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Ex-presidente americano lança Bíblia de Estudo

Jimmy Carter ensina na Escola Dominical de sua igreja há mais de 70 anos

 Ex-presidente americano lança Bíblia de Estudo

Jimmy Carter é um plantador de amendoim que virou presidente na década de 1970, mas nunca abandonou a Igreja Batista Maranata, em Plains, Geórgia.

Na Casa Branca, Carter ainda encontrou tempo para calmamente ensinar na escola dominical em 14 ocasiões. Ele participou de cultos em várias igrejas, incluindo reuniões em Camp David, uma espécie de “casa de campo” presidencial.

Desde que voltou para casa, depois de perder a reeleição para Ronald Reagan em 1980, Carter tem ensinado na escola dominical, como faz desde que foi para a Marinha, com 18 anos. O presidente hoje tem 88, são, portanto, sete décadas de experiência.

A editora Zondervan acreditou que ele estava capacitado a ser um comentarista da Bíblia, por isso publicou, na semana passada, a Bíblia de Estudo Lições de Vida, com as reflexões pessoais de Jimmy Carter.

“Como os discípulos, não devemos ser orgulhosos e procurar uma posição ascendente ou discutir sobre quem é o maior entre nós”, observa ele, ao refletir sobre uma passagem do Evangelho de Marcos em que os seguidores de Jesus debatem sobre quem dentre eles é o maior.

Carter se lançou como candidato à Casa Branca em 1976, quando  os EUA ainda debatiam a renúncia do presidente Nixon após o escândalo Watergate. Carter era um governador relativamente desconhecido e tinha uma vida aparentemente limpa. O fiel batista logo se tornou o queridinho dos eleitores cristãos evangélicos. Durante a campanha, Carter anunciou  orgulhosamente que havia  ”nascido de novo.” Em pouco tempo recebeu o apelido de “Presidente Redentor “.

Mas qualquer noção que Carter iria governar como ensinava na escola dominical foi dissipada quando ele assumiu o cargo. ”Eu fui ensinado a acreditar na completa separação entre Igreja e Estado”, disse ele.

Logo o presidente evangélico descobriu que era impossível separar a fé cristã de sua vida diária na Casa Branca. “Eu era muito cuidadoso para não confundir a prática religiosa com minhas decisões como presidente, exceto quanto aos valores morais”, disse ele.

Desde antes do tempo na Casa Branca, ele e sua esposa Rosalynn desenvolveu o hábito de ler as Escritura em voz alta todas as noites. Eles mantêm esse hábito até hoje e assim que terminam de ler a Bíblia, começam de novo, desde o início.

“Eu tentei colocar em prática os ensinamentos de Cristo no tempo que fui presidente”, disse ele. Para Carter, isso significa políticas que buscavam a paz em todo o mundo e cuidar dos mais necessitados. Mesmo assim, ele não foi reeleito.

Hoje, o ex-presidente atua como líder humanitário, criou o Carter Center para promover os direitos humanos, o avanço das democracias e a busca de soluções pacíficas para conflitos internacionais. Ele e a esposa são grandes incentivadores e mantenedores da Habitat for Humanity, uma ONG que constrói casas  em países pobres.

Carter também atuou como observador internacional de muitas eleições em países que voltavam ao regime democrático ou que tentavam implantar tal regime em substituição a ditaduras. Por suas ações no intuito de promover a paz mundial, direitos humanos, democracia e tendo sido mediador em diversas questões conflitivas ao redor do globo, recebeu, em 2002, o Prêmio Nobel da Paz.

A curiosidade sobre o que esse cristão tem a ensinar ainda é grande. Sua igreja tem  apenas 30 membros, mas quando é anunciado que Carter ensinará na escola dominical lá hoje, o número de pessoas pode chegar a 800. É maior que a população da pequena cidade de Plains, onde ele vive, que possui 650 moradores.

“Uma das principais coisas que eu tento fazer é conectar as Escrituras tão antigas com a vida moderna”, disse ele. “Com todas as experiências que tive, acredito que são coisas que ainda interessam para as pessoas que vêm me ouvir ensinar “.

