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O Cristão Bíblico e o Cristão Cultural. Qual deles é você?

cristão biblico

Há alguns anos atrás preguei em minha igreja esta mensagem e perguntei aos membros quem eles eram, cristãos culturais ou cristãos verdadeiros?

Todos afirmaram serem cristãos verdadeiros, mas ao termino da mensagem perceberam que eram cristãos culturais.

Qual a diferença de um cristão bíblico para um cristão cultural?

Como sabemos se somos cristãos autênticos e se nos acostumamos a viver uma cultura?

Quando eu era um novo convertido em uma pequena igreja do interior costumava ouvir debates de irmãos mais velhos na fé sobre os acontecimentos dos últimos dias. Muitos destes debates, devido ao pouco conhecimento teológico daqueles irmãos, giravam em torno de verdadeiras “lendas gospel” ao invés de interpretações teológicas concretas.

Uma das teorias das quais me lembro e que hoje ainda me perturba a memória era a que afirmava que nos últimos dias, as pessoas abririam a Bíblia e as letras teriam sumido. Acredito que eles se baseavam em Amós 8:11 para tal afirmação.

Eis que vêm os dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor (Amós 8:11).

Penso que afirmavam isto por não entenderem como as pessoas poderiam ter sede e fome da Palavra de Deus já que a tinham por completa na Bíblia. Como não leriam e matariam sua fome e sede? A única explicação que encontravam era deduzir que as Bíblias se apagariam.

É claro que eu não cria em tal teoria, no entanto vejo uma grande realidade contida nesta linha de raciocínio. Mas o fato é que as letras, os versículos e capítulos da Bíblia não precisarão apagar-se, para que nós os percamos basta deixarmos que esta secularização, este sincretismo, modismos, e estas mutações doutrinarias continuem ocorrendo na vida das igrejas e dos cristãos e o verdadeiro Evangelho se perderá tornando-se apenas mais uma cultura ou religião morta.

O que é Cristianismo Cultural?

O cristianismo cultural é um costume, uma forma de vida, uma opção religiosa ou mais precisamente uma ideologia.

CRIST-25C3-2583O-2BCULTURALO cristianismo cultural não está verdadeiramente preocupado com a causa de Deus e sim o quanto tirará de vantagem disso.

O cristianismo cultural não está disposto a morrer e sim desfrutar, deleitar-se e nunca fará nada que incorrerá em sacrifício.

Cristianismo cultural significa buscar o Deus que queremos em vez do Deus que Ele é.

É a tendência à superficialidade em nossa compreensão de Deus, desejando que ele seja mais do tipo vovô bonzinho que nos mima e nos deixa fazer o que queremos.

É sentir uma necessidade de Deus, mas dentro das condições por nós estabelecidas.

É desejar o Deus que sublinhamos em nossas Bíblias sem querer também o restante dele.

É o Deus relativo em vez do Deus absoluto.

Cristianismo cultural é cristianismo tornado impotente.

É cristianismo com pouco ou nenhum impacto sobre os valores e crenças de nossa sociedade. Quando o conceito de vida secular é incorporado ao conceito de vida cristão, nenhum dos dois sobrevive.

O cristianismo cultural requer que Deus nos conceda paz pessoal e riqueza para provar que ele nos ama.

É o Deus amor, mas não o Deus santo. Na realidade, Deus nos ama tanto que limpará o cristianismo cultural de nossas vidas, assim como o ourives purifica a prata queimando a impureza.

Como os brinquedos mutáveis com que as crianças brincam, frequentemente queremos que Deus seja ajustável — que se adapte aos nossos caprichos em vez de nós nos adaptarmos a Ele.

Por que nos tornamos Cristãos Culturais?

Um dos principais fatores responsáveis por mais da metade da Igreja Evangélica mundial ter se tornado uma cultura e não uma fé genuinamente bíblica são as teologias que apresentam um evangelho imediatista. Ou seja, um evangelho que vem de encontro aos nossos problemas e aflições, que tem a única função de sarar, curar, e satisfazer nossas necessidades imediatas.

Não nos enganemos a Igreja de hoje é produto da atmosfera que estamos gerando em nossos púlpitos em nossas reuniões e na mídia mercantilista de algumas denominações.

Por que os cristãos não oram mais?

Não oram porque não precisam, pois quando tem um problema participam de uma campanha mística em prol de causas impossíveis ou coisas do tipo! Ofertam grandes somas, fazem um voto ou recorrem a amuletos e rituais. Se isso já resolve o problema então para que manter comunhão com Deus?

Estas práticas produzem crentes sem intimidade, sem vida espiritual. Pessoas que aprenderam uma religião e não uma fé, ou mais precisamente foram inseridas dentro de uma cultura.

Pra que orar se não tenho problemas aparentes?

Pra que jejuar se tudo vai bem em meu trabalho, ou empresa, se minha vida familiar, sentimental esta caminhando?

Lembro-me de um tempo em que orávamos porque queríamos dons espirituais, desejávamos que outras pessoas fossem salvas e sentissem a alegria que sentíamos.

