RSS

Arquivo da tag: pregador

Coragem Para Pregar

 
Comentários desativados em Coragem Para Pregar

Publicado por em 22/04/2015 em POIMENIA

 

Tags: , , , , , , , ,

On pastors and rabbis

 
Comentários desativados em On pastors and rabbis

Publicado por em 28/01/2015 em POIMENIA

 

Tags: , , , , , ,

Desculpe-me, mas sou um péssimo pastor…

CHICCO - FOTINHO NO LONATTO - RECORTE2

…porque eu não vou mudar a minha voz para que você sinta segurança, achando que tenho alguma autoridade, quando eu falar;

…porque eu não vou pensar por você para facilitar sua jornada espiritual;

…porque eu não vou falar mais alto do que você precisa para ouvir;

…porque eu não vou lhe ensinar a determinar ou dar ordens ao Pai, como um filho mimado o faz;

…porque eu não lhe dizer que você é um vencedor quando o a sua espiritualidade está falida;

…porque eu não vou lhe ensinar a temer a Deus mais do que a amá-lo;

…porque eu não lhe direi que você é especial simplesmente por estar frequentando uma Igreja;

…porque eu não alimentarei o seu ego pregando somente as coisas que você gosta de ouvir;

…porque eu não lhe ensinarei a ser próspero a qualquer custo enquanto o mundo morre de fome;

…porque eu não lhe ensinarei a mover as mãos de Deus através de uma oferta sacrificial;

…porque eu não lhe direi que Deus me revelou algo que não está no texto, somente para fazer a mensagem melhor para você;

…porque eu não lhe direi que você não pode beber, se tatuar, ouvir músicas que não tocam na Igreja somente para facilitar o meu pastoreio;

…porque eu não vou lhe ensinar que a igreja de quatro paredes é a casa de Deus;

…porque eu não vou lhe ensinar que se você entregar o dízimo sua responsabilidade com os necessitados estará cumprida;

…porque eu não vou transformar a reunião do culto numa rave para que você fique atraído pelo ambiente;

…porque eu não vou lhe ensinar a marchar por Jesus, enquanto Ele quer que marchemos pelo próximo;

…porque eu não lhe darei uma lista do que pode ou do que não pode para você farisaicamente siga um mandamento no lugar de um Deus;

…porque eu não lhe ensinarei que há um Diabo maior do que a Bíblia conta somente para você poder colocar em alguém a sua culpa;

…porque eu não lhe ocultarei os meus erros para você pensar que é liderado por alguém melhor que você;

…porque eu não vou falar em nenhuma outra língua além da que você consegue compreender;

…porque eu não lhe tratarei melhor por causa do carro que você anda, da roupa que você veste ou do dinheiro que você põe no gazofilácio.

Dentre muitas outras coisas que poderia dizer: fique certo: sou um péssimo pastor.

 
Comentários desativados em Desculpe-me, mas sou um péssimo pastor…

Publicado por em 09/12/2013 em POIMENIA

 

Tags: , , , , , ,

Com doença terminal, pastor de megaigreja afirma que sua fé mudou

Ed Dobson explica como ele reaprendeu a ser um “seguidor de Jesus”

Com doença terminal, pastor de megaigreja afirma que sua fé mudou

Na década de 1980, o pastor Edward G. Dobson ganhou destaque na política norte-americana como executivo da organização conservadora “Maioria Moral”. Era uma espécie de fundação evangélica que defendia os interesses dos evangélicos. Ele chegou a ter influência na administração do presidente Ronald Reagan.

Em 1987, Ed Dobson, como é mais conhecido, assumiu o pastorado da Igreja do Calvário em Grand Rapids, Michigan. Seu ministério foi “de vento em popa” e o conceituado Instituto Bíblico Moody o nomeou “Pastor do Ano” em 1993.

Servindo como pastor da Igreja do Calvário por 18 anos, Dobson viu sua congregação chegar a mais de 5.000 pessoas aos domingos. Naquela época, Dobson influenciou toda uma geração de líderes. Foi ele, por exemplo, quem apoiou Rob Bell e o ajudou a iniciar a igreja Mars Hill de Grand Rapids. Ele diz estava acostumado a olhar para si mesmo como um homem cheio de lições, provérbios e, acima de tudo, respostas.