A Zondervan acredita que a Bíblia Carter deverá vender cerca de 250.000 cópias nos próximos anos. Verne Kenney, vice-presidente executivo da editora explica: “Acreditamos que podemos atrair alguns leitores que não se interessariam pelo produto, mas tem curiosidade para saber o que pensa quem escreveu as notas”.

 Traduzido e adaptado de CNN

Fonte: GOSPEL PRIME

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Publicado por em 20/03/2012 em POIMENIA

 

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Movimento tenta limitar ensino religioso em escolas públicas

FÁBIO TAKAHASHI

DE SÃO PAULO
RENATO MACHADO
DE BRASÍLIA

Se depender de organizações educacionais e ligadas a direitos humanos, o ensino religioso nas escolas públicas do país será restringido.

Na semana passada, a posição entrou formalmente na discussão no Supremo Tribunal Federal, que analisa a constitucionalidade de artigo sobre a matéria presente em acordo entre o Brasil e Igreja Católica, de 2010.

O grupo de cinco associações quer proibir políticas como a do governo de São Paulo, que prevê o ensino religioso do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental de forma “transversal” –ou seja, dado junto com outros conteúdos.

Querem vetar também a opção do governo do Rio.

Fizeram o pedido ao Supremo a Ação Educativa, Relatoria Nacional para o Direito Humano à Educação, Conectas Direitos Humanos, Ecos e Comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher.

Cecília Acioli/Folhapress
Alessandra Amaral Soares, professora de religião da rede estadual do Rio; movimento quer limitar disciplina
Alessandra Amaral Soares, professora de religião da rede estadual do Rio; movimento quer limitar disciplina

CONSTITUIÇÃO

Para as entidades, os Estados infringem a Constituição. No caso de São Paulo, um dos princípios feridos, dizem, é o de que o ensino religioso deve ser optativo. Se o conteúdo é espalhado, o aluno não tem a opção de não assisti-lo.

A corte aceitou incluir a argumentação das entidades no processo. Entidades religiosas e não religiosas também serão ouvidas.

Há debate jurídico porque a Constituição, além de fazer restrições, prevê ainda que o “ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental”, que atendem 28 milhões de alunos.

SANTA SÉ

A discussão foi parar no Supremo porque o Ministério Público Federal viu como inconstitucional decreto presidencial que confirma acordo entre Brasil e Igreja Católica.

O texto cita a presença nas escolas do ensino “católico e de outras confissões”.

Para o Ministério Público, a norma abre espaço para que haja catequese nas escolas, ao usar o temo “confissões”.

O órgão defende que o ensino religioso deve se restringir a exposição de práticas e da história das religiões.

Para as cinco entidades, a restrição precisa ser mais ampla, vetando, por exemplo, as aulas “transversais” em SP.

Ainda não há data para a votação na Corte. O grupo de entidades espera que o relator, Carlos Ayres Britto, defina seu voto ainda neste mês.

Fonte: FOLHA

 
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Publicado por em 19/03/2012 em POIMENIA

 

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Após aprovação de audiência para discussão da “cura gay”, Marisa Lobo afirma que debate será “construtivo”

Após aprovação de audiência para discussão da “cura gay”, Marisa Lobo afirma que debate será “construtivo”

Após a aprovação do requerimento de audiência pública para discussão do Código de Ética do Conselho Federal de Psicologia, encaminhado à presidência da Comissão de Seguridade Social e Família pelo relator deputado Federal Roberto de Lucena, a psicóloga Marisa Lobo publicou em seu blog um artigo sobre a discussão.

Marisa Lobo afirmou que a audiência pública para o debate de ideias “veio em um momento em que o CFP tem sido muito questionado por posturas antiéticas, até mesmo por estar cometendo crime de prevaricação, perseguição religiosa, preconceito travestido de defesa dos direitos humanos, e de falta de ética profissional”.

A psicóloga afirmou ainda que estará presente no debate, e que sua função será “discutir direitos constitucionais e a verdadeira intenção pela qual foi criada a resolução 01/999, que estabelece normas para atuação do psicólogo”, pois segundo ela, da forma como está, a resolução “deixa dúvidas, com informações dúbias, capciosas, que somente impõe medo aos profissionais procurados, espontaneamente, por pessoas que queiram mudar sua orientação, condição e ou opção”.