Lembro-me de um tempo em que nossa fé não girava em torno de CARROS, CASA PRÓPRIA, EMPREGO, SALÁRIOS, VIDA SENTIMENTAL e coisas do gênero. Mas almejávamos os altos objetivos celestiais, o desvendar dos mistérios de Deus, o conhecer do seu Espírito. Almejávamos experiências com o Pai! Tínhamos em mente que passaríamos por aflições, mas nos alegrávamos porque JESUS já havia vencido o mundo.

Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.( João 16:33 )

Hoje ser cristão é ter e comer o melhor desta terra é usufruir do prazer desta vida. Não vejo isto nos Evangelhos e nem mesmo na Bíblia inteira. Vejo um chamado ao compromisso e a obediência a este chamado às vezes inclui não possuir nada, deixar sua família, amigos, bens, oferecer-se em sacrifício principalmente negar a si mesmo.

Bem conheço as bençãos do Evangelho, mas são consequência de uma vivencia com Deus já que onde Ele está presente as trevas sempre batem em retirada.

Não quero este Evangelho cultural, pois tal doutrina apenas me apresenta aquilo que SATANÁS me oferece todos os dias para que eu desista de JESUS, riqueza, poder, felicidade, dinheiro e alivio do sofrimento.

Se o Evangelho é apenas isto que esta cultura gospel esta apresentando na mídia então que tem dinheiro, casas, carros e família não precisa dele, pois já tem tudo que ele poderia oferecer.

Sou um Cristão Bíblico ou um Cristão Cultural?

Como saber se estou seguindo uma cultura ou se o verdadeiro Evangelho entrou em minha vida e em meu coração?

Destaco a seguir alguns pontos que nos mostrarão a diferença entre estes dois tipos de cristão.

Cristão Bíblico diferente do mundo:

O Cristão bíblico possui valores diferentes do mundo, preocupa-se com as coisas e causas de Deus. Suas conversas envolvem temas na maioria das vezes espirituais. Possui um conjunto de valores que fogem da futilidade das coisas terrenas.

Cristão cultural se encaixa ao mundo:

Diferente do cristão Bíblico o cristão cultural consegue manter os mesmos valores que qualquer pessoa não cristã. Consegue se vestir da mesma forma, ouvir as mesmas musicas, falar dos mesmos assuntos e se preocupar com os mesmos problemas. Este tipo de cristão não fará falta nenhuma no reino de Cristo e também não exerce nenhuma influencia espiritual na vida de outras pessoas.

Cristãos bíblicos costumam gastar horas do seu dia em oração jejum e leitura da Bíblia:

Cristãos bíblicos costumam cultivar um verdadeiro relacionamento com Deus através de oração, jejum, leitura, estudo das Escrituras, pregação da Palavra. São os que costumamos chamar de servos e não somente crentes.

Tais pessoas estão preocupadas com os sonhos de Deus, as visões de Deus e para tais coisas costumam sacrificar seu tempo. Preocupam-se com santificação pessoal e uma vida interior voltada ao Evangelho santo, não fazem alianças com o diabo permitindo que pequenos pecados as corrompam, cultivam e valorizam um ministério, uma chamada. Também costumam estar bastante envolvidas com a batalha espiritual destes últimos dias.

Cristãos culturais apenas enfeitam as igrejas:

Cristãos culturais em sua maioria tem consciência de que devem orar, jejuar, ler a Bíblia e dar espaço a compromissos com Deus, porem nunca fazem isto! Vivem presos a uma rotina mundana e materialista. Afirmam constantemente que gostariam de ter mais tempo para oração, gostariam de ler a Bíblia, mas estão sempre ocupados ou as responsabilidades os estão exaurindo. Trabalho faculdade, empresa, escola e compromissos sociais ocupam sempre o primeiro lugar na vida de um cristão cultural, nunca darão este lugar a Deus.

O Evangelho, Jesus e a sua palavra serão sempre um acessório na roupa espiritual de um cristão cultural.

Quando decidi não ser mais um Cristão Cultural.

Todos nós temos tendências a nos tornarmos cristãos culturais. As rotinas da vida e até mesmo rotinas das igrejas e grupos evangélicos muitas vezes podem nos distanciar de Deus a ponto de nos sentirmos seguros dentro do meio em que vivemos.

Um cristão radical me disse uma vez que um crente precisa estar constantemente enfrentando lutas e provas, pois do contrario cai no comodismo e é dominado por Satanás.

Embora não concorde com esta visão, vejo, no entanto certa realidade nisto, pois quando estamos passando por lutas nos voltamos para Deus, nos colocamos constantemente na dependência dele, ficamos mais alerta e cuidamos melhor da nossa fé.

