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Católicos saem em defesa de psicóloga brasileira proibida de falar que crê em Deus: “a ditadura gay quer impedir o livre pensamento”

Católicos saem em defesa de psicóloga brasileira proibida de falar que crê em Deus: “a ditadura gay quer impedir o livre pensamento”

O episódio envolvendo a psicóloga cristã Maria Lobo, em que ela foi intimada pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) a negar sua fé publicamente para não perder o registro profissional, provocou diversas reações de pessoas públicas, formadoras de opinião, e motivou inclusive, manifestações de políticos ligados à Frente Parlamentar Evangélica, que repudiaram as ameaças contra ela.

Agora, uma organização católica chamada “Repórter de Cristo” saiu em defesa da psicóloga, criticando severamente a ameaça feita pelo Conselho de Psicologia. Em uma matéria publicada em seu site, intitulada de “Campanha em favor da Dra. Marisa Lobo”, a organização chama o CFP de “homofascistas” e incentivam os fiéis católicos, assim como demais profissionais da área que sejam cristãos, a protestarem.

A matéria, assinada por Timóteo Agostinho, parabeniza a postura de Marisa Lobo, que se recusou a acatar as orientações do CFP: “Parabéns Dra. Marisa Lobo. O povo católico lhe apoia. Que linda é sua coragem. Que bela é sua fé em Deus. Que íntegra demonstração de sobriedade e coragem tem sido sua resistência à discriminação dos bons, competentes e honestos profissionais da psicologia. A senhora não está sozinha, tem muita, mais muita gente mesmo, inclusive profissionais da sua área, que pensam profissionalmente e vocacionalmente como a senhora”.

O repórter pede ainda que os demais profissionais da área se manifestem em “apoio à Dra. Marisa Lobo, ou os senhores serão as próximas vitimas do Conselho Federal Homofascista de Psicologia”, e se dirige aos cristãos, pedindo ação: “Padres e Pastores! No nome da ética, da inteligência, do bom senso, no Nome de Jesus Cristo, contra a ditadura gay, que quer impedir o direito ao livre pensamento nos cidadãos brasileiros, manifestem seu apoio a Dra. Marisa Lobo e demais profissionais que estão sendo perseguidos”.

Marisa Lobo publicou em seu blog a carta em que se recusa a abandonar sua fé para continuar exercendo sua atividade profissional e solicitou ajuda dos parlamentares evangélicos para reverter a situação. Nenhuma nova informação sobre as medidas do CFP foi divulgada, porém, o deputado João Campos apresentou projeto de lei pedindo alteração no estatuto do Conselho de Psicologia, para permitir que psicólogos atendam pacientes que busquem orientação para abandonar a homossexualidade. Atualmente, psicólogos são proibidos de atenderem casos como esses.

Fonte: Gospel+

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Publicado por em 15/03/2012 em POIMENIA

 

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O que a esquerda deveria aprender com os evangélicos

“As massas de homens que nunca são abandonadas pelos sentimentos religiosos 
então nada mais vêem senão o desvio das crenças estabelecidas. 
O institnto de outra vida as conduz sem dificuldades 
ao pé dos altares e entrega seus corações aos preceitos 
e às consolações da fé.”
Alexis de Tocqueville, “A Democracia na América” (1830), p. 220. 

Publicado originalmente no sensho

No Brasil, um novo confronto, na forma como dado e cada vez mais evidente e violento, será o mais inútil de todos: o do esclarecimento político contra o obscurantismo religioso, principalmente o evangélico, pentecostal ou, mais precisamente, o neopentecostal. Lamento informar, mas na briga entre os dois barbudos – Marx e Cristo – fatalmente perderemos: o Nazareno triunfa. Por uma razão muito simples, as igrejas são o maior e mais eficiente espaço brasileiro de socialização e de simulação democrática. Nenhum partido político, nenhum governo, nenhum sindicato, nenhuma ONG e nenhuma associação de classe ou defesa das minorias tem competência e habilidade para reproduzir o modelo vitorioso de participação popular que se instalou em cada uma das dezenas de milhares de pequenas igrejas evangélicas, pentencostais e neopentecostais no Brasil. Eles ganharão qualquer disputa: são competentes, diferentemente de nós.

Muitos se assustam com o poder que os evangélicos alcançaram: a posse do senador Marcello Crivela, também bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, no Ministério da Pesca e a autoridade da chamada “bancada evangélica” no Câmara dos Deputados são dois dos mais recentes exemplos. Quem se impressiona não reconhece o que isso representa para um a cada cinco brasileiros, o número dos que professam a fé evangélica ou pentecostal no Brasil. Segundo a análise feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a partir dos microdados da Pesquisa de Orçamento Familiar 2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a soma de evangélicos pentecostais e outras denominações evangélicas alcança 20,23% da população brasileira. Outros indicadores sustentam que em 1890 eles representavam 1% da população nacional; em 1960, 4,02%.