Uma espécie de “ícone” entre alguns círculos religiosos, tudo mudou quando Dobson foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), também conhecida como doença de Lou Gehrig. Ao ser diagnosticado, em 2001, os médicos deram-lhe de 3 a 5 anos de vida.

“Eu sou feliz por estar falando com você agora mesmo”, brincou Dobson, cuja voz deteriorada pouco lembra seus dias de pregador. Em uma entrevista à CNN, o pastor falou devagar, mas mantendo a mesma confiança e autoridade de sempre.

Após a sua aposentadoria, em 2006, as multidões sumiram de sua vida. “Eu fui de 100 quilômetros por hora a zero de uma hora para outra”, explica Dobson. ”Isso foi um choque para o meu sistema.”

Ele afirma que as respostas desapareceram junto com as multidões. “Eu sei que soa um pouco sentimental… mas a verdade é que quanto mais eu vivo, menos as respostas eu tenho”.

Autor de 12 livros e atualmente produzindo vários curtas-metragens, Dobson é um homem cheio de lições sobre fé. Após ter sido diagnosticado com essa doença degenerativa e sem cura conhecida, sentiu-se totalmente inseguro. Às vezes, ele diz que nem queria sair da cama em alguns dias. Depois de anos de intenso estudo da Bíblia, o pastor aposentado ficou surpreso como reagiu à notícia de sua própria mortalidade.

“Eu pensei que se eu soubesse que ia morrer, teria realmente lido a Bíblia e teria realmente orado como se deve”, explica Dobson. ”Mas durante anos o oposto era verdade. Eu mal tinha tempo de ler a Bíblia e tinha grande dificuldade de orar. Você fica tão sobrecarregado com outros compromissos que perde a perspectiva correta”.

Após recuperar essa perspectiva, sua pregação ocorre em um nível mais pessoal. Ele agora se encontra com os fiéis um a um. Senta-se com eles em suas casas ou escritórios e oferece toda a ajuda que puder. ”A maioria das pessoas que me procuram têm ELA e, basicamente, eu apenas as escuto”, explica.

Sair de 5.000 fiéis por domingo para atender um de cada vez gerou uma grande mudança em Dobson, forçando-o a reavaliar o seu trabalho como pastor. ”Eu estou tentando aprender que o um-a-um é tão importante quanto pregar para multidões”, disse ele.

Hoje ele diz que seu ministério o lembra de Adão e Eva sendo cobrados por Deus para cuidar do Jardim do Éden. Durante anos, o jardim de Dobson era Igreja do Calvário, os batismos, casamentos e os cultos de domingo.

Em 2007, ele escreveu o livro “Orações e promessas quando estamos diante de uma doença fatal.” Daniel Dobson, seu filho, o está ajudando a transformar as histórias do livro em vídeos.

Steve Carr, diretor-executivo de uma empresa de produções é evangélico e entendeu o desafio. Cinco desses pequenos filmes escritos por Dobson já foram lançados por Carr e estão disponíveis no mercado. Existem planos para mais dois.

Embora os vídeos possuam temas variados, desde perda até perdão, passando por cura e crescimento espiritual, todos abordam as lições aprendidas por Dobson em sua batalha com a ELA. “Meu Jardim”, o título mais recente da série, mostra como Ed lidou com o fim de sua carreira de pregador.

“Eu não sou mais um pregador”, diz o combalido Dobson em frente à câmera. ”Hoje, diria que eu sou apenas um seguidor de Jesus. Ponto Final”. Aos 63 anos, para ele essa é a lição que os pastores mais precisam aprender hoje em dia.

Traduzido e adaptado de CNN

Fonte: GOSPEL PRIME

 
Comentários desativados em Com doença terminal, pastor de megaigreja afirma que sua fé mudou

Publicado por em 24/02/2012 em POIMENIA

 

Tags: , ,

Grandes “pregadores”, pequenos resultados


Este artigo foi publicado pela primeira vez em 2009. Mas resolvi republicá-lo com alguns acréscimos, haja vista alguns acontecimentos recentes.

Há duas décadas, fui convidado pela primeira vez para participar de uma agência nacional de pregadores. Um companheiro de púlpito me ofereceu um cartão e disse: “Seria um prazer tê-lo em nossa agência”. Então, lhe perguntei: “Como funciona essa agência?” E a sua resposta me deixou estarrecido: “As igrejas ligam para nós, especificam que tipo de pregador desejam ter em seu evento, e nós cuidamos de tudo. Negociamos um bom cachê”.

