém, para Flew, após anos de estudo e reflexão, a própria teoria do big bang era a prova do que o livro de Gênesis relata.

Em seus relatos, Antony Flew, que era filho de um pastor anglicano afirmava que sua busca por respostas na ciência, o levou à crença em Deus: “Segui a razão até onde ela me levou. E ela levou-me a aceitar a existência de um Ser auto-existente, imutável, imaterial, onipotente e onisciente”.

Richard Dawkins, o ateu mais conhecido mundialmente deste século, recentemente negou ser ateu, afirmando ser agnóstico, pois exceto por detalhes, ele não poderia ter certeza da inexistência de Deus: “Eu estou convicto de 6,9 em cada 7 das minhas crenças… Eu acho que a possibilidade de existir um Criador sobrenatural é muito, mas muito baixa”, afirmou, sem certeza.

Fonte: Gospel+

 
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Publicado por em 07/03/2012 em POIMENIA

 

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CIÊNCIA NO LIVRO DE JÓ

Laurence A. Justice

Jó 26:7

A Palavra de Deus não é principalmente um livro de ciência. As Escrituras não foram planejadas para nos ensinar ciência física.

Não encontramos nenhum estudo formal sobre ciência na Bíblia e não devemos procurar tais estudos na Bíblia. No entanto, a Bíblia faz algumas declarações realmente científicas.

Nós realmente encontramos declarações e dicas sobre verdades científicas na Palavra de Deus.

Um astrônomo chamado Dr. Maurice Brackbill declarou, como resultado de seu estudo das Escrituras, que há 325 referências à ciência física nas Escrituras.

Os que promovem a teoria da evolução hoje muitas vezes afirmam que há muitos conflitos entre a Bíblia e os fatos científicos.

Isso simplesmente não é verdade. Não há nenhum conflito entre a ciência verdadeira e a Palavra de Deus! Nenhum fato comprovado da ciência entra em conflito com a Palavra de Deus.

Um dos problemas aqui é que alguns fatos científicos “tão chamados” não são de modo algum fatos, mas só teorias e hipóteses de homens.

Se o Deus que adoramos criou este universo e também inspirou as Escrituras, então temos de esperar que Ele seja correto em todas as declarações que Seu livro poderia fazer acerca da ciência física! E é exatamente isso o que encontramos nas páginas da Palavra de Deus!

Nesta mensagem, vamos examinar vários exemplos de declarações verdadeiramente científicas no livro de Jó e então examinar algumas em outras partes da Palavra de Deus.

Precisamos ter em mente aqui que os eventos registrados no livro de Jó ocorreram há cerca de 4.000 anos. Nesta mensagem, vamos examinar primeiro

A DECLARAÇÃO CIENTÍFICA NO TEXTO QUE ESTAMOS ESTUDANDO

O norte estende sobre o vazio; e suspende a terra sobre o nada.”

O que mantém a terra suspensa? O que a mantém em seu lugar no espaço?

Os antigos gregos criam que a terra era mantida suspensa nas costas e ombros de um homem bem forte chamado Atlas.

Atlas, assim pensava-se, ficava em pé na água, mas ninguém jamais disse o que é que havia debaixo da água o sustentando.

A mitologia hindu diz que a terra apóia-se nas costas de um elefante de pé em cima de uma tartaruga!

A ciência moderna descobriu que nenhum homem ou animal está segurando a terra, mas que é realmente a terra que está suspensa no espaço.

Jó 26:7 disse isso 4.000 anos atrás quando ele disse que Deus suspende a terra em cima do nada!

O norte estende sobre o vazio; e [Deus] suspende a terra sobre o nada.”

Essa declaração soa espantosamente como ciência no século 21 d.C, não é?

Jó diz que Deus suspende a terra em cima do nada — como uma bola de basquetebol no ar.

Ele a suspende em cima do nada ou literalmente em cima do vazio, sem nada visível apoiando-a.

Pelo poder do Deus onipotente a terra está firmemente fixa no lugar.

Podemos firmar os pés em cima da terra e confiar o peso de nossos corpos a algo que está suspenso em cima do nada!