O crescimento dos evangélicos não é um milagre, é resultado de um trabalho incansável de aproximação do povo que tem sido negligenciado por décadas pelas classes mais progressistas brasileiras. Enquanto a esquerda, ainda na oposição política, entre a abertura democrática pós-ditadura e a vitória do primeiro governo popular no Brasil, apenas esbravejava, pastores e missionários evangélicos percorreram cada canto do país, instalaram-se nas regiões periféricas dos grandes centros urbanos, abriram suas portas para os rejeitados e ofereceram, em muitos momentos, não apenas o conforto espiritual, mas soluções materiais para as agruras do presente, por meio de uma rede comunitária de colaboração e apoio. O que teve fome e dificuldade, o desempregado, o doente, o sem-teto: todos eles, de alguma forma, encontraram conforto e solução por meio dos irmãos na fé. Enquanto isso, a esquerda tinha uma linda (e legítima) obsessão: “Fora ALCA!”.

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O crescimento dos evangélicos não é um milagre,
é resultado de um trabalho incansável
de aproximação com o povo

Desde Lutero, a fé como um ato de resistência (Life of Martin Luther and and the Heros of Reformation, litografia, 1874)

O mapa da religiosidade no Brasil revela nossa incompetência social: os evangélicos e pentecostais são mais numerosos entre mulheres (22,11% delas; homens, 18,25%), pretos, pardos e indígenas (24,86%, 20,85% e 23,84%, respectivamente), entre os menos instruídos (sem instrução ou até três anos de escolaridade: 19,80%; entre quatro e sete anos de instrução: 20,89% e de oito a onze anos: 21,71%) e na região norte do país, onde 26,13% da população declara-se evangélica ou pentecostal. O Acre, esse Estado que muitos acham que não existe, blague infantilmente repetida até mesmo por esclarecidos militantes de esquerda, tem 36,64% de evangélicos e pentecostais. É o Estado mais evangélico do país. Simples: a igreja falou aos corações e mentes daqueles com os quais a esquerda nunca verdadeiramente se importou, a não ser em suas dialéticas discussões revolucionárias de gabinete, universidade e assembleia.

O projeto de poder evangélico não é fortuito. Ele não nasceu com o governo Dilma Rousseff. Ele não é resultado de um afrouxamento ideológico do PT e nem significa, supõe-se, adesão religiosa dos quadros partidários. Ele é fruto de uma condição evangélica do país e de uma sistemática ação pela conquista do poder por vias democráticas, capitalizada por uma rede de colaboração financeira de ofertas e dízimos. Só não parece legítimo a quem está do lado de fora da igreja, porque, para cada um dos evangélicos e pentecostais, estar no poder é um direito. Eles não chegaram ao Congresso Nacional e, mais recentemente, ao Poder Executivo nacional por meio de um golpe. Se, por um lado, é lamentável que o uso da máquina governamental pode produzir intolerância e mistificação, por outro, acostumemo-nos, a presença deles ali faz parte da democracia. As mesmas regras políticas que permitiram um operário, retirante nordestino e sindicalista chegar ao poder são as que garantem nas vitória e posse de figuras conhecidas das igrejas evangélicas a câmaras de vereadores, prefeituras, governos de Estado, assembleias legislativas e Congresso Nacional. O lema “un homme, une voix” (“um homem, uma voz”) do revolucionário socialista L.A. Blanqui (1805-1881), “O Encarcerado”, tem disso.

Afora a legitimidade política – o método democrático e a representação popular não nos deixam mentir – a esquerda não conhece os evangélicos. A esquerda não frequentou as igrejas, a não ser nos indefectíveis cultos preparados como palanques para nossos candidatos demonstrarem respeito e apreço pelas denominações evangélicas em época de campanha, em troca de apoio dos crentes e de algumas imagens para a TV. A esquerda nunca dialogou com os evangélicos, nunca lhes apresentou seus planos, nunca lhes explicou sequer o valor que o Estado Laico tem, inclusive como garantia que poderão continuar assim, evangélicos ou como queiram, até o fim dos tempos. E agora muitos militantes, indignados com a presença deles no poder, os rechaçam com violência, como se isso resolvesse o problema fundamental que representam.

