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10 Reasons Preaching Is Scary

Reasons to never let yourself become cavalier about your preaching.

Reasons to never let yourself become cavalier about your preaching.

By Chuck Lawless

Anybody who knows me probably knows I love to preach. I so clearly knew God’s calling many years ago that only disobedience would allow me to ignore preaching today.

To be candid, though, preaching scares me. Here’s why:

  1. I will answer to God for what I say. As a 13-year-old, I strongly sensed God’s guiding me: “I want you to preach My Word.” I know God will hold me accountable for every word I say, and He will not ignore any carelessness from my lips (Matt. 12:36-37). Recklessness in preaching is an invitation to judgment.
  1. What I do affects eternity. Here I am not suggesting that my preaching somehow trumps the sovereignty of God. On the contrary, I am simply aware that God uses the proclamation of His Word to save souls (Rom. 10:9-15). That truth means that preaching really does have an eternal impact.
  2. I may have only one opportunity to speak truth to a hearer. A nonbeliever (or a believer, for that matter) may sit under my preaching only one time. In the midst of a busy life, he/she may offer listening ears for only a few minutes. I will miss that one-time open door if my preaching wanders from the Word.
  3. It’s easier to talk about “stuff” than it is to teach the Word. Preaching is hard work. From personal exegesis of the text to public proclamation of the message, preachers must dig into the Word, soak in it, be cleansed by it and then deliver it. It’s just easier to use a few Bible verses as a launching pad to preach about “stuff” than to do the hard work of Bible exposition—and that reality scares me.
  4. At least for a few minutes, everybody is focused on me. Maybe I’m uniquely fallen, but I like the affirmations that come with preaching. For a short while, I am the “man of God” to whom others look for truth. Yes, I want my preaching to direct them to Jesus, but I must be honest with myself: Preaching frightens me because it can instead become a means to build my ego.
  5. I can preach in my own strength. I’ve been preaching for 38 years, 33 of those in full-time ministry. I have two graduate degrees from a seminary, and I’ve taught preaching courses. What frightens me is that I can rely on my training, my knowledge and my experience when I preach—and completely lack the power and blessing of God.
  1. Preaching puts my life under the microscope. Those who listen to my sermons presume my life will validate my words. I preach the Word publicly on Sunday, but they have a right to see obedience and faithfulness in my life every day of the week. In fact, the very Word I preach gives them the lens through which to view my life. That’s humbling … and a bit disconcerting.
  2. The devil attacks preachers. The gospel is “God’s power for salvation” (Rom. 1:16, HCSB). Thus, it is not surprising that the enemy aims his arrows at preachers to hinder us from preaching and living out the Word. Our very calling to proclaim the gospel puts the enemy’s bullseye on our back.
  3. Somebody probably won’t like something about the message. It’s too long. Or too short. Not enough Bible. Too much Bible. Too much application, or not enough application. You’re too loud. Or too soft. You don’t preach like my favorite preachers on the Internet. For those of us who can wrongly be perfectionistic and people-pleasing at times, preaching is a risky endeavor.
  4. Somebody will listenSomebody who hears will take the message to heart and follow it. I’ve been in places around the world where hearers take the message and proclaim it almost word-for-word that day to their villages. If somebody is going to listen, I need to approach the Word with seriousness and humility.

For all these reasons, preaching scares me a bit. But here’s what scares me the most: that I will someday approach preaching without the earnestness it demands. I’m well aware that a healthy respect for the task today can become only routine tomorrow.

Please pray that God will give me grace to keep that slide from happening. If you are a preacher, share this post—and invite others to pray for you as well.

Chuck Lawless currently serves as Professor of Evangelism and Missions and Dean of Graduate Studies at Southeastern Seminary. You can connect with Dr. Lawless on Twitter @Clawlessjr and on at facebook.com/CLawless.
 
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Publicado por em 30/04/2015 em POIMENIA

 

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Coragem Para Pregar

 
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Publicado por em 22/04/2015 em POIMENIA

 

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On pastors and rabbis

 
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Publicado por em 28/01/2015 em POIMENIA

 

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Comparando pregadores de épocas diferentes, pastor Samuel Torraibo critica os atuais e afirma que se tornaram “corruptos e vendedores da fé”

Comparando pregadores de épocas diferentes, pastor Samuel Torraibo critica os atuais e afirma que se tornaram “corruptos e vendedores da fé”

O pastor Samuel Torraibo publicou artigo em que propõe reflexão sobre os pregadores atuais, a quem chama de “vendedores da fé” e os de tempos atrás, e faz comparações com os hábitos e conteúdo dos mesmos.