O polêmico artigo 3 do Código de Ética do CFP determina que os psicólogos são proibidos de “realizar qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas e proíbe os psicólogos de adotarem ações coercitivas tendentes a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados”. No ponto de vista de Marisa Lobo, “A expressão – ‘não solicitados’ – não é, e não foi, explicada claramente para a sociedade”.

Atualmente, psicólogos podem sofrer punições caso recebam em seus consultórios pacientes buscando ajuda profissional para discutir sua sexualidade e não se recusem a atendê-los. Contra isso, o deputado João Campos propôs alteração no Código de Ética, para que os psicólogos possam atender pessoas que busquem ajuda para abandonar o homossexualismo.

Marisa Lobo afirmou que o “debate será construtivo, educativo, elucidativo e verdadeiro, vindo justamente para esclarecer o que podemos, e o que não podemos fazer quanto a sexualidade em nossa profissão”.

Confira abaixo, a íntegra do artigo de Marisa Lobo:

Aprovada, por unanimidade, audiência Pública do projeto do deputado João Campos , relator deputado Lucena, que tem como intuito a discussão do papel do psicólogo no tratamento da sexualidade.

Esta discussão, extremamente importante, veio em um momento em que o CFP tem sido muito questionado por posturas antiéticas, até mesmo por estar cometendo crime de prevaricação, perseguição religiosa, preconceito travestido de defesa dos direitos humanos, e de falta de ética profissional.

Estarei nesta audiência juntamente com outros profissionais, e com o presidente do CFP. Minha função é discutir direitos constitucionais e a verdadeira intenção pela qual foi criada a resolução 01/999, que estabelece normas para atuação do psicólogo.

Uma resolução que deixa dúvidas, com informações dúbias, capciosas, que somente impõe medo aos profissionais procurados, espontaneamente, por pessoas que queiram mudar sua orientação, condição e ou opção. (termos usados pela própria resolução, e que são omitidos por militantes).

Precisamos, de maneira responsável, sem paixões idealistas, analisar esta resolução sim, e dar o devido direito à pessoa que sofre, seja ela homossexual ou heterossexual. Se os direitos são iguais e, se é normal, natural, então discordo quando dizem que nunca um heterossexual vai pedir para reverter sua sexualidade, pode sim. Seguindo este principio de normalidade, porque não? Se eu, profissional, achar que não, estarei agindo com preconceito e contradizendo a própria resolução, e a declaração de direitos humanos.

O artigo principal a ser questionado é esse abaixo

“Artigo 3: Neste sentido proíbe os psicólogos a realizar qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas e proíbe os psicólogos de adotarem ações coercitivas tendentes a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados”.

A expressão – “não solicitados” – não é, e não foi, explicada claramente para a sociedade. Agora esta sociedade e os profissionais saberão, de fato, que um ser humano que não estiver feliz com sua orientação, condição e ou opção tem direito de buscar ajuda, seja para reverter sua orientação, condição e ou opção de homo para hetero ou vice e versa. O que não pode ocorrer é o psicólogo prometer cura, pois não é doença, verdade absoluta, não é doença. Se fosse doença o psicólogo, ainda assim, não teria o direito de tratar, pois não é médico, muito menos psiquiatra.

Ao contrário do que tenta fazer crer o CFP, a homossexualidade não desapareceu por inteiro do Catálogo Internacional de Doenças adotado pela Organização Mundial de Saúde. O travestismo e o transexualismo, por exemplo, continuam a fazer parte da CID, sendo considerados “transtornos da personalidade e do comportamento do adulto”.

O debate será construtivo, educativo, elucidativo e verdadeiro, vindo justamente para esclarecer o que podemos, e o que não podemos fazer quanto a sexualidade em nossa profissão.

Esclareço que todo ser humano tem livre arbítrio, e tudo tem que ser feito dentro dos limites de seu desejo e vontade e, é exatamente esse direito, que iremos discutir, pois tem sido negado em parte.