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A esquerda nunca dialogou com os evangélicos,
nunca lhes apresentou seus planos,
nunca lhes explicou sequer o valor do Estado Laico

George Whitefield (1714-1770) pregando nas colônias britânicas

Apenas quem foi evangélico sabe que a experiência da igreja não é puramente espiritual. E é nesse ponto que erramos como esquerda. A experiência da igreja envolve uma dimensão de resistência que é, de alguma forma, também política. O “não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito” (Paulo para os Romanos, capítulo 12, versículo 2) é uma palavra de ordem poderosa e, por que não, revolucionária, ainda que utilizada a partir de um ponto de vista conservador.

Em nenhuma organização política o homem comum terá protagonismo tão rápido quanto em uma igreja evangélica. O poder que se manifesta pela fé, a partir da suposta salvação da alma com o ato simples de “aceitar Jesus no coração como senhor e salvador”, segundo a expressão amplamente utilizada nos apelos de conversão, transforma o homem comum, que duas horas antes entrou pela porta da igreja imundo, em um irmão na fé, semelhante a todos os outros da congregação. Instantaneamente ele está apto a falar: dá-se o testemunho, relata-se a alegria e a emoção do resgate pago por Jesus na cruz. Entre os que estão sob Cristo, e são batizados por imersão, e recebem o ensino da palavra, e congregam da fé, não há diferenciação. Basta um pouco de tempo, ele pode se candidatar a obreiro. Com um pouco mais, torna-se elegível a presbítero, a diácono, a liderança do grupo de jovens ou de mulheres, a professor da escola dominical. Que outra organização social brasileira tem a flexibilidade de aceitação do outro e a capacidade de empoderamento tal qual se vêem nas pequenas e médias igrejas brasileiras, de Rio Branco, das cidades-satélite de Brasília, do Pará, de Salvador, de Carapicuíba, em São Paulo, ou Santa Cruz, no Rio de Janeiro? Nenhuma.

Se esqueçam dos megacultos paulistanos televisionados a partir da Av. João Dias, na Universal, ou da São João, do missionário R.R. Soares. Aquilo é Broadway. Estamos falando destas e outras denominações espalhadas em todo o território nacional, pequenas igrejas improvisadas em antigos comércios – as portas de enrolar revelam a velha vocação de uma loja, um supermercado, uma farmácia – reuniões de gente pobre com sua melhor roupa, pastores disponíveis ao diálogo, festas de aniversário e celebrações onde cada um leva seu prato para dividir com os irmãos.  A menina que tem talento para ensinar, ensina. O irmão que tem uma van, presta serviços para o grupo (e recebe por isso). A mulher que trabalha como faxineira durante a semana é a diva gospel no culto de domingo à noite: canta e leva seus iguais ao júbilo espiritual com os hinos. A bíblia, palavra de ninguém menos que Deus, é lida, discutida, debatida. Milhares e milhares de evangélicos em todo o país foram alfabetizados nos programas de Educação de Jovens e Adultos (EJAs) para simplesmente “ler a palavra”, como dizem. Raríssimo o analfabeto que tenha sido fisgado pela vontade ler “O Capital”, infelizmente. As esquerdas menosprezaram a experiência gregária das igrejas e permaneceram, nos últimos 30 anos, encasteladas em seus debates áridos sobre uma revolução teórica que nunca alcançou o coração do homem comum. Os pastores grassaram.

dica da Isabel Dias Heringer

Fonte: PAVABLOG

 
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Publicado por em 07/03/2012 em POIMENIA

 

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União de Blogueiros Evangélicos

Abordando as redes sociais, a edição nº 26, ano 5, Dezembro de 2011/Janeiro de 2012, citou o projeto UBE Blogs, lembrando que a comunidade, estabelecida na plataforma Ning, agrega mais de 15 mil membros.

Em matéria entitulada “Novas mídias para uma antiga mensagem”, o colunista Rafael Dantas, usando como fonte o Ibope/Finasca e Quest Inteligência de Mercado, informa que Brasil seria o quinto país em número de conexões à Internet; quase 75 milhões  de brasileiros seriam Internautas; existiriam no país entre 20 e 30 mil Blogueiros Evangélicos; e que a União de Blogueiros Evangélicos é uma associação com 15 mil agregados.

Mostra que nos dias atuais os crentes não olham o computador como uma ferramenta do anticristo, a nova geração nasce plugada à Internet, e hoje cada vez mais ela é considerada um grande campo missionário, que, no entanto, muitos cristãos não exploram.

“Assim como a imprensa de Guttemberg democratizou o conhecimento pelo livro impresso, a Internet está fazendo o mesmo , em escala maior, pelas páginas virtuais”, escreveu Rafael Dantas, citando o nosso amigo e blogueiro João Cruzué.