É impressionante como o pregador, de uns tempos para cá, se transformou em um produto. Há alguns anos, depois de eu ter pregado em uma igreja (não me pergunte onde), certo pastor me disse: “Gostei da sua pregação, mas o irmão conhece algum pregador de vigília?” Achei curiosa essa pergunta, pois eu gosto de oração, já preguei várias vezes em vigílias, porém, segundo aquele irmão, eu não serviria para pregar em uma vigília!

Em nossos dias — para tristeza do Espírito Santo — pertencer a uma agência de pregadores tornou-se comum e corriqueiro. E os convites para ingressar nessas agências chegam principalmente pela Internet. Nos sites de relacionamento encontramos comunidades pelas quais os internautas mencionam quem é o seu pregador preferido e por quê. Certa jovem, num tópico denominado “O melhor pregador”, declarou: “Não existe ninguém melhor que ninguém; cada um tem a sua maneira de pregar, e cada pessoa avalia segundo o seu gosto”.

Ela tem razão. Ser pregador, hoje em dia, não basta. Você tem de atender às preferências do povo. Já ouvi irmãos conversando e dizendo: “Fulano é um ótimo pregador, mas não é pregador de congresso” ou “Fulano tem muito conhecimento, mas não gosta do reteté”.

Conheçamos alguns tipos de pregador e seus públicos-alvo:
 
Pregador humorista. 
Diverte muito o seu público-alvo. Tem habilidade para contar fatos anedóticos (ou piadas mesmo) e fazer imitações. Ele é como famosos humoristas do gênero stand-up comedy. De vez em quando cita versículos. Mas os seus admiradores não estão interessados em ouvir citações bíblicas. Isso, para eles, é secundário.

Pregador “de vigília”Também é conhecido como pregador do reteté. Aparenta ter muita espiritualidade, mas em geral não gosta da Bíblia, principalmente por causa de 1 Coríntios 14, especialmente os versículos 37 e 40: “Se alguém cuida ser espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor… faça-se tudo decentemente e com ordem”. Quando ele vê alguém manejando bem a Palavra da verdade (2 Tm 2.15), considera-o frio e sem unção. Ignora que o expoente que agrada a Deus precisa crescer na graça e no conhecimento (2 Pe 3.18; Jo 1.14; Mt 22.29). Seu público parece embriagado e é capaz de fazer tudo o que ele mandar.

Pregador “de congresso”Entre aspas porque existe o pregador de congresso que faz jus ao título. Mas o pregador “de congresso” anda de mãos dadas com o pregador “de vigília”, mas é mais famoso. Segundo os admiradores dessa modalidade de pregação, trata-se do pregador que tem presença de palco e muita “unção”. Também conhecido como pregador malabarista ou animador de auditórios, fica o tempo todo mandando o seu público repetir isso e aquilo, apertar a mão do irmão ao lado, beliscá-lo… Se for preciso, gira o paletó sobre a cabeça, joga-o no chão, esgoela-se, sopra o microfone, emite sons de metralhadora, faz gestos que lembram golpes de artes marciais… Exposição bíblica, mesmo, quase nada!

Pregador “de congresso” agressivo. É aquele que tem as mesmas características do pregador acima, mas com uma “qualidade” a mais. Quando percebe que há no púlpito alguém que não repete os seus bordões, passa a atacá-lo indiretamente. Suas principais provocações são: “Tem obreiro com cara de delegado”, “Hoje a sua máscara vai cair, fariseu”, “Você tem cara amarrada, mas você é minoria”. Estas frases levam o seu fanático público ao delírio, e ele se satisfaz em atacar as pessoas que não concordam com a sua postura espalhafatosa.

Pregador popstarSeu pregador-modelo é o show-man Benny Hinn, e não o Senhor Jesus. É um tipo de pregador admirado por milhares de pessoas. Já superou o pregador de congresso. É um verdadeiro artista. Veste-se como um astro; sua roupa é reluzente. Ele, em si, chama mais a atenção que a sua pregação. É hábil em fazer o seu público abrir a carteira. Seus admiradores, verdadeiros fãs, são capazes de dar a vida pelo seu pregador-ídolo. Eles não se importam com as heresias e modismos dele. Trata-se de um público que supervaloriza o carisma, em detrimento do caráter.