Quem estiver feliz com sua orientação, condição e opção, não tem porque ficar contra essa audiência, será incompreensível este comportamento de se opor, pois estamos agindo de maneira absolutamente laica, e colocando em ação o artigo 18 da Declaração de Direitos Humanos, no intento de preservar os direitos de ambos os lados.

Todo cidadão tem direitos, sendo iguais perante a lei, e por que os que se declaram ex-gays, por exemplo, tem que se esconder? A perseguição é tanta pelo movimento militante da ditadura gay, que não dão esse direito a essas pessoas, ou seja, quem defende os ex-homossexuais? Se não pode haver reversão de orientação, então porque tem tantos ex-gays casados? Eu não falarei sobre esse tema na audiência, prefiro perguntar para o presidente do CFP, que pode ir se preparando para responder esta questão.

.Vou me valer das palavras do ex-presidente do CFP – Furtado – que, explicando a resolução reforça – “Os psicólogos não podem, por regra ética, recusar atendimento a quem lhes procure em busca de ajuda.” Por isso é equivocada qualquer afirmação de que os psicólogos estão proibidos de atenderem homossexuais que busquem seus serviços, incluindo a demanda de atendimentos que possam ter como objeto o desejo, espontâneo e expresso, do cliente, de mudança de orientação sexual, seja ela hetero ou homossexual. No entanto os psicólogos não podem prometer cura, pois não podem considerar que seu cliente esteja doente, ou apresentando distúrbio ou perversão. No sentido da “moral” concordo, mas da perversão da libido original Freud explica.
Para quem sabe ler, sem preconceitos ideológicos, ao preservar integralmente esse dispositivo da resolução, João Campos deixa claro que não está propondo nenhuma “cura gay”, ou seja, ele concorda que os psicólogos não devem “patologizar” (transformar em doença) os “comportamentos homoeróticos”, muito menos devem obrigar ou induzir um homossexual a se submeter a qualquer tratamento contra sua própria vontade. Agora, o que nenhuma pessoa de bom senso pode aceitar, é que um conselho profissional baixe normas que afetem não apenas seus filiados no exercício da profissão, mas também a população de um modo geral, incluindo os próprios psicólogos que, antes de serem profissionais, são pessoas e precisam ter sua individualidade respeitada pelo conselho. Diz Julio severo

Abaixo segue requerimento aprovado por unanimidade:

Comissão de Seguridade Social e Família

R E Q U E R I M E N T O _______ 2012

(do Sr. Roberto de Lucena)

Requer realização de Audiência Pública para discussão do Projeto de Decreto Legislativo 234/2011 que visa sustar a aplicação do Parágrafo Único do Artigo 3º e Artigo 4º da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1 de 23 de março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação a questão da orientação sexual

Senhor Presidente,
Requeiro com base nos artigos 117 e 255 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, a realização de Audiência Pública para discutir o Projeto de Decreto Legislativo 234/2011 que susta a aplicação do Parágrafo Único do Artigo 3º e Artigo 4º da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1 de 23 de março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação a questão da orientação sexual.

JUSTIFICATIVA

Em 19 de outubro de 2011 esta Comissão de Seguridade Social e Família aprovou, por unanimidade, a realização de uma Audiência Pública para discutir o Projeto de Decreto Legislativo 234/2011, da qual sou o relator, que visa sustar a aplicação do Parágrafo Único do Artigo 3º e Artigo 4º da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1 de 23 de março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação a questão da orientação sexual (Requerimento nº 128/2011 –CSSF).

Em virtude das inúmeras atividades realizadas por esta Comissão não houve tempo hábil para a realização do importante debate no ano de 2011, razão pela qual apresento o presente Requerimento, reiterando o pedido de Audiência Pública para debater o mencionado PDC 234/2011 considerando que:

O PDC 234/2011 de autoria do ilustre Deputado João Campos foi distribuído para esta Comissão de Seguridade Social e Família. Na data 18 /08/2011 me foi designada relatoria, já estando o parecer e voto em fase de elaboração.

A matéria que versa o Projeto Decreto Legislativo é ao mesmo tempo polêmica e complexa, sendo ponto de divergência entre psicólogos. Alguns profissionais da área da psicologia defendem a Norma criada no ano de 1999 e outros já buscam a alteração pois interpretam que ela impõe duras regras para os terapeutas que desejam atuar ajudando pessoas com conflitos e dúvidas em virtude da orientação sexual assumida.