O projeto UBE Blogs nasceu, oficialmente, em 30 de agosto de 2007 com o selo dos três peixinhos. Era um sonho dos irmãos Valmir Nascimento MilomemAltair Germano e Esdras Costa Bentho de congregar blogueiros evangélicos para publicar conteúdo cristão na Internet.

Sem fins lucrativos, o projeto União de Blogueiros Evangélicos é uma comunidade virtual interdenominacional formada por cristãos evangélicos comprometidos com a grande comissão de Cristo e com a defesa da fé cristã. Todo conhecimento de blogagem reunida, torna-se disponível para que você possa criar, editar e publicar conteúdo edificante em um blog ou site evangélico, e assim possa somar junto a nós na Blogosgeta Cristã.

Os primeiros a postarem no Blog Oficial, foram:

Valmir Nascimento Milomem | E Agora, Como Viveremos?
Primeira postagem em 23 de Janeiro de 2007: Cadastre seu blog

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Victor Leonardo Barbosa | Geração Que Lamba
Primeira participação em 29 de Setembro de 2007: A importância dos jornalistas (e cristãos).

Gutierres Siqueira
 (Teologia Pentecostal
Primeira postagem em 16 de Outubro de 2007: A internet cristã

Eliseu Antonio Gomes
 | Belverede
Primeira postagem em 23 de Outubro de 2007: Divulgue seu blog.

Sammis Reachers
 | Poesia Evangélica
Primeira postagem em 26 de Dezembro de 2007: Alerta Filme ateu para crianças estreia nos cinemas

Pela ordem de primeiras postagens:

Em 2008,  o Blog Oficial recebeu mais articulistas:  João Cruzué (Olhar Cristão) e Carlos Eduardo (Geração Que Lamba). No ano de 2010, vieram Luis Carlos Ribeiro (Evangelização); Wilma Rejane (A Tenda na Rocha); Cintia Kaneshigue(Vivendo a Última Hora), Wagner Santos (Geração Elias).

Em 2011, e tão importante quanto os seus antecessores, chegou para a trupe UBE Blogs Wallyson Sousa (Desafiando Limites, Vencendo Barreiras).

Os primeiros Administradores da comunidade UBE Blogs, na plataforma Ning, foram Walmir N. Milomem e Wagner dos Santos. Depois tivemos os préstimos de João Cruzué. Entre Dezembro de 2008 até 23 de Junho de 2009 a UBE Blogs cresceu de 1.300 para 4 mil blogs inscritos. No final de agosto de 2009, chegamos à marca de 5 mil blogs inscritos, se tornando a maior associação de blogueiros na Rede Mundial de Computadores. Em 16 de Janeiro de 2012, a UBE Blogs atingiu a marca de 16.800, com crescimento aproximado de vinte inscrições ao dia. Nesta data, somos 17.164 agregados.

Atualmente, o staff de Administradores da comunidade UBE Blogs – União de Blogueiros Evangélicos, é composto pelos seguintes Blogueiros: Valmir N. Milomen; Sammis Reachers; Eliseu Antonio Gomes; Luis Ribeiro; e, Wilma Rejane. Também conta com a coodenação de Wallace Sousa.

Ainda, há um grupo de Moderadores, em ordem alfabética: Agnaldo Silva Mariano (Creio e Confesso), Aylon da Silva (Pregação Versus Hermenêutica),Cíntia Kaneshigue  (Vivendo a Última Hora), Dionildo M. Dantas (Blog do Dionildo Dantas), Joice de Sousa Silva (Comunidade Evangélica Marcas de Cristo), Luiz Felipe Lehman (Brasil – Liberdade e Democracia), Marcelo Targon (Vamos Compartilhar o Amor de Jesus!).

Não custa nada relembrar. O projeto UBE Blogs agrega Internautas Blogueiros na rede social Ning e outras redes também. Pela ordem de criação:

• Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=38716780

• Ning: http://www.ubeblogs.com.br/

• Facebook: https://www.facebook.com/eliseu.gomes#!/groups/184815858221099/

• Twitter: http://twitter.com/#!/ubeblogs

• UBE Blogs Testemunhos: http://testemunhosube.blogspot.com/

Convidamos vocês a passarem por cada um desses espaços virtuais e permanecer conosco neles.

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Eliseu Antonio Gomes.

Fonte: UBE BLOGS

 
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Publicado por em 06/03/2012 em POIMENIA

 

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Associação Billy Graham demite funcionários para focar em seu ministério de evangelismo pela Internet

Associação Billy Graham demite funcionários para focar em seu ministério de evangelismo pela Internet

Conhecida mundialmente desde a década de 1950 por causa de suas cruzadas evangelísticas, a Associação Evangelística Billy Graham está mudando seu foco, de forma a trabalhar agora em trabalhos de evangelismo pela Internet. Billy Graham ainda é o presidente honorário da instituição, mas seu filho, Franklin, é quem atua como presidente e CEO.