No artigo “Aumento de Pregadores, Diminuição da Palavra?”, publicado em seu site, Torraibo critica os “pregadores playboys” e afirma que na sua infância, ser pregador em tempo integral era raro, e estes, “normalmente eram referências de homens de muita oração, santidade, piedade, palavra, integridade e compromisso com Deus. Naquela época, ninguém queria ser pregador, porque significava sofrimento, perseguição, contradição, escassez e padecimento pela causa do evangelho”.

Samuel Torraibo entende que essa mudança é recente, e que trouxe um empobrecimento de qualidade em relação às pessoas que se propõe a serem pregadores e que seus testemunhos, são diferentes dos antigos: “a dez anos atrás no meio evangélico (pentecostal) um pregador de sucesso era aquele que orava com disciplina, pregava com verdade, imparcialidade e integridade. Sua vida privada quando descoberta revelava idoneidade, fidelidade, santidade e entrega devocional a Deus. Hoje lamentavelmente o modelo de sucesso para muitos, são pregadores playboys, milionários, com dezenas de carros, retocados com lipoaspiração e plásticas faciais. É triste o cenário”.

O tom da crítica do pastor Torraibo sobe ao citar as divisões de igrejas e o que chama de manipulação da fé, com promoção de campanhas que segundo ele, são “inconcebíveis”: “Em conluio com essa classe de lobos, que ultimamente nem se preocupam tanto em se disfarçarem de ovelhas, encontra-se uma liderança avarenta, materialista e carnal”.

Porém, apesar de suas críticas ao modelo que chama de “corrupto”, o pastor Samuel confessa ter esperança de que o cenário mude e que enxerga jovens ansiosos por conhecer a verdade bíblica: “É verdade que o aumento da comercialização, banalização, e toda sorte de agressão ao verdadeiro evangelho de Cristo é um fato na pós modernidade, mas também é perceptível o aumento principalmente de lideres (jovens) comprometidos com os fundamentos da fé cristã. Espero em breve assistir, a falência dos charlatões da religião, enquanto vejo o povo de Deus clamando como Israel fez no retorno do cativeiro: “Tragam o livro” (Ne 8.1)”.

Confira abaixo a íntegra do artigo do pastor Samuel Torraibo:

Lembro-me, na minha infância, que pregadores do evangelho que viviam em tempo integral para o ministério era uma raridade. Trago em minha memória o que significava receber um pregador desses na igreja em que congregava, normalmente eram referências de homens de muita oração, santidade, piedade, palavra, integridade e compromisso com Deus. Naquela época, ninguém queria ser pregador, porque significava sofrimento, perseguição, contradição, escassez e padecimento pela causa do evangelho. As coisas mudaram drasticamente de alguns anos pra cá. Mudou, porque hoje para muitos, o oficio da pregação se tornou status, meio de vida, glamour, e autopromoção pessoal.

Mudou, porque a dez anos atrás no meio evangélico (pentecostal) um pregador de sucesso era aquele que orava com disciplina, pregava com verdade, imparcialidade e integridade. Sua vida privada quando descoberta revelava idoneidade, fidelidade, santidade e entrega devocional a Deus. Hoje lamentavelmente o modelo de sucesso para muitos, são pregadores playboys, milionários, com dezenas de carros, retocados com lipoaspiração e plásticas faciais. É triste o cenário.

Não é difícil identificar esses “modelitos” ambulantes em muitos púlpitos pelo Brasil, com os mesmos estereótipos, jargões, heresias, lascívia, mentira, visando unicamente o beneficio do seu próprio ventre.

Em conluio com essa classe de lobos, que ultimamente nem se preocupam tanto em se disfarçarem de ovelhas, encontra-se uma liderança avarenta, materialista e carnal. Dividem oferta, negociam o povo, vendem amuletos, promovem campanhas incabíveis, e manipulam o sagrado.

A teologia deles é a do ventre, de modo que, censuram aqueles que estudam abíblia e possuem uma fé ortodoxa, banalizam os fundamentos hermenêuticos da interpretação bíblica, fazendo do texto sagrado uma formula mágica e mística descontextualizada.

Meu lamento não é maior porque sei que este modelo desafeiçoado e corrupto tem prazo para acabar. Daqui a pouco Jesus entra no templo e expulsa novamente esses cambistas, comerciantes e vendedores da religião. Aos poucos as pessoas vão se cansando e despertando para a realidade e assim discernindo o engano. Minha alegria em contraposição deste cenário é observar uma sutil, mas real e crescente fome por muitos cristãos pela autentica palavra de Deus.

É verdade que o aumento da comercialização, banalização, e toda sorte de agressão ao verdadeiro evangelho de Cristo é um fato na pós modernidade, mas também é perceptível o aumento principalmente de lideres (jovens) comprometidos com os fundamentos da fé crista.