Vê-se a onipotência de Deus no fato científico declarado neste texto hoje!

homem por sua própria capacidade não consegue manter suspensauma pena em cima de nada, mas Deus mantém suspenso o mundo inteiro em cima do nada!

Deus suspendeu não só a terra, mas também os outros planetas, o sol e a lua em cima do nada!

Deus suspendeu a terra no espaço e a preserva em sua órbita. A terra está suspensa pelo grande poder e providência de Deus.

O apóstolo Paulo diz em Hebreus 1:3 que a terra e todas as coisas são sustentadas pela Palavra do poder de Deus. Ele está falando de Cristo, Deus o Filho, aqui quando diz:

O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da Majestade, nas alturas”.

Paulo diz praticamente a mesma coisa em Colossenses 1:17 quando fala de Cristo e diz que “…todas as coisas subsistem por Ele” ou são mantidas juntas por Ele.

O texto que estamos examinando diz literalmente: “O norte estende sobre o vazio; e suspende a terra sobre o nada.”

Quanto Jó entendia disso? Será que essa declaração é exclusivamente inspiração de Deus? Vamos examinar nosso seguinte estudo:

ALGUNS OUTROS EXEMPLOS DE DECLARAÇÕES CIENTÍFICAS NO LIVRO DE JÓ

  1. As fontes no mar. Só durante minha vida a ciência descobriu que bem no fundo do oceano grandes fontes de água se esvaziam no mar.

Muitas delas contêm água quente e têm grande variedade de vida animal e vegetal vivendo perto de onde as fontes se esvaziam no mar.

Jó 38:16 falou dessas fontes no mar há quatro mil anos quando disse:

Ou entraste tu até às origens do mar, ou passeaste no mais profundo do abismo?”

Em Gênesis 7:11 Moisés mencionou essas fontes no mar em conexão com o dilúvio da época de Noé quando ele disse que as fontes do grande abismo se romperam.

No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, naquele mesmo dia, se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram”.

  1. O peso do ar e das águas. A ciência moderna aprendeu que o ar tem peso e que a água tem peso.

A ciência aprendeu que a atmosfera pesa 6.35k por polegada cúbica no nível do mar e que um galão de água pesa 3.778k.

Jó 28:25 diz que Deus fez o vento e a água para terem peso.

Quando deu peso ao vento e tomou a medida das águas”.

Em seguida vamos considerar

ALGUNS EXEMPLOS DE DECLARAÇÕES CIENTÍFICAS EM OUTRAS PARTES DA PALAVRA DE DEUS

Por toda a palavra escrita de Deus encontramos declarações que estão em pleno acordo com os fatos da ciência moderna. Quero que examinemos aqui seis dessas declarações. A primeira é:

  1. O ciclo da água ou o que os cientistas chamam de ciclo hidrológico. 

Esse ciclo tem relação com o modo como a água se precipita como chuva ou neve e então é drenada da terra pelo sistema fluvial e levada para o oceano.

Do oceano a água é elevada, pela evaporação, de volta ao céu e levada nas nuvens pelo vento de volta sobre a terra onde de novo se precipita e o ciclo começa tudo de novo.

Três termos científicos resumem esse ciclo da água: evaporação, condensação e precipitação.

Esse ciclo da água é um fato fundamental de um campo relativamente novo da ciência chamada meteorologia.

O ciclo da água é um fato aceito da ciência moderna, mas foi descrito de modo impressionante na Palavra de Deus por Salomão há 3.000 anos.

Eclesiastes 1:7 menciona o ciclo da água. Vamos até essa passagem:

Todos os ribeiros vão para o mar, e, contudo, o mar não se enche; para o lugar para onde os ribeiros vão, para aí tornam eles a ir”.

O livro de Jó acrescenta mais detalhes ao que Salomão diz acerca do ciclo da água em Eclesiastes 1:7. Leia agora Jó 26:8:

Prende as águas em densas nuvens, e a nuvem não se rasga debaixo delas”.

Deus prende as águas nas nuvens como se elas fossem coletadas num odre de couro até que Ele tenha ocasião de usá-las.

Como a água vai dos oceanos até o céu? Vai dali mediante o processo que a ciência chama de evaporação.

