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The Most Frequent Burdens Pastors Face

By Chuck Lawless

In my years of church consulting, I have spent hours talking to local church pastors. Much of the conversation revolves around church structure, vision, etc., but seldom does the conversation stay at that level. Pastors, it seems, long for someone to listen to them. They want someone to share their burdens, even if only for a few minutes.

Listen to the topics of pain I often hear, and take a minute to pray for your church leaders.

  1. Declining church growth – No pastor I know wants his congregation to be plateaued or in decline; however, the majority of churches in North America are in that state. A pastor may put a hopeful veneer on that truth publicly, but I’ve wept with pastors who grieve privately over their church’s decline.
  2. Losing the support of friends – Losing the backing of a Christian brother or sister is a unique pain. God-centered relationships are a miraculous gift, the melding of hearts at a level the world cannot understand. When those bonds are severed, particularly over matters that are seldom eternally significant, the anguish is deep.
  3. Grieving a fall – Pastoral love is not a guarantee against failure. In fact, even Jesus had close followers who fell into sin and rebellion. When our pastoral calls for repentance go unheeded, it’s difficult not to take that rejection personally.
  4. Sensing that the sermon went nowhere – For many of us, our ministry is centered around the Sunday sermon. Ideally, hours of preparation end in focused exposition that leads to life transformation—but that result doesn’t always happen. Few pastors have a safe place to express candid concerns about their own preaching.
  5. Losing vision – A pastor who has lost his vision for the church is leading on fumes. To admit that condition, though, is risky. Not to admit that reality is even more dangerous. Little will change until that pastor can honestly share his lack of focus.
  6. Being lonely – Pastors bear others’ burdens, but they do so confidentially. They share both the struggles and the joys of life, from birth to death. Sometimes, previous pain has made it difficult for them to open up to others. Consequently, they carry the weight of many on the shoulders of one.
  7. Dealing with unsupportive staff – Facing contrary members weekly is hard enough, but facing unsupportive staff every day is an ongoing angst. Correction is difficult, and firing can be agonizing. Some pastors simply hope for change while not knowing the best next steps to take.
  8. Remembering failures – Not many of us easily forget that disorganized sermon, that rotten counseling advice, that disruptive team meeting, or that hasty staff hire. Perhaps we can laugh at some of yesterday’s failures, but others still haunt us because we never want to fail God or His people.
  9. Dealing with death recurrently – Few responsibilities are as serious as officiating at a funeral. Even when burying a believer, pastors, too, grieve the loss of friends. Burying someone who was apparently not a believer is even more gut wrenching. Ministry amid such pain without becoming calloused is difficult indeed.
  10. Facing personal jealousies – I wish no pastor dealt with personal or professional jealousies, but I know better – both because of my own sinfulness and my pastoral conversations. Coming to grips with the rawness of our depravity is never easy.
  11. Balancing family and ministry priorities – No pastor sets out to lose his family. Few leap into the inattentiveness that often precedes adultery; instead, they almost imperceptibly slide into sin. One reason for that failure is their lack of mentors and colleagues who help them prioritize family while fulfilling ministry responsibilities.
  12. Responding to criticism – Continual criticism is wearying. Learning how to hear any sliver of truth in criticism while not growing angry is challenging. We can indeed be better ministers through healthy criticism, but few of us learn that truth in the midst of controversy.

I love pastors. I have been a pastor. I would return to the pastorate with excitement if the Lord so called me. Accordingly, I challenge us to pray for pastors today.

SOURCE: THOM RAINER

SOURC

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Publicado por em 02/02/2015 em POIMENIA

 

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Teólogos da corte

 
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Publicado por em 16/04/2012 em POIMENIA

 

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A pedofilia promovida e atestada

O problema é que quando se denuncia esse tipo de coisa, as pessoas, submersas em seus cotidianos alienantes, vêem apenas uma provável paranóia do denunciante.
O impensável já começou a acontecer. O próprio tribunal superior do país (STJ) já está julgando a favor da pedofilia. E isso só acontece porque, em alguns momentos antes, da mesma forma usurpadora, o mesmo tribunal legislou, como também fez o tribunal supremo (STF), e, como suas decisões foram favoráveis ao gosto dos esquerdistas, ninguém falou nada.

Em decisão recente, o STJ decidiu que pagar pelos serviços sexuais de uma menina de 12 anos não é crime, pois, segundo os julgadores, houve consentimento dela. No entanto, não é isso que afirma a lei e ela não está sendo respeitada.