Com escritórios em cinco países a associação promove formação espiritual, retiros, cruzadas evangelísticas e festivais, o projeto “Biblioteca Billy Graham” e vários programas evangelísticos através de livros, programas de rádio, televisão e sites de internet.

Com o fim das cruzadas a receita da associação caiu de US$ 126 milhões para US$ 93 milhões, chegando em 2011 a 91,6 milhões de dólares, em fevereiro de 2009 a associação começou as demissões, dispensando 55 funcionários. Este mês foi anunciado o corte de mais 50 pessoas, ou seja, 10 por cento dos seus empregados serão dispensados.

A associação divulgou um comunicado esta semana, explicando que o corte de empregos “de nenhuma maneira reflete problemas com a saúde financeira da organização”. A afirmação é de que essas mudanças são reflexo da mudança de foco. Muitos empregados foram remanejados para o que seriam as suas “prioridades estratégicas”, incluindo o site “SearchforJesus.net”, explica o comunicado.

O vice-presidente executivo da Associação, Preston Parrish, justifica a mudança de foco da instituição dizendo que “todos os dias, as pessoas estão procurando por respostas on-line”. “Em seu momento de necessidade, estamos apresentando a única esperança que temos neste mundo a esperança encontrada através de um relacionamento com Jesus Cristo”, explicou.

De acordo com o Charlotte Observer o projeto direciona buscas de frases como “O que acontece quando eu morrer?” ou “Por que estou aqui?” para conteúdos preparados para a instituição, que disponibiliza também conselheiros on-line para os potenciais fiéis.

Fonte: Gospel+

 
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Publicado por em 05/03/2012 em POIMENIA

 

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Evangélicos e católicos fazem campanha de oração pela saúde de Hugo Chávez

Evangélicos e católicos fazem campanha de oração pela saúde de Hugo Chávez

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, vem lutando desde o ano passado contra uma grave enfermidade, diagnosticado com câncer de próstata no começo de 2011, o líder venezuelano já passou por várias cirurgias para tentar reverter o avanço da doença, a última foi realizada em Cuba, no último dia 28, para tratar de uma nova lesão causada pelo tumor cancerígeno. Na esperança da recuperação do paciente, evangélicos e católicos deram início a uma campanhas de oração pelo restabelecimento da saúde de Chávez.

Mesmo sendo definido como um ditador por muitos, Hugo Chávez ainda possui grande popularidade em seu país, e mesmo com o iminente perigo de morte causado pelo câncer, muitos de seus admiradores a apoiadores políticos desejam vê-lo firme no comando do país. Esta semana igrejas evangélicas convocaram seus fiéis para uma jornada de oração em prol do presidente, e católicos realizaram missa agradecendo pelo sucesso da cirurgia e pedindo pela saúde de Chávez.

A campanha realizada pelos evangélicos foi organizada por pastores das igrejas Batista, Menonita, Damasco e pela Coordenadoria Evangélica. Ainda houve uma celebração ecumênica realizada no Seminário Teológico Batista, com participação do padre Antônio Castro da Igreja Católica e alguns pastores evangélicos. O presidente Hugo Chávez foi lembrado como um homem valoroso, que luta em favor dos pobres. O sacerdote Pedro Declerc o definiu como “um mensageiro de Deus”, por consagrar-se às causas justas.

Fonte: Gospel+

 
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Publicado por em 04/03/2012 em POIMENIA

 

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Tempo de partir

Ricardo Gondim

Não perdi o juízo. Minha espiritualidade não foi a pique. Minhas muitas tarefas não me esgotaram. Entretanto, não cessam os rótulos e os diagnósticos sobre minha saúde espiritual. Escrevo, mas parece que as minhas palavras chegam a ouvidos displicentes. Para alguns pareço vago, para outros, fragmentado e inconsistente nas colocações (talvez seja mesmo). Várias pessoas avisam que intercedem a Deus para que Ele me acuda.

Minha peregrinação cristã está, há muito,  marcada por rompimentos. O primeiro, rachei com a Igreja Católica, onde nasci, fui batizado e fiz a Primeira Comunhão. Em premonitórias inquietações não aceitava dogmas. Pedi explicações a um padre sobre certas práticas que não faziam muito sentido para mim. O sacerdote simplesmente deu as costas, mas antes advertiu: “Meu filho, afaste-se dos protestantes, eles são um problema!”.