A água em seu estado natural é 773 vezes mais pesada do que o ar. O vapor da água é mais leve do que o ar e naturalmente se eleva ou sobe. Deus forma os vapores da água da evaporação e os transforma em nuvens.

Do oceano, os vapores sobem, mas em grande parte não caem de novo no oceano, pois são levados em vez disso sobre a terra.

As nuvens de vapor de água são os meios pelos quais vastas quantidades de água podem ser carregadas de um lugar para outro no ar e provocadas a cair quando é necessário.

O maravilhoso método de Deus de transportar água é por meio das nuvens.

Os cientistas hoje calcularam que a quantidade média de vapor de água mantida no ar em qualquer tempo determinado é 54.460.000.000.000 toneladas.

É espantoso como uma substância tão leve como o vapor da água contenha tão vasta quantidade de água!

Já fiz viagens de avião através das nuvens quando estava chovendo embaixo, mas havia pouca evidência visível de que a água estava presente naquelas nuvens.

Se você nunca tivesse ouvido falar de evaporação, como você suspenderia 54.460.000.000.000 toneladas de água a 5 a 50.000m no ar e mantê-la ali suspensa?

Mas o que o homem nunca pode fazer, Deus faz todos os dias! Veja Jó 26:8 de novo:

Prende as águas em densas nuvens, e a nuvem não se rasga debaixo delas”.

Deus forma as nuvens e preserva as águas coletadas nelas.

A nuvem não se rasga (ou se rompe) debaixo delas”, por causa do peso das águas.

A grande maravilha é que toda essa água possa, pesada como é, ser mantida ali suspensa sem explodir sobre a terra em grande destruição.

Apesar do vasto peso da água assim coletada nas nuvens pela evaporação, as nuvens porém não se rasgam nem se rompem por motivo desse peso.

Se Deus não prendesse as águas nas nuvens, elas irromperiam sobre a terra e provocariam devastação na terra.

As nuvens são constituídas de tal forma que apesar da quantidade de água contida nelas elas não irrompem e não despejam seu conteúdo num dilúvio vasto e destrutivo.

Que maravilha que tal quantidade de água seja suspensa no ar sem rasgar as nuvens e cair de uma vez só!

Em vez disso, Deus libera as águas gota por gota na chuva. Essa é sua misericórdia. Veja Jó 36:27-28.

Aqui Eliú também falou do ciclo da água e principalmente de Deus fazendo a água cair em gotas a partir do vapor nas nuvens.

Porque reúne as gotas das águas que derrama em chuva do seu vapor, a qual as nuvens destilam e gotejam sobre o homem abundantemente”.

As nuvens são acúmulos de vapor da água que se levanta da terra e é mantido em suspensão nas nuvens até que seja liberado gota a gota para regar a terra.

Que maravilha o fato de que essa água caia gota por gota em vez de cair como um dilúvio!

A existência desse ciclo da água é uma manifestação óbvia da sabedoria, poder e bondade de Deus!

Como Jó e Salomão conheciam essas coisas quando ninguém mais as sabia até mil anos mais tarde?

Um segundo exemplo de declarações científicas achadas em outro lugar na Palavra de Deus é a declaração que

  1. A terra é redonda em Isaías 40:22 que fala sobre “o círculo da terra”.

Isaías está falando sobre Deus quando diz neste versículo: “Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para Ele como gafanhotos; é Ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar;

A palavra hebraica que se traduz círculo aqui é a palavra khug e significa literalmente de forma esférica ou redonda.

Setecentos e cinqüenta anos antes do nascimento de Cristo Isaías havia dito que a terra é redonda!

Quando Isaías escreveu isso não havia um homem no mundo que cria que a terra era redonda.

Colombo cria que a terra era redonda e baseado nessa opinião ele navegou para o Ocidente em 1492 d.C. e descobriu o continente americano.

Levou 2.250 anos depois de Isaías para Colombo descobrir que a terra é redonda.