Pregador “ungido”. Para impressionar o seu público, derrama óleo sobre a própria cabeça ou pede para seus auxiliares fazerem isso. Um desses pregadores pediu, recentemente, para sua equipe derramar doze jarras de azeite em sua cabeça! E o terno? Ah, isso não importa. Somente os fariseus se preocupam com desperdício. Para os fãs desse tipo de pregador tudo atos pretensamente proféticos valem muito mais que uma simples exposição bíblica… 

Pregador milagreiro. Também tem como paradigma Benny Hinn, mas consegue superar o seu ídolo. Sua exegese é sofrível. Baseia-se, por exemplo, em 1 Coríntios 1.25, para pregar sobre “a unção da loucura de Deus”. Cativa e domina o seu público, que, aliás, não está interessado em ouvir uma exposição bíblica. O que mais deseja é ver sinais, como pessoas lançadas ao chão supostamente pelo poder de Deus e fenômenos controversos. Em geral, o pregador milagreiro, além de ilusionista e “poderoso” (Dt 13.1-4), é aético e sem educação. Mesmo assim, ainda que xingue ou ameace os que se opõem às suas sandices e invencionices, o seu público é fiel e sempre diz “aleluia”.

Pregador mercantilista. Todas as suas mensagens têm como meta induzir o seu público a dar dinheiro. Esse tipo de pregador existe desde os tempos dos apóstolos (2 Co 2.17; 2 Pe 2.1-3) e, na atualidade, aparece bastante na televisão. Alguns pregadores mercantilistas pertencem também à categoria popstar. Qualquer passagem bíblica pode ser usada a bel-prazer, a fim de atender aos seus propósitos. Isaque é a “melhor oferta financeira”, jumentinho que Jesus montou é “BMW”. E assim por diante.

Pregador contador de histórias. 
Conta histórias como ninguém, mas não respeita as narrativas bíblicas, acrescentando-lhes pormenores que comprometem a sã doutrina. Costuma contextualizar o texto sagrado ao extremo. Ouvi certa vez um famoso pregador dizendo: “Absalão, com os seus longos cabelos, montou na sua motoca e vruuum…” Seu público — diferentemente dos bereanos, que examinavam “cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (At 17.11) — recebe de bom grado histórias extrabíblicas e antibíblicas.

Pregador cantante. Indeciso quanto à sua chamada. Costuma cantar dois ou três hinos (hinos?) antes da pregação e outro no meio dela. Ao final, canta mais um. Seu público gosta dessa “versatilidade” e comemora: “Esse irmão é uma bênção! Prega e canta”. Na verdade, ele não faz nenhuma das duas coisas bem.

Pregador “massagista”É hábil em dizer palavras que massageiam os egos e agradam os ouvidos (2 Tm 4.1-5). Procura agradar a todos porque a sua principal motivação é o dinheiro. Ele não tem outra mensagem, a não ser “vitória”, principalmente a financeira. Talvez seja o tipo de pregador com maior público, ao lado dos pregadores humorista, popstar, mercantilista e milagreiro.

Pregador sem graça. É aquele que não tem a graça de Deus (At 4.33). É um pregador bem suado, e não necessariamente abençoado. Sua pregação, literalmente sem graça, é como uma espada: comprida e chata (maçante, enfadonha). Mas até esse tipo de pregador tem o seu público, formado pelos irmãos que gostam de dormir ou conversar durante a pregação.

Pregador chamado por Deus 
(1 Tm 2.7). Prega a Palavra de Deus com verdade. Estuda a Bíblia diariamente. Ora. Jejua. É verdadeiramente espiritual. Tem compromisso com o Deus da Palavra e com a Palavra de Deus. Seu paradigma é o Senhor Jesus Cristo, o maior pregador que já andou na terra. Ele não prega para agradar ou agredir pessoas, e sim para cumprir o seu chamado. Seu público — que não é a maioria, posto que são poucos os fiéis (Sl 12.1; 101.6) — sabe que ele é um profeta de Deus. Sua mensagem é Cristo (1 Co 1.22,23; 2.1-5). Esse tipo de pregador está em falta em nossos dias, mas não chama muito a atenção das agências de pregadores. A bem da verdade, estas sabem que nunca poderão contar com ele…

Qual é a sua modalidade preferida, prezado leitor? Você pertence a qual público? E você, pregador, qual dos perfis apresentados mais lhe agrada? Qual é a sua motivação? Você prega para agradar a Deus, verdadeiramente, ou tem outros interesses?