Entendo que a matéria não pode ser vista apenas sob a égide de uma única classe profissional pois ela alcança a sociedade de uma forma geral. O tema requer um estudo e uma análise aprofundada levando em consideração os aspectos científicos e também sociais que o envolvem.

No mesmo sentido entendo que a matéria também deve ser submetida aos maiores interessados, ou seja, às pessoas que desejam buscar na psicologia ajuda em virtude de dúvidas quanto a orientação sexual assumida.

Psicólogos que passaram a atender pessoas que desejam voluntariamente abandonar sua orientação sexual já foram punidos. Há caso inclusive de condenação, em todas as instâncias no âmbito do Conselho Federal de Psicologia, a exemplo da psicóloga Rozangela Justino do Estado do Rio de Janeiro.

Por outro lado, um grupo cada vez maior de pais, educadores e até mesmo de pessoas que desejam ajuda, para si ou para amigos e parentes, em virtude dos conflitos e dúvidas quanto a orientação sexual, manifestam-se preocupados com o possível impedimento imposto pela Resolução 01/1999, manifestações, em grande número, que tenho recebido em meu gabinete parlamentar desde que fui nomeado relator do PDC 234/2011.

Neste sentido, em virtude da discussão ainda ser nova nesta Câmara dos Deputados e em razão do total desconhecimento dos parlamentares sobre todas as implicações que envolvem o tema, entendo necessário a realização de Audiência Pública para discussão da matéria com o objetivo de nortear a emissão do parecer deste relator, bem como para dar subsídios aos parlamentares membros da Comissão de Seguridade Social e Família durante o processo de votação.

Assim requeiro, após ouvido o Plenário, a realização de Audiência Pública convidando como expositores: Dr. Humberto Verona, Presidente do Conselho Federal de Psicologia; Dra. Marisa Lobo, escritora e psicóloga curso de extensão em psicologia da sexualidade pós em saúde mental : Professor Claudemiro Soares, autor do livro “A Homossexualidade Masculina”; o Dr. Luciano Garrido e um representante do Ministério Público do Trabalho.

Sala das Comissões, de de 2012.

Deputado Roberto de Lucena

PV/SP

Fonte: Gospel+

 
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Publicado por em 17/03/2012 em POIMENIA

 

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Em um ano, 165 moradores de rua foram mortos no país

Aniele Nascimento/ Gazeta do Povo / Um morador de rua foi queimado na Praça Santos Dumont, em Curitiba, no mês passado: vítima foi socorrida a tempoUm morador de rua foi queimado na Praça Santos Dumont, em Curitiba, no mês passado: vítima foi socorrida a tempo

De abril de 2011 até a semana passada, 165 moradores de rua foram mortos no Brasil – o equivalente a uma morte a cada dois dias. O balanço foi divulgado ontem pelo Centro Nacional de Defesa dos Direitos Humanos da População em Situação de Rua e Catadores. Segundo a coordenadora do centro, Karina Vieira Alves, as investigações policiais de 113 destes casos não avançaram e ninguém foi identificado e responsabilizado pelos homicídios. A entidade também registrou 35 tentativas de homicídios, além de vários casos de lesão corporal. As informações são da Agência Brasil. Leia + AQUI.

Fonte: GAZETA DO POVO

 
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Publicado por em 16/03/2012 em POIMENIA

 

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Carta de uma prisão em Birmingham – Martin Luther King Jr.

por Martin Luther King, Jr.

16 de abril de 1963

Meus caros amigos clérigos,

Durante meu confinamento aqui na prisão municipal de Birmingham, deparei-me com sua declaração recente chamando minhas atividades atuais de “insensatas e inoportunas”. Raramente paro para responder a críticas do meu trabalho e ideias. Se tentasse responder a todas as críticas que passam pela minha mesa, minhas secretárias mal teriam tempo para outra coisa que não para essas correspondências no decorrer do dia, e eu não teria tempo algum para o trabalho construtivo. Mas, como sinto que vocês são homens de genuína boa vontade e que suas críticas são expostas com sinceridade, quero tentar responder a sua declaração em termos que espero que sejam pacientes e razoáveis.