Um terceiro fato científico revelado na Palavra de Deus fora do livro de Jó é

3. A circuncisão deve ser realizada no oitavo dia de vida.

Deus ordenou, no ano 1.950 a.C., que Abraão circuncidasse seus filhos no oitavo dia de vida deles. Veja Gênesis 17:12:

O filho de oito dias, pois, será circuncidado, todo o homem nas vossas gerações; o nascido na casa, e o comprado por dinheiro a qualquer estrangeiro, que não for da tua descendência.”.

Os recém-nascidos são de modo peculiar suscetíveis à hemorragia entre o segundo e quinto dia de vida.

A ciência médica aprendeu nos últimos cinqüenta anos que dois elementos de coagulação sangüínea, a vitamina K e a protrombina, não estão presentes em quantidades normais até o quinto ou sétimo dia de vida.

Portanto, o primeiro dia seguro para circuncidar um menino é o oitavo dia, o próprio dia que Deus ordenou que Abraão circuncidasse Isaque e todos os seus filhos.

A ciência médica sente orgulho dessa recente descoberta, mas Deus havia ordenado que Abraão circuncidasse seus filhos no oitavo dia em 1.950 a.C.!

Abraão não escolheu o oitavo dia depois de anos de testes e erros. Foi o dia ordenado pelo Criador da vitamina K e da protrombina.

Um quarto fato científico declarado em outra parte da Palavra de Deus é que

4. As estrelas dos céus são incontáveis.

Antes da invenção do telescópio no século décimo sétimo d.C., os cientistas achavam que sabiam quase o número exato de estrelas no universo.

Ptolomeu afirmou que havia 1.056 estrelas. Kleper mais tarde contou 1.005 estrelas.

Hoje se sabe que há mais de 100 bilhões de estrelas em nossa própria galáxia e há provavelmente inumeráveis outras galáxias como a nossa aí fora no espaço.

A maioria dos astrônomos hoje concorda em que não é humanamente possível contar as estrelas.

Jeremias disse no ano 600 a.C. que não dá para contar as estrelas do céu. Veja Jeremias 33:22:

Como não se pode contar o exército dos céus, nem medir-se a areia do mar, assim multiplicarei a descendência de Davi, Meu servo, e os levitas que ministram diante de Mim”.

Outra declaração ainda de fato científico encontramos na Palavra de Deus que

  1. A vida do corpo humano depende do sangue.

Foi só no final do século XVIII que o homem aprendeu que o sangue leva oxigênio às células do corpo e retira o dióxido de carbono e outros produtos desnecessários e assim essa vida está presa ao sangue.

Os médicos de George Washington realmente o fizeram sangrar até ele morrer, pois eles não entendiam que a vida do corpo humano depende do sangue.

Pensando que eles o estavam ajudando a vencer sua pneumonia, os médicos de Washington drenaram mais do que um litro de sangue de seu corpo doente e ele morreu.

Em Gênesis 9:4 Deus disse a Noé depois do dilúvio que a vida da carne está no sangue.

A carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis”. O grande sentido desse fato é que o sangue, a vida de Jesus Cristo, o filho de Deus, foi entregue para fazer expiação em favor dos pecadores.

Outro fato científico que é realmente declarado várias vezes na Palavra de Deus está ligado ao que vou chamar de

  1. As leis sanitárias da nação de Israel.

Deus deu a Israel muitas leis a respeito de limpeza e higiene que não foram praticadas de novo até cerca de 150 anos atrás.

Essas leis religiosas tinham fatos científicos ocultos que funcionavam para que o povo de Israel tivesse boa saúde.

Essas leis de higiene que Deus deu a Israel impediam muitas doenças em Israel, embora Israel não entendesse nada de bacteriologia.

Por exemplo, Deuteronômio 23:12-14 exigia a eliminação sanitária de excrementos humanos por enterro.

Também terás um lugar fora do arraial, para onde sairás. E entre as tuas armas terás uma pá; e será que, quando estiveres assentado, fora, então com ela cavarás e, virando-te, cobrirás o que defecaste. Porquanto o SENHOR teu Deus anda no meio de teu arraial, para te livrar, e entregar a ti os teus inimigos; pelo que o teu arraial será santo, para que ele não veja coisa feia em ti, e se aparte de ti.”.