Ciro Sanches Zibordi

 
Comentários desativados em Grandes “pregadores”, pequenos resultados

Publicado por em 29/01/2012 em POIMENIA

 

Tags: , ,

Você é um Pregador ou um Palestrante Motivacional?

Pode ser verdadeiro. Pode até mesmo ser útil. Mas isto é pregação?

Algumas pregações reputadas como poderosas por muitos nada mais são que palestras motivacionais. Elas podem ser verdadeiras, elas podem até mesmo ser úteis. Elas podem ajudar você a ser sucedido no trabalho. Porém, frequentemente, tudo que o preletor fez foi mudar o título de algum seminário ministrado por algum psicólogo famoso, mudar de ‘como ser bem sucedido’ para ‘como alcançar o propósito de Deus’ e apresentar o propósito de Deus como sendo ‘ser bem sucedido nesta vida’.

É algo costumeiro em alguns círcculos. De fato, alguns enxergam isso como a consubstanciação do que seja uma pregação ‘relevante’. O indivíduo vem e aprende alguma manha ou como ter uma atitude mental que irá ajudá-lo por fim a quebrar as barreiras que o impede de obter aquela promoção. Pode ser que muitos outros finalmente decidam-se por retornar aos bancos escolares ou mudar de carreiras. Talvez outros encontrem formas para elaborar seus planos e assim serem mais eficazes em suas vidas financeiras. E então o pregador se assenta. Algumas vezes o povo grita, outras vezes a multidão se acomoda nas cadeiras e fica a refletir no que ouviram, todavia na maioria das vezes o que está faltando excede sobremaneira os benefícios destas mensagens.

Quando um sermão é meramente uma palestra motivacional, o que fica faltando? Pelo menos duas coisas:

Fica faltando a Cruz

A primeira coisa que fica faltando nesta espécie de pregação é a cruz. Algumas vezes o pregador pode mencioná-la ao final, porém nesses casos a cruz é reduzida de ser a parte mais elevada da obra de Deus em favor da humanidade a um mecanismo que me ajude a fazer um trabalho melhor. A cruz, a de Jesus e a nossa, ambas são totalmente deixadas de fora. A idéia de nosso pecado causando a morte de Cristo na cruz fica ausente desta mensagem. A idéia que nós devemos tomar nossa cruz e seguí-Lo também fica de fora.

Em resumo, o Evangelho fica de fora de muitas dessas apresentações e assim, não importa quão eloquente ou bem preparada, este tipo de pregação não traz em seu bojo o poder real que emana do pregar ; Cristo e Ele crucificado’.

Fica faltando a vinda do Reino

Em muitos destes sermões, a idéia da chegada do reino de Deus está ausente. Se é como devemos nos preparar para o reino vindouro, ou se é como o reino vindouro é diferente  dos ‘reinos’ atuais, este aspecto da verdadeira pregação fica faltando com frequência nes’ses sermões, nas ‘pregações motivacionais’.

Se você não estiver pregando a cruz e nem o reino vindouro, então precisa perguntar a si mesmo, quais são as consequências eternas da minha maneira de pregar? Se alguém vier até a sua igreja após ter recebido o diagnóstico de estar com câncer, o que o seu sermão a respeito de como ser bem sucedido fará com esta pessoa? Se alguém se encontrar em meio ao desespero e necessitar ouvir uma palavra a respeito do reino vindouro no qual a justiça reina, o que a sua mensagem teria a dizer a respeito dos entendimentos distorcidos que as pessoas têm sobre o Evangelho?

As pessoas podem assistir a palestras motivacionais em muitos lugares, mas quando elas vêm até a igreja elas tem de ouvir a um pregador. Há lugar e hora para palestras motivacionais, porém se você como um pregador estiver utilizando todo o seu tempo para estar simplesmente discorrendo sobre outras coisas que não o Evangelho, então você não cumpriu o seu dever. Porque para um pregador se degenerar e se tornar num facsimile, isto é, numa cópia de alguma apresentadora bem sucedida da tv ou de algum palestrante motivacional famoso é apenas um passo e assim você deixará de anunciar as palavras de Deus para a humanidade e passará a ser mero papagaio repetidor de dicas colhidas aqui ou acolá de pensadores humanos.

Fonte: SERMON CENTRAL

Tradução/Versão/Adaptação: Chicco Sal

 
1 comentário

Publicado por em 15/09/2011 em POIMENIA

 

Tags: , , , ,