Espero em breve assistir, a falência dos charlatões da religião, enquanto vejo o povo de Deus clamando como Israel fez no retorno do cativeiro: “Tragam o livro” (Ne 8.1)

Acredito que, ainda na minha geração verei um reavivamento no púlpito, onde as escrituras será o modelo desejado por todos. Onde, os televangelistas não serão vendedores de campanhas consagradas, óleos ungidos, livros com mágicas evangélicas, mas pregarão o arrependimento dos pecados, a salvação e a esperança da glória em Cristo. E por fim, o crescimento da igreja e da propagação do evangelho serão sentidos com o crescimento do anúncio das escrituras sagradas.

Oração: Perdoa-nos Senhor, e torna-nos a dar um coração reto e puro, que haja em nós o mesmo sentimento que existiu em Cristo Jesus, a mesma chamada que ardeu em Paulo, e a mesma entrega que existiu nos profetas. Amém.

Fonte: Gospel+

 
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Publicado por em 03/02/2012 em POIMENIA

 

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Precisa-se de pregadores da Palavra

“Eu, de muito boa vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas;..”(II aos coríntios 12:15)

O pregador pode ter a eloqüência de Apolo mas se lhe faltar o conhecimento e a comunhão com Deus, seu sermão vai ser como disse Lloyd Jones “ luz sem calor“.

Trocar o púlpito por um show é roubar das ovelhas o direito de comer nos verdes pastos do salmo 23, levar para nossos púlpitos profetas com falsas profecias que expulsam demônios que não existem e alarma curas que Deus não realizou é transformar aprisco em arraial de espetáculo.

Não agüento mais jargões, frases prontas, promessas de uma exegese feita ao meu favor, não quero ser manipulado por um orador que quer um auditório radiante quando deveria querer o corpo de Cristo edificado, quero a palavra revelada em seu sentido comum mas de uma fonte boa.

Um bom sermão não nasce de um mero acaso, nasce como uma vacina, em um laboratório com anos de pesquisa, tem que nascer como diz Charles Finney “ Estudando a bíblia de joelhos até que receba a revelação Divina”

Perguntou-se em certa ocasião ao famoso evangelista H.W. Beecher:
– Quanto tempo levou para preparar o sermão desta manhã?
– Quarenta anos, foi a resposta.

Quem não goste de lê que também não goste de ensinar, se os pregadores freqüentarem mais seu quarto de estudo e de oração, nós não vamos mais ver uma igreja que sai do culto simplesmente feliz pelo o que ouviu, mas que sai se condenando porque minutos antes sua vida foi confrontada e não massageada.

Qual é o segredo de pregadores bem sucedidos como João Wesley, se não a dedicação, olha como era sua agenda:

Segundas e Terças – Grego, Historia romana e Literatura.
Quarta – Lógica e Ética
Quinta – Hebraico e Árabe
Sexta – Metafísica e Filosofia Natural
Sábado – Composição de oratória e Poesia
Domingo – Dinvidade.

Se um bom músico investe seu tempo ensaiando horas para tocar uma única musica com excelência, quanto tempo o pregador deveria investir para levar alimento verdadeiro a tantos que estão sedentos ?

– Certo Quaker velho, que encontrou seu pastor passando o tempo
numa caçada lhe disse:
– Sr. Parson, se eu fosse uma raposa, saberia esconder-me de tal
maneira que nunca me acharia.
– E onde ia se esconder?
– Em seu quarto de estudo, respondeu astutamente o Quaker.

Alan César Corrêa

Alan César Corrêa – + Artigos – Twitter

Casado, 31 anos, reside em São Bernardo do Campo -São Paulo Formação superior pela UMESP (Meio Ambiente). Cursando 4° ano – Bacharel em teologia, membro da Igreja Evangélica Batista Nacional, trabalha no ministério com jovens.

 

Fonte: GOSPELPRIME

 
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Publicado por em 25/01/2012 em POIMENIA

 

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Você é um Pregador ou um Palestrante Motivacional?

Pode ser verdadeiro. Pode até mesmo ser útil. Mas isto é pregação?

Algumas pregações reputadas como poderosas por muitos nada mais são que palestras motivacionais. Elas podem ser verdadeiras, elas podem até mesmo ser úteis. Elas podem ajudar você a ser sucedido no trabalho. Porém, frequentemente, tudo que o preletor fez foi mudar o título de algum seminário ministrado por algum psicólogo famoso, mudar de ‘como ser bem sucedido’ para ‘como alcançar o propósito de Deus’ e apresentar o propósito de Deus como sendo ‘ser bem sucedido nesta vida’.