A prática de enterrar os excrementos impedia muitas doenças e envolvia um fato que os cientistas não haviam aprendido até talvez 150 anos.

Levítico 11:7-8 dá a lei sobre o porco na lista de animais impuros que não se deve comer.

Também o porco, porque tem unhas fendidas, e a fenda das unhas se divide em duas, mas não rumina; este vos será imundo. Das suas carnesnão comereis, nem tocareis nos seus cadáveres; estes vos serão imundos.”.

Em Israel, não se podia comer certos animais, tais como porcos, pois eram cerimonialmente impuros.

Até o século XX, o homem não sabia que os porcos são portadores de parasitas perigosos.

Deus deu essa lei como lei religiosa que seu povo não poderia comer porco. Aqueles que obedeciam eram protegidos dos parasitas que vivem nos porcos, embora eles não soubessem disso.

A obediência a Deus sempre traz bênçãos, até mesmo bênçãos que não dá para identificar.

Hoje os porcos são criados em condições mais sanitárias e o porco é cozinhado bem a fim de matar os parasitas antes que eles entrem naqueles que comem porco.

CONCLUSÃO

A verdadeira ciência concorda com as Escrituras! As duas estão em harmonia.

Os fatos destroem a afirmação comum dos evolucionistas de que a Palavra de Deus e a ciência são incompatíveis.

Boa parte do que se chama ciência hoje é pura teoria, hipótese e suposição!

É bem importante que nos lembremos de que as teorias e os axiomas da ciência estão em constante mudança.

Todos os livros de ciência de 25 anos e até mesmo 10 anos atrás estão em muitos casos obsoletos e desatualizados, e os cientistas não os lêem mais!

A Palavra de Deus, porém, não mudou um centímetro durante todos os séculos. Toda sílaba da Palavra de Deus é ainda a mesma como quando foi escrita!

A Palavra de Deus é inerrante! Se não fosse, então não seria a Palavra de Deus!

Às vezes cientistas descrentes dirão que a ciência contradiz a Bíblia porque a Bíblia diz que o sol se levanta e se põe e a ciência mostra conclusivamente que não é desse jeito.

Em Jó e alguns outros livros bíblicos as Escrituras realmente falam do sol se levantando e se pondo tal qual as pessoas falam hoje diariamente, mas ninguém se engana com esse jeito de falar!

Esse é só o modo comum de expressar a passagem dos dias. Até mesmo cientistas usam essa terminologia em suas vidas diárias!

Uma das evidências mais impressionantes da inspiração das Escrituras são as muitas verdades científicas que permaneceram escondidas dentro de suas páginas por centenas e até mesmo milhares de anos, apenas para serem descobertas pelo estudo e pesquisas do homem nos últimos 150 anos aproximadamente.

À luz desses grandes fatos científicos revelados na santa Palavra de Deus, vamos admirar e louvar a Deus por sua grandeza, majestade e sabedoria.

Vamos dizer com o Salmo 145:3-6: “Grande é o SENHOR, e muito digno de louvor, e a sua grandeza inexcrutável. Uma geração louvará as tuas obras à outra geração, e anunciarão as tuas proezas. Falarei da magnificência gloriosa da tua majestade e das tuas obras maravilhosas. E se falará da força dos teus feitos terríveis; e contarei a tua grandeza.”

Finalmente, amigo pecador, lembre-se de que Cristo o Criador e Sustentador deste mundo, o Deus grande, majestoso e totalmente sábio, é Aquele que é o Salvador dos pecadores.

Ele é Aquele com que deve se tratar se quiser ser perdoado de seus pecados e ser aceito na presença de Deus.

Ele é Aquele em cuja justiça deve se confiar para ser salvo. Se achegará a Deus confiando na justiça de Cristo hoje?

Ele ti salvará hoje se você quiser!

A não ser que indique o contrário, todas as citações bíblicas são da versão corrigida e revisada fiel ao texto original de João Ferreira de Almeida, da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil.