Depois de ler a Bíblia, decidi sair do catolicismo; um escândalo para uma família que se orgulhava de ter padres e freiras na árvore genealogia –  e nenhum “crente”. Aportei na Igreja Presbiteriana Central de Fortaleza.  Meus únicos amigos crentes vinham dessa denominação. Enfronhei em muitas atividades. Membro ativo, freqüentei a escola dominical, trabalhei com outros jovens na impressão de boletins, organizei retiros e acampamentos. No cúmulo da vontade de servir, tentei até cantar no coral – um desastre. Liderei a União de Mocidade. Enfim, fiz tudo o que pude dentro daquela estrutura. Fui calvinista.  Acreditei por muito tempo que Deus, ao criar todas as coisas, ordenou que o universo inteiro se movesse de acordo com sua presciência e soberania. Aceitei tacitamente que certas pessoas vão para o céu e para o inferno devido a uma eleição. Essa doutrina fazia sentido para mim até porque eu me via um dos eleitos. Eu estava numa situação bem confortável. E podia descansar: a salvação da minha alma estava desde sempre garantida. Mesmo que caísse na gandaia, no último dia, de um jeito ou de outro, a graça me resgataria. O propósito de Deus para minha vida nunca seria frustrado, me garantiram.

Em determinada noite, fui a um culto pentecostal. O Espírito Santo me visitou com ternura. Em êxtase, imerso no amor de Deus, falei em línguas estranhas – um escândalo na comunidade reverente e bem comportada. Sob o impacto daquele batismo, fui intimado a comparecer à versão moderna da Inquisição. Numa minúscula sala, pastores e presbíteros exigiram que eu negasse a experiência sob pena de ser estigmatizado como reles pentecostal. Ameaçaram. Eu sofreria o primeiro processo de expulsão, excomunhão, daquela igreja desde que se estabelecera no século XIX. Ainda adolescente e debaixo do escrutínio opressivo de uma gerontocracia inclemente, ouvi o xeque mate: “Peça para sair, evite o trauma de um julgamento sumário. Poupe-nos de sermos transformados em carrascos”. Às duas da madrugada, capitulei. Solicitei, por carta, a saída. A partir daquele momento, deixei de ser presbiteriano.

De novo estava no exílio. Meu melhor amigo, presidente da Aliança Bíblica Universitária, pertencia a Assembléia de Deus e para lá fui. Era mais um êxodo em busca de abrigo. Eu só queria uma comunidade onde pudesse viver a fé. Cedo vi que a Assembléia de Deus estava engessada. Sobravam legalismo, politicagem interna e ânsia de poder temporal. Não custou e notei a instituição acorrentada por uma tradição farisaica. Pior, iludia-se com sua grandeza numérica. Já pastor da Betesda eu me tornava, de novo, um estorvo. Os processos que mantinham o povo preso ao espírito de boiada me agrediam. Enquanto denunciava o anacronismo assembleiano eu me indispunha. A estrutura amordaçava e eu me via inibido em meu senso crítico. A geração de pastores que ascendia se contentava em ficar quieta. Balançava a cabeça em aprovação aos desmandos dos encastelados no poder. Mais uma vez, eu me encontrava numa sinuca. De novo,  precisei romper. Eu estava de saída da maior denominação pentecostal do Brasil. Mas, pela primeira vez, eu me sentia protegido. A querida Betesda me acompanhou.

Agora sinto necessidade de distanciar-me do Movimento Evangélico. Não tenho medo. Depois de tantas rupturas mantenho o coração sóbrio. As decepções não foram suficientes para azedar a minha alma, sequer fortes para roubar a minha fé. “Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso”.

Estou crescentemente empolgado com as verdades bíblicas que revelam Jesus de Nazaré. Aumenta a minha vontade de caminhar ao lado de gente humana que ama o próximo. Sinto-me estranhamente atraído à beleza da vida. Não cesso de procurar mentores. Estou aberto a amigos que me inspirem a alma.

Então por que uma ruptura radical? Meu movimentos visam preservar a minha alma da intolerância.  Saio para não tornar-me um casmurro rabugento. Não desejo acabar um crítico que nunca celebra e jamais se encaixa onde a vida pulsa. Não me considero dono da verdade. Não carrego a palmatória do mundo. Cresce em mim a consciência de que sou imperfeito. Luto para não permitir que covardia me afaste do confronto de meus  paradoxos. Não nego: sou incapaz de viver tudo o que prego – a  mensagem que anuncio é muito mais excelente do que eu. A igreja que pastoreio tem enormes dificuldades. Contudo, insisto com a necessidade de rescindir com o que comumente se conhece como Movimento Evangélico.