O Código Penal, em seu artigo 217-A, é taxativo ao determinar que ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos é crime. Não há, nessa tipificação, nenhuma margem para interpretação relativa. Se é crime presumido, não importam as circunstâncias, e qualquer jurista que atente para a lei, isento de olhos ideológicos, irá concordar com isso.

Quando a lei afirma que fazer sexo com uma criança é estupro presumido, ela está considerando que essa criança não tem a capacidade plena de discernir todo o significado e consequências de uma relação sexual, sendo que aquele que com ela mantém relações deve ser considerado, por isso, um corruptor. Mesmo sendo prostitutas, isso não as torna, segundo a lei, capacitadas. Pelo contrário, é mais lógico considerar isso prova de sua falta de discernimento.

Nenhum juiz, nem mesmo tribunal, poderia ultrapassar o que a legislação determina, pois, independente da antiguidade da lei, se ela não foi modificada, presume-se que é porque a sociedade assim o quis.

Por isso, quando se toma ciência de uma decisão como esta do STJ, é bom se perguntar: será que isso não faz parte de um projeto superior, vindo de instituições internacionais e supra-nacionais, como a ONU e, inclusive, a UNICEF?

Há tempos, por meio do texto A dominação pela educação sexual, denunciei uma cartilha promovida pela UNICEF que, claramente, antecipava a experiência sexual das crianças. Por ela, deveria ser introduzida uma “educação” sexual nas escolas que feria o bom senso. Ficava evidente o intuito sexualizador de crianças, o que é um promovedor óbvio da pedofilia.

Ora, sabendo que, por exemplo, a Rede Globo é uma promovedora da agenda globalista, que possui estreita ligação com a UNICEF, fica fácil entender muito de sua grade de programações. Ultimamente, o canal tem promovido, de forma nunca antes vista, o que chamam de amor entre gerações.

Há pouco tempo a Rede Globo transmitiu um pequeno seriado chamado Louco por elas, no qual o protagonista Eduardo Moscovis se engraçava com a amiga de sua filha, uma menina que não aparentava ter mais de 16 anos. Na famigerada e corruptora série Malhação, a atriz Leticia Spiller passou um bom tempo tendo um caso com um menino de não mais de 18 anos, sendo ela uma mulher de mais de 40. Agora, o personagem do ator veterano Kadu Moliterno andou tendo uns flertes com uma menina adolescente.

Ora, está ficando claro que há um movimento que começa a inserir no imaginário das pessoas a “naturalidade” da relação sexual entre pessoas de gerações diferentes. O que é isso senão o primeiro passo para a aceitação da pedofilia?

O problema é que quando se denuncia esse tipo de coisa, as pessoas, submersas em seus cotidianos alienantes, vêem apenas uma provável paranóia do denunciante. Como não conseguem enxergar além de cinco metros no espaço e dez minutos no tempo, estão impossibilitados de prever qualquer mal nisso tudo.

Assim, uma decisão como essa do STJ assusta, mas não surpreende. Apenas evidencia que não apenas a mídia, mas os próprios governos, e mesmo as instituições públicas não governamentais, estão seguindo um planejamento imposto desde fora, por aqueles que têm o objetivo claro de moldar os povos segundo sua própria imagem e semelhança.

A agenda da tecnocracia globalista ocidental começa assim a ser imposta e a sociedade vai mastigando-a, saboreando-a e deglutindo-a gostosamente. Até que o alimento fornecido pelos senhores deste mundo comece a causar a indigestão inesperada.

 

Fabio Blanco, advogado e teólogo, edita o blog Discursos de Cadeira.

Fonte: MIDIA SEM MASCARA

 
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Publicado por em 30/03/2012 em POIMENIA

 

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Colégio paulista abole Dia das Mães e Pais e institui Dia da Família

 
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Publicado por em 22/03/2012 em POIMENIA

 

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Em um ano, 165 moradores de rua foram mortos no país

Aniele Nascimento/ Gazeta do Povo / Um morador de rua foi queimado na Praça Santos Dumont, em Curitiba, no mês passado: vítima foi socorrida a tempoUm morador de rua foi queimado na Praça Santos Dumont, em Curitiba, no mês passado: vítima foi socorrida a tempo

De abril de 2011 até a semana passada, 165 moradores de rua foram mortos no Brasil – o equivalente a uma morte a cada dois dias. O balanço foi divulgado ontem pelo Centro Nacional de Defesa dos Direitos Humanos da População em Situação de Rua e Catadores. Segundo a coordenadora do centro, Karina Vieira Alves, as investigações policiais de 113 destes casos não avançaram e ninguém foi identificado e responsabilizado pelos homicídios. A entidade também registrou 35 tentativas de homicídios, além de vários casos de lesão corporal. As informações são da Agência Brasil. Leia + AQUI.