 

Tradução: Julio Severo da Silva
Revisão: Joy Ellaina Gardner
Edição: Calvin Gene Gardner

 

Fonte: PALAVRA PRUDENTE

 
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Publicado por em 18/02/2012 em POIMENIA

 

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Ética científica: pesquisas que criam híbridos de animais e humanos

 


Ética científica: pesquisas que criam híbridos de animais e humanos
Os avanços nas tecnologias genéticas e de células-tronco significam que, em teoria, os cientistas podem criar animais com características e comportamentos mais humanos. [Imagem: AMS]

Quimeras

A Academia de Ciências Médicas da Grã-Bretanha está pedindo ao governo que estipule regras mais estritas para as pesquisas médicas envolvendo animais.

Segundo o documento, são necessárias regras mais estritas para as pesquisas que criam animais híbridos ou animais quiméricos, resultado da mistura de duas ou mais espécies, sobretudo com características humanizadas.

O grupo teme que experimentos envolvendo transplante de células acabem criando anomalias, as chamadas quimeras, como macacos com a capacidade de pensar e falar como os humanos.

O alerta ressalta o debate da questão dos limites da pesquisa científica.

“Todo o mundo ri quando falamos de gatos com dedos virados ao contrário, mas se nós realmente fizermos isso no laboratório eu não acho que as pessoas ficarão tão felizes,” diz o Dr. Robin Lovell-Badge, do Instituto Nacional de Pesquisas Médicas.

Animais com capacidades humanas

Apesar de a maioria dos experimentos atualmente ser feita com ratos e camundongos, os cientistas estão particularmente preocupados com os testes em macacos.

Na Grã-Bretanha são proibidas as investigações com macacos de grande porte como gorilas, chipanzés e orangotango. Em outros países, como os Estados Unidos, essas pesquisas são liberadas.

“O que tememos é que se comece a introduzir um grande número de células cerebrais humanas no cérebro de primatas e que isso, de repente, faça com os que os primatas adquiram algumas das capacidades que se consideram exclusivamente humanas, como a linguagem,” diz o professor Thomas Baldwin, outro membro da academia. “Estas são possibilidades muito exploradas na ficção, mas precisamos começar a pensar nelas.”

Hora de parar

O relatório indica três áreas particularmente “delicadas” na pesquisa com animais: a cognitiva, a de reprodução e a criação de características visuais que se percebam como humanas.

“Uma questão fundamental é se o fato de povoar o cérebro de um animal com células humanas pode resultar em um animal com capacidade cognitiva humana, a consciência, por exemplo”, diz o relatório.

O professor Martin Bobrow, principal autor do relatório, sugere o que chama de “prova do grande símio”: se um macaco que recebeu material genético humano começa a adquirir capacidades similares às de um chimpanzé, é hora de frear os experimentos.

Na área de reprodução, recomenda-se que embriões animais produzidos a partir de óvulos ou esperma humano não se desenvolvam além de um período de 14 dias.

O relatório lista técnicas que não poderiam ser usadas de forma ética, incluindo a humanização do cérebro dos macacos e o desenvolvimento de embriões que misturem DNA de humanos e de outros primatas.

Frankestein

O campo mais polêmico é o de animais com características “singularmente humanas”, experimentos que o relatório chama de “tipo Frankestein, com animais humanizados”.

Segundo o relatório, “criar características como a linguagem ou a aparência humana nos amimais, como forma facial ou a textura da pele, levanta questões éticas muito fortes”.

A criação de animais com pele humana, por exemplo, é algo altamente tentador para o teste de cosméticos e novas técnicas de absorção de medicamentos. Mas o que uma compradora de cremes pensaria ao ver tal animal com uma pele semelhante à sua?

Comentando o alerta feito pelos cientistas britânicos, a revista Nature lembra o romance Doutor Moreau, de H.G.Wells, de 1896, que criou o termo “animais humanizados”.

O livro convida os leitores a discutir os limites éticos das pesquisas científicas guiadas unicamente pela curiosidade e ponderar sobre o valor moral da distinção entre humanos e animais.

As criaturas intrinsecamente infelizes e ameaçadoras do romance ainda permanecem no reino da ficção, mas os dilemas éticos apresentados por Wells são absolutamente atuais.