1. Vejo-me incapaz de tolerar que o Evangelho se transforme em negócio e o nome de Deus vire marca que vende bem. Não posso aceitar, passivamente, que tentem converter os cristãos em consumidores e a igreja, em balcão de serviços religiosos. Entendo que o movimento evangélico nacional se apequenou. Não consegue vencer a tentação de lucrar como empresa. Recuso-me a continuar esmurrando as pontas de facas de uma religião que se molda à Babilônia.

2. Não consigo admirar a enorme maioria dos formadores de opinião do movimento evangélico (principalmente os que se valem da mídia). Conheço muitos de fora dos palcos e dos púlpitos. Sei de histórias horrorosas, presenciei fatos inenarráveis e testemunhei decisões execráveis. Sei que muitas eleições nas altas cupulas denominacionais acontecem com casuísmos eleitoreiros imorais. Estive na eleição para presidente de uma enorme denominação. Vi dois zeladores do Centro de Convenções aliciados com dinheiro. Os dois receberam crachá e votaram como pastores. Já ajudei em “cruzadas” evangelísticas cujo objetivo se restringiu filmar a multidão, exibir nos Estados Unidos e levantar dinheiro. O fim último era sustentar o evangelista no luxo nababesco. Sou testemunha ocular de pastores que depois de orar por gente sofrida e miserável debocharam delas, às gargalhadas. Horrorizei-me com o programa da CNN em que algumas das maiores lideranças do mundo evangélico americano apoiaram a guerra do Iraque. Naquela noite revirei na cama sem dormir. Parecia impossível acreditar que homens de Deus colocam a mão no fogo por uma política beligerante e mentirosa de bombardear outro país. Como um movimento, que se pretende portador das Boas Novas, sustenta uma guerra satânica, apoiada pela indústria do petróleo.

3. No momento em que o sal perde o sabor para nada presta senão para ser jogado fora e pisado pelos homens. Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade por priorizar a mensagem que promete prosperidade. Como conviver com uma religião que busca especializar-se na mecânica das “preces poderosas”? O que dizer de homens e mulheres que ensinam a virtude como degrau para o sucesso? Não suporto conviver em ambientes onde se geram culpa e paranóia como pretexto de ajudar as pessoas a reconhecerem a necessidade de Deus.

4. Não consigo identificar-me com o determinismo teológico que impera na maioria das igrejas evangélicas. Há um fatalismo disfarçado que enxerga cada mínimo detalhe da existência como parte da providência. Repenso as categorias teológicas que me serviam de óculos para a leitura da Bíblia. Entendo que essa mudança de lente se tornou ameaçador. Eu, porém, preciso de lateralidade. Quero dialogar  com as ciências sociais. Preciso variar meus ângulos de percepção. Não gosto de cabrestos. Patrulhamento e cenho franzido me irritam . Senti na carne a intolerância e como o ódio está atrelado ao conformismo teológico. Preciso me manter aberto à companhia de gente que molda a vida, consciente ou inconsciente, pelos valores do Reino de Deus sem medo de pensar, sonhar, sentir, rir e chorar. Desejo desfrutar (curtir)  uma espiritualidade sem a canga pesada do legalismo, sem o hermético fundamentalismo, sem os dogmas estreitos dos saudosistas e sem a estupidez dos que não dialogam sem rotular.

Não, não abandonarei a vocação de pastor. Não negligenciarei a comunidade onde sirvo. Quero apenas experimentar a liberdade prometida nos Evangelhos. Posso ainda não saber para onde vou, mas estou certo dos caminhos por onde não devo seguir.

Soli Deo Gloria

fonte: site do Ricardo Gondim

via: PAVABLOG

 
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Publicado por em 15/02/2012 em POIMENIA

 

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Dilma x Evangélicos: Promessas quebradas e conflito crescente

Bancada evangélica se une contra projetos que vão em desacordo com seus interesses e geram conflitos entre o partido da presidente.

Dilma x Evangélicos: Promessas quebradas e conflito crescente

Presidente eleita com apoio de lideranças evangélicas não dá sinais que pretende honrar promessas de campanha:

Não mandar ao Congresso ou sancionar qualquer legislação que impacte a religião, como legalização do aborto e casamento homossexual.
Tratar o aborto como questão de saúde pública, atendendo às mulheres que tenham abortado e enfrentem risco de morrer.
Sancionar o projeto de lei complementar 122 (que criminaliza a homofobia) apenas nos artigos que não violem a liberdade de crença, de culto e de expressão e as demais garantias constitucionais individuais.
Fazer da família o foco principal de seu governo.
Não promover iniciativas que afrontem a família.
Fazer leis e programas que tenham a família como foco.
Defender a convivência entre as diferentes religiões.
Manter diálogo com as igrejas.