Acho que devo mencionar por que estou aqui em Birmingham, já que vocês foram influenciados pela visão que se opõe aos “forasteiros invasores”. Tenho a honra de servir como presidente da Conferência Sulista de Liderança Cristã (Southern Christian Leadership Conference), uma organização que opera em todos os estados sulistas, com sede em Atlanta, Geórgia. Temos cerca de oitenta organizações filiadas por todo o Sul, e uma delas é o Movimento Cristão pelos Direitos Humanos do Alabama (Alabama Christian Movement for Human Rights). Frequentemente, compartilhamos pessoal, recursos educacionais e financeiros com nossos afiliados. Muitos meses atrás, a afiliada aqui em Birmingham pediu-nos para ficar de sobreaviso para tomarmos parte em um programa de ação direta e pacífica, se isso fosse considerado necessário. Nós prontamente concordamos, e, quando o momento chegou, honramos nossa promessa. Assim, eu, junto a vários membros do meu pessoal, estou aqui porque fui convidado. Estou aqui porque tenho vínculos organizacionais aqui.

No entanto, mais fundamentalmente, estou em Birmingham porque a injustiça está aqui. Assim como os profetas do século VIII A.C. abandonaram suas vilas e levaram seu “assim disse o Senhor” muito além das fronteiras de suas cidades natais, e assim como o Apóstolo Paulo abandonou sua vila de Tarso e levou o evangelho de Jesus Cristo às mais remotas partes do mundo greco-romano, também eu sou compelido a levar o evangelho da liberdade para além de minha própria cidade natal. Como Paulo, devo constantemente responder ao chamado macedônio por ajuda.

Além disso, estou ciente do inter-relacionamento entre todas as comunidades e Estados. Não posso ficar ociosamente parado em Atlanta e não estar preocupado com o que acontece em Birmingham. A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todos os lugares. Estamos presos em uma rede inescapável de mutualidade, atados em um único laço do destino. Algo que aja sobre alguém diretamente age sobre todos indiretamente. [ LEIA +]

Fonte: ORDEM LIVRE

 
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Publicado por em 08/09/2011 em POIMENIA

 

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Emílio Castro receberá distinção chilena

O pastor metodista uruguaio Emilio Castro será outorgado, no dia 14 de outubro, com a Ordem de Bernardo O’Higgins no grau de Comendador, anunciou nesta cidade a Missão da República do Chile.

Manuel Quintero
Genebra, quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A distinção será entregue pelo embaixador Carlos Portais, representante permanente do Chile perante os organismos internacionais em Genebra, e foi outorgada a Emílio Castro em reconhecimento ao seu trabalho marcante na defesa dos direitos humanos no Chile.

A Ordem de Bernardo O’Higgins foi instituída em 1956 para honrar personalidades estrangeiras que tiveram uma participação destacada nas artes, nas ciências, na educação, na indústria e comércio e na cooperação humanitária e social.

Leva o nome do político e militar chileno que desempenhou papel central na luta pela independência, a quem os chilenos chamam de “Pai da Pátria”. O’Higgins (1778-1842) foi o primeiro chefe de Estado do Chile independente entre 1817 e 1823, data em que renunciou voluntariamente ao cargo para evitar uma guerra civil.

Durante a gestão de Emílio Castro como secretário-geral do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), de 1984 a 1992, ele promoveu e apoiou programas e ações de solidariedade desse organismo com o povo chileno, incluindo os exilados e familiares de desaparecidos.

Essa solidariedade foi reconhecida já em março de 1992, quando representantes do Comitê Executivo do CMI, encabeçados pelo pastor Castro, foram recebidos pelo então presidente chileno Patricio Alwyn.

Entre as personalidades distinguidas com a Ordem Bernardo O’Higgins estão os escritores argentinos Jorge Luis Borges e Ernesto Sábato, o poeta russo Yevgueni Yevtushenko e o arquiteto e pesquisador judeu Simón Wiesenthal.

Fonte: ALC

 
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Publicado por em 03/10/2009 em POIMENIA

 

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