Categorias com experiências com animais

Os cientistas recomendam a divisão dos experimentos com animais em três categorias, sendo que a maioria das pesquisas conhecidas do público atualmente se enquadram na primeira categoria, sobre a qual o relatório não levanta nenhuma nova restrição.

Na categoria dois estariam experimentos permitidos mas que “exigiriam uma forte justificação científica”.

Isso incluiria a adição de genes a primatas não-humanos e alterações significativas a um animal, capazes de torná-lo “mais semelhante a um humano” do que ele é em condições naturais.

Os experimentos da categoria três seriam totalmente proibidos, como permitir o desenvolvimento de qualquer embrião híbrido por mais do que 14 dias, inseminar animais com esperma ou óvulos “influenciados” por células reprodutoras humanas e modificar primatas não-humanos para criar consciência ou comportamento similar ao humano.

Benefícios da hibridização

Milhares de animais têm sido manipulados para expressar um gene humano ou para modelar aspectos específicos de doenças humanas. Na grande maioria dos casos, porém, eles continuam a se parecer com sua própria espécie.

Um dos autores do relatório, o professor Christopher Shaw, do King’s College, de Londres, diz que tais estudos “são extraordinariamente importantes”.

A academia ressalta ainda que não é contrária a experimentos que envolvam, por exemplo, o implante de células e tecidos humanos em animais.

Estudos atuais, por exemplo, transplantam células cancerígenas em ratos a fim de testar novas drogas contra o avanço da doença.

A academia defende, no entanto, que, com o avanço das técnicas, estão surgindo novos temas que precisam ser urgentemente regulamentados.

Os avanços científicos atuais já permitem a criação de ratos com lesões similares às causadas por um derrame cerebral, para que sejam depois injetadas células-tronco humanas, a fim de corrigir os danos.

Outro estudo com implante de um cromossomo humano no genoma de ratos com síndrome de Down também foi essencial para a compreensão da doença.

Mas os avanços nas tecnologias genéticas e de células-tronco significam que, em teoria, os cientistas podem criar animais com características e comportamentos mais humanos. É sobre isso que os cientistas afirmam que é necessário uma regulamentação clara e precisa.

O relatório, intitulado Animais contendo material humano, pode ser lido, em inglês, no endereço http://www.acmedsci.ac.uk/index.php?pid=47&prid=77.

Fonte:

Diário da Saúde – http://www.diariodasaude.com.br

URL:http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=etica-cientifica-pesquisas-hibridos-animais-humanos&id=6745

 
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Publicado por em 16/09/2011 em POIMENIA

 

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O que a Teologia já fez pela ciência?

A pergunta acima é o título de um artigo recente de Denis Alexander, diretor do Faraday Institute for Science and Religion do St. Edmund’s College, na Universidade de Cambridge. O objetivo é responder a uma provocação feita por Daniel Dennett em um evento realizado na universidade.

A observação inicial que Alexander faz é pertinente: a pergunta é esquisita. “É como se alguém da Geografia quisesse saber o que a Bioquímica já fez pela Geografia”, compara. Ainda assim, segundo Alexander, sim, a Teologia fez muita coisa pela ciência. Até mais que isso: de certa forma, pode-se dizer que a ciência é produto da Teologia (embora a Teologia não fosse a única fonte da ciência). Um dos pontos levantados por Alexander para justificar essa afirmação é o mesmo que Thomas Woods citou no segundo vídeo da série que estamos mostrando aqui, aos poucos: devemos à Teologia cristã a noção de que Deus criou um mundo ordenado, cujas leis naturais poderiam ser descobertas. Sem isso a base da ciência simplesmente desabaria. Alexander recorre a filósofos e cientistas como Descartes, Boyle e Newton para comprovar sua afirmação.

Gilberto Yamamoto

Gilberto Yamamoto / Para Francis Bacon, a ciência era um meio de recuperar o conhecimento perdido com o pecado original.Para Francis Bacon, a ciência era um meio de recuperar o conhecimento perdido com o pecado original.