Fonte: GAZETA DO POVO

 
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Publicado por em 16/03/2012 em POIMENIA

 

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Católicos saem em defesa de psicóloga brasileira proibida de falar que crê em Deus: “a ditadura gay quer impedir o livre pensamento”

Católicos saem em defesa de psicóloga brasileira proibida de falar que crê em Deus: “a ditadura gay quer impedir o livre pensamento”

O episódio envolvendo a psicóloga cristã Maria Lobo, em que ela foi intimada pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) a negar sua fé publicamente para não perder o registro profissional, provocou diversas reações de pessoas públicas, formadoras de opinião, e motivou inclusive, manifestações de políticos ligados à Frente Parlamentar Evangélica, que repudiaram as ameaças contra ela.

Agora, uma organização católica chamada “Repórter de Cristo” saiu em defesa da psicóloga, criticando severamente a ameaça feita pelo Conselho de Psicologia. Em uma matéria publicada em seu site, intitulada de “Campanha em favor da Dra. Marisa Lobo”, a organização chama o CFP de “homofascistas” e incentivam os fiéis católicos, assim como demais profissionais da área que sejam cristãos, a protestarem.

A matéria, assinada por Timóteo Agostinho, parabeniza a postura de Marisa Lobo, que se recusou a acatar as orientações do CFP: “Parabéns Dra. Marisa Lobo. O povo católico lhe apoia. Que linda é sua coragem. Que bela é sua fé em Deus. Que íntegra demonstração de sobriedade e coragem tem sido sua resistência à discriminação dos bons, competentes e honestos profissionais da psicologia. A senhora não está sozinha, tem muita, mais muita gente mesmo, inclusive profissionais da sua área, que pensam profissionalmente e vocacionalmente como a senhora”.

O repórter pede ainda que os demais profissionais da área se manifestem em “apoio à Dra. Marisa Lobo, ou os senhores serão as próximas vitimas do Conselho Federal Homofascista de Psicologia”, e se dirige aos cristãos, pedindo ação: “Padres e Pastores! No nome da ética, da inteligência, do bom senso, no Nome de Jesus Cristo, contra a ditadura gay, que quer impedir o direito ao livre pensamento nos cidadãos brasileiros, manifestem seu apoio a Dra. Marisa Lobo e demais profissionais que estão sendo perseguidos”.

Marisa Lobo publicou em seu blog a carta em que se recusa a abandonar sua fé para continuar exercendo sua atividade profissional e solicitou ajuda dos parlamentares evangélicos para reverter a situação. Nenhuma nova informação sobre as medidas do CFP foi divulgada, porém, o deputado João Campos apresentou projeto de lei pedindo alteração no estatuto do Conselho de Psicologia, para permitir que psicólogos atendam pacientes que busquem orientação para abandonar a homossexualidade. Atualmente, psicólogos são proibidos de atenderem casos como esses.

Fonte: Gospel+

 
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Publicado por em 15/03/2012 em POIMENIA

 

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Cresce 48% o número de divórcios registrados em cartório em SP

O número de divórcios registrados em cartório no Estado de São Paulo cresceu 48,5% no ano passado segundo dados divulgados pelo CNB-SP (Colégio Notarial do Brasil). Ao todo, foram realizados 13.909 divórcios em cartório em 2011.

O CNB-SP credita esse aumento a emenda constitucional publicada em julho de 2010, que extinguiu os prazos necessários para a realização do divórcio. Antes, era preciso estar separado judicialmente há um ano ou separado de fato por dois anos para o casal poder se divorciar.

Os cartórios de notas passaram a lavrar escrituras de divórcio em 2007. Desde então, o número de divórcios registrados subiu todos os anos. Em 2007 foram 4.066, seguido por 4.451 (em 2008), 4.466 (em 2009), 9.377 (em 2010) e 13.909 (em 2011).

Podem se divorciar em cartório os casais sem filhos menores ou incapazes. Na escritura pública o casal deverá estipular questões relativas à partilha dos bens (se houver), pagamento ou dispensa de pensão alimentícia e à definição quanto ao uso do nome se um dos cônjuges tiver adotado o sobrenome do outro.

De acordo com o CNB-SP, mesmo os casais que já têm processo judicial em andamento para se divorciar podem desistir dessa via e optar por praticar o ato por meio de escritura pública em cartório, se preenchidos os requisitos da lei.

Fonte: FOLHA

 
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Publicado por em 15/03/2012 em POIMENIA

 

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