Para quem não lembra, essas são algumas promessas que a presidente Dilma Rousseff fez ao longo da campanha eleitoral em 2010. Elas estão relacionadas ao tema “Família e Religião”.

De modo geral, muitas das promessas de campanha ficaram esquecidas e algumas já foram parcialmente cumpridas. Mas com o lançamento dos candidatos que irão concorrer a cargos eletivos este ano, parece que os evangélicos foram envolvidos em vários compromissos que não estão sendo honrados pela presidente nem pelos seus aliados políticos.

Isso tem causado mal estar de maneira especial entre os políticos evangélicos de todo o país. O motivo é claro, as contradições são muito grandes para quem dizia há menos de dois anos atrás que manteria o diálogo com as igrejas.

O primeiro grande embate foi o chamado “kit gay”, material que seria distribuído em escolas de todo o país para combater o preconceito contra os homossexuais. A proposta era  de Fernando Haddad, ex-ministro da Educação e hoje pré-candidato do PT à prefeitura de São Paulo.

Magno Malta, líder do PR no Senado já anunciou que vai mobilizar os evangélicos para derrotar Fernando Haddad. “Nós [religiosos] vamos derrotar o Haddad e qualquer um que acredite em ‘kit gay’ e aborto”, disse Malta, um dos expoentes da bancada evangélica.

Parte da motivação de Magno Malta é a fala do ministro Gilberto Carvalho (Secretario-Geral da Presidência) durante o Fórum Social realizado em Porto Alegre.

Na ocasião, foi divulgado que Carvalho pretende unir o PT e outros partidos  em uma batalha ideológica contra evangélicos pelo “domínio” das classes C e D.

Em seu discurso, ele lembrou “Estive na campanha do ex-presidente Lula buscando apoio do povo evangélico. E também, com a presidenta Dilma, em intensa maratona, viajei por todo o Brasil reunindo expressivas lideranças religiosas. Apoio decisivo e importante para a Vitória no segundo turno”.

Ao mesmo tempo, ressurgiu o debate sobre o aborto, um dos temas que pautou parte da   disputa de 2010 entre Dilma Rousseff e José Serra.

O motivo é a nomeação de Eleonora Menicucci para ser ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres. Menicucci é conhecida por defender a legalização do aborto. Numa de suas primeiras entrevistas como ministra, ela reafirmou sua posição e chamou o aborto de “problema de saúde pública”, comparando-o ao combate à dengue e às drogas.

Vários políticos ligados às alas evangélicas e católicas se manifestaram e chegaram a pedir que ela não fosse empossada.

A ministra voltou atrás no dia seguinte, mas o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) foi para a plenária cobrar publicamente a quebra das promessas de campanha de Dilma.

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Silas Malafaia, que apoiou Serra na eleição, escreveu no Twitter: “O PT está dando um tiro no pé atacando os evangélicos. Eles vão se ferrar”. Malafaia tem se manifestado para protestar contra o Projeto de Lei 122, desarquivado no Senado, em fevereiro de 2011, pela senadora Marta Suplicy, do PT, com a assinatura de 27 senadores.

PL 122 criminaliza qualquer ação, opinião ou crítica que venha a ser interpretada como discriminação ou preconceito quanto ao homossexualismo no Brasil, com pena de 2 a 4 anos de prisão.

Em suma, as questões principais que afligiram os evangélicos durante as últimas eleições e que, inclusive, causaram divisões, uma vez que as principais denominações  escolheram um lado ou outro em 2010, continuam preocupando.

Dilma prometeu “Fazer leis e programas que tenham a família como foco” e “Não promover iniciativas que afrontem a família”. Parece que seus ministros ou não sabem disso ou já esqueceram as promessas de campanha. A frequência com que os conflitos entre evangélicos e o governo atual tem entrado em rota de colisão indica que o assunto está longe de terminar e provavelmente não será pacífico nas discussões das eleições deste ano.

Segundo a Frente Parlamentar Evangélica, nas eleições de 2010, a bancada cresceu de 46 deputados (9% do total) para 68 deputados (13,2%). Isso significa um aumento de mais de 50% de uma eleição para a outra. No Senado, dos 81 senadores, apenas 3 se declaram evangélicos: Walter Pinheiro (PT-BA), Magno Malta (PR-ES) e Marcelo Crivella (PR-RJ).

Embora não sejam todos do mesmo partido, se fossem reunidos em um só, seria o terceiro maior do Congresso. Ficariam atrás de PT e PMDB, e empatados com o número de parlamentares do PSDB.

Fonte: GOSPEL PRIME

 
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Publicado por em 11/02/2012 em POIMENIA

 

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