Também é interessante notar, diz Alexander, como o conceito da queda causada pelo pecado original contribuiu para o surgimento de uma mentalidade científica. Como o homem é falho, seria arriscado chegar à verdade sobre a natureza apenas pelo raciocínio puro, sem a ajuda do conhecimento experimental. “Isso estimulou o surgimento do método empírico porque estava claro que a única forma de obter verdades confiáveis era fazer experiências para verificar como a natureza realmente funcionava”, diz Alexander, citando o historiador da ciência Peter Harrison. Um dos que aderiu à visão de que a ciência ajudaria o homem a retomar o conhecimento que Adão tinha (mas perdeu) era Francis Bacon.Alexander ainda menciona a visão mecanicista de filósofos e cientistas para quem o mundo e o homem eram máquinas criadas por Deus, e segue enumerando como certas visões teológicas influenciaram o trabalho de cientistas como Newton e Faraday. Por fim, o autor do artigo responde a outra pergunta: e agora, a ciência ainda precisa da Teologia ou ela pode seguir com as próprias pernas? Alexander menciona o perigo da pós-modernidade, que prega a inexistência de verdades absolutas, tanto para a religião quanto para a ciência, e demonstra que esse pensamento é daninho ao trabalho científico, no longo prazo. O que a Teologia pode fazer pela ciência num cenário desses é, no combate à filosofia pós-moderna, reforçar a convicção em um universo racional e ordenado. Ainda que os cientistas não reconheçam o autor dessa ordem e racionalidade, essa convicção dará à ciência a base de que precisa para continuar seu trabalho.

Fonte: GAZETA DO POVO

 
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Publicado por em 17/10/2009 em POIMENIA

 

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Cientistas italianos reproduzem Santo Sudário

Técnica utilizada aponta que tecido é da época medieval.
A mesma técnica já era disponível no século 14.

Do G1, com Agências Internacionais

Um grupo de cientistas italianos afirmou nesta segunda-feira (5) ter reproduzido o Sudário de Turim, o “Santo Sudário”, o que provaria que o tecido que os cristãos acreditam ter recoberto Jesus Cristo após de morto seria na verdade da época medieval.

O sudário traz a imagem de um homem crucificado, com rastros do que seria sangue escorrendo de feridas nas mãos e nos pés, e crentes afirmam que se trata da imagem de Jesus gravada nas fibras por algum meio sobrenatural, durante a ressurreição.

Foto: AP Photo/Antonio Calanni

Cientistas reproduzem Santo Sudário utilizando técnica medieval (Foto: AP Photo/Antonio Calanni)

Os cientistas reproduziram o sudário usando materiais e métodos que estavam disponíveis no século 14, diz o Comitê Italiano para Verificação de Alegações Paranormais.

O grupo afirma, em nota, que se trata de mais uma evidência de que o sudário é uma falsificação produzida na Idade Média. Em 1988, pesquisadores usaram datação por radiocarbono para determinar que a relíquia havia sido produzida no século 13 ou 14.

Mas muitas pessoas continuaram a acreditar que o sudário possui “características inexplicáveis que não podem ser reproduzidas por mãos humanas”, disse o cientista Luigi Garlaschelli, em nota. “O resultado obtido indica claramente que isso poderia ser feito com o uso de materiais baratos e um procedimento simples”.

Garlaschelli, professor de Química da Universidade de Pavia, disse ao jornal La Repubblica que sua equipe usou linho tecido com as mesmas técnicas que as usadas no sudário, e envelhecido artificialmente por aquecimento em um forno e lavagem

O pano então foi colocado sobre um estudante que usava uma máscara para reproduzir o rosto, e esfregado com um pigmento vermelho muito usado na Idade Média. O processo consumiu uma semana, disse o jornal.

O sudário aparece pela primeira vez na história nas mãos de um cavaleiro francês, em 1360.

De propriedade do Vaticano, o sudário é mantido numa câmara especial da catedral de Turim, e raramente é exibido em público. A última apresentação foi no ano 2000, quando atraiu mais de 1 milhão de visitantes. A próxima está prevista para 2010.

Oficialmente, a Igreja Católica não afirma ou nega a autenticidade da relíquia, mas diz que se trata de um potente símbolo do sofrimento de Jesus.

Fonte: CIÊNCIA E SAÚDE

 
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Publicado por em 06/10/2009 em POIMENIA

 

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