É algo costumeiro em alguns círcculos. De fato, alguns enxergam isso como a consubstanciação do que seja uma pregação ‘relevante’. O indivíduo vem e aprende alguma manha ou como ter uma atitude mental que irá ajudá-lo por fim a quebrar as barreiras que o impede de obter aquela promoção. Pode ser que muitos outros finalmente decidam-se por retornar aos bancos escolares ou mudar de carreiras. Talvez outros encontrem formas para elaborar seus planos e assim serem mais eficazes em suas vidas financeiras. E então o pregador se assenta. Algumas vezes o povo grita, outras vezes a multidão se acomoda nas cadeiras e fica a refletir no que ouviram, todavia na maioria das vezes o que está faltando excede sobremaneira os benefícios destas mensagens.

Quando um sermão é meramente uma palestra motivacional, o que fica faltando? Pelo menos duas coisas:

Fica faltando a Cruz

A primeira coisa que fica faltando nesta espécie de pregação é a cruz. Algumas vezes o pregador pode mencioná-la ao final, porém nesses casos a cruz é reduzida de ser a parte mais elevada da obra de Deus em favor da humanidade a um mecanismo que me ajude a fazer um trabalho melhor. A cruz, a de Jesus e a nossa, ambas são totalmente deixadas de fora. A idéia de nosso pecado causando a morte de Cristo na cruz fica ausente desta mensagem. A idéia que nós devemos tomar nossa cruz e seguí-Lo também fica de fora.

Em resumo, o Evangelho fica de fora de muitas dessas apresentações e assim, não importa quão eloquente ou bem preparada, este tipo de pregação não traz em seu bojo o poder real que emana do pregar ; Cristo e Ele crucificado’.

Fica faltando a vinda do Reino

Em muitos destes sermões, a idéia da chegada do reino de Deus está ausente. Se é como devemos nos preparar para o reino vindouro, ou se é como o reino vindouro é diferente  dos ‘reinos’ atuais, este aspecto da verdadeira pregação fica faltando com frequência nes’ses sermões, nas ‘pregações motivacionais’.

Se você não estiver pregando a cruz e nem o reino vindouro, então precisa perguntar a si mesmo, quais são as consequências eternas da minha maneira de pregar? Se alguém vier até a sua igreja após ter recebido o diagnóstico de estar com câncer, o que o seu sermão a respeito de como ser bem sucedido fará com esta pessoa? Se alguém se encontrar em meio ao desespero e necessitar ouvir uma palavra a respeito do reino vindouro no qual a justiça reina, o que a sua mensagem teria a dizer a respeito dos entendimentos distorcidos que as pessoas têm sobre o Evangelho?

As pessoas podem assistir a palestras motivacionais em muitos lugares, mas quando elas vêm até a igreja elas tem de ouvir a um pregador. Há lugar e hora para palestras motivacionais, porém se você como um pregador estiver utilizando todo o seu tempo para estar simplesmente discorrendo sobre outras coisas que não o Evangelho, então você não cumpriu o seu dever. Porque para um pregador se degenerar e se tornar num facsimile, isto é, numa cópia de alguma apresentadora bem sucedida da tv ou de algum palestrante motivacional famoso é apenas um passo e assim você deixará de anunciar as palavras de Deus para a humanidade e passará a ser mero papagaio repetidor de dicas colhidas aqui ou acolá de pensadores humanos.

Fonte: SERMON CENTRAL

Tradução/Versão/Adaptação: Chicco Sal

 
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Publicado por em 15/09/2011 em POIMENIA

 

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Fala Paletó

[ youtube=http://www.youtube.com/watch?v=iNIIAtADNkA ]

Toinho de Aripibú

Certo irmão foi convidado para pregar numa igreja
Mas quando ele chegou houve logo uma peleja
O pastor disse a ele: “Você não prega aqui
nem tampouco neste culto você podera subir”

O irmão disse ao pastor: “O que é que está acontecendo?
Qual é o meu pecado, o senhor tem que dizer”
O pastor disse a ele: “Não se trata de pecado
Você é um homem santo da qualidade de Jó

O único motivo de você não pregar
É tão somente porque você está sem paletó”
Depois de algumas conversas, chegaram em um acordo
Acertaram para o irmão pregar em outra semana

E o irmão ficou zangado, um pouco enfurecido
Mas através de conselhos, ele ficou convencido
O irmão era pobrezinho e estava desempregado
Só tinha uma roupa e um sapato furado

Foi na casa de outro irmão, tomou um terno emprestado
Arrumou uma gravata e ficou todo alinhado
Passou o dia orando, ficou cheio do poder
Mas na hora da pregação, ele começou a dizer:

(Refrão)
“Fala paletó! Paletó não fala nada
Paletó não faz jejum, paletó não lê a Bíblia
E nem ora de madrugada
Sou eu quem saio pela rua entregando literatura
Pregando de casa em casa ensinando a Escritura
Nunca falto um dia só, agora fala paletó!”

Fonte: TERRA

 
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Publicado por em 04/09/2011 em POIMENIA

 

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