Quando estamos passando por momentos de paz costumamos relaxar e dar mais vazão a nós mesmo e aos desejos da nossa carne esquecendo que temos um inimigo que nos persegue dia e noite

Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;( 1 Pe 5:8)

Há algum tempo decidi deixar de ser um cristão cultural, pois percebi que estava fazendo tudo no piloto automático. Pregava porque sabia, dirigia cultos e reuniões porque era o meu trabalho e obrigação, aconselhava pessoas, queria ser um bom pastor, elaborava projetos, pois esperava resultados tanto em crescimento para minha congregação como para massagear meu próprio ego. Pude ver que mesmo minhas orações eram totalmente em cima de minhas necessidades e não para obter comunhão. Consequentemente entendi que não queria a parceria de Deus no meu ministério e vida e sim buscava resultados e de preferência resultados que me agradassem.

Após um despertar de Deus em minha vida entendi que não posso simplesmente traçar planos e esperar que Deus se encaixe neles. Ao contrario! Devo me encaixar nos planos de Deus mesmo que isto signifique negar a mim mesmo.

Todos os tipos de crentes podem ser levados ao cristianismo cultural. Alguns lideres podem vir a cair no comodismo das instituições e se acostumar com uma vivencia programada que poderá até gerar certa satisfação e falso senso de justiça, no entanto sabemos que o Evangelho é poder, milagres, conversão transformação de vidas, libertação e uma grande porção de obras sobrenaturais, resultados bem diferentes dos que obtemos quando estamos mergulhados em uma cultura.

O que devo fazer então?

Bom! Será bem difícil!

Se você percebeu que é um cristão cultural e não um cristão bíblico, dependendo do tempo em que leva sua fé de qualquer maneira, pode ter adquirido alguns vícios de comportamento.

Isto é muito serio, pois os vícios substituem uma verdadeira conduta cristã por falsos sacrifícios que na realidade fazemos por prazer e não por desejo de servir a Deus.

Existem pessoas que dirigem o louvor da igreja e por tal atitude acham que estão servido a Deus, fazendo sua parte. Mas ao mesmo tempo não refreiam sua língua, cultivam sentimentos lascivos, assistem pornografia, cobiçam pessoas e coisas que não são para si.

Nestes casos o cargo no coral da igreja, o ministério de pregação e evangelismo ou qualquer posição que estas pessoas ocupam servem como meio de justificação. Tolo engano de Satanás!

São vícios que nos matam espiritualmente e nos transformam em cristãos totalmente culturais, nos fazendo viver um teatro gospel ao invés de uma vida intima e verdadeiramente funcional com Deus.

Se eu fosse resumir os pontos principais para que alguém se torne um verdadeiro cristão digno de reconhecimento e respaldo bíblico mencionaria uma receita muito antiga. Na verdade muitos desanimam quando ouvem tais conselhos e sugestões.

Trata-se de oração, jejum, leitura e estudo das Escrituras, vigilância espiritual, pregação e amor ao próximo.

Guarde estes preceitos e ensinamentos contidos neste estudo, priorize estas coisas ao invés de priorizar louvor, reuniões ou outros costumes e culturas gospel. Volte-se para atitudes que realmente mudem seu interior e relacionamento com Deus e não supervalorize atitudes que apenas constroem em você uma fé teatral.

Para corrigir meus erros eu tomei as seguintes decisões:

Orar todos os dias cerca de uma ou duas horas – Isto eu propositei como prioridade e nenhum outro compromisso por mais importante que seja tomará o lugar deste propósito pois decidi colocar Deus em primeiro lugar em minha vida.

Às vezes estou cansado, ou queria ir visitar alguns amigos ou mesmo atrasei trabalhos e me sinto tentado a consumir estas horas comigo mesmo, no entanto não me permito quebrar este compromisso e mesmo lutando cumpro o prometido. Menciono isto, pois não será fácil para você caro leitor cumprir com esta dura decisão já que aparecerão inúmeros motivos aparentemente justos para que você desista.

Jejuar ao menos uma vez por semana o dia inteiro – O jejum ainda é uma ferramenta poderosa para um cristão, tenho experimentado maravilhosos resultados quando jejuo.

Sinto-me tentado até teologicamente a não jejuar, constantes são os comentários de irmãos e até lideres que afirmam que o jejum não é necessário, que é coisa de crente fanático, porem não encontrei nenhuma justificativa bíblica para isto. Existem demônios que só saem com jejum e oração.

Certamente quem decidir jejuar e também orar sofrerá fortes investidas do inimigo e tentações para que desista. Nossa carne usa argumentos poderosos para que não entremos em uma batalha espiritual mais intensa, Mas não se preocupe o jejum é bíblico e nosso corpo está perfeitamente preparado para suportá-lo. Com toda certeza jejum não mata! Existem crentes que não jejuam, mas se acabam em regimes para perder peso e muitas vezes por pura vaidade. Um jejum equilibrado e com intervalos de alguns dias melhorará nossa vida espiritual e não terá impactos físicos além de nos dar poder espiritual.

Ler as Escrituras e bons livros evangélicos – Um hábito esquecido por quase todos os cristãos do nosso tempo.

Devemos ter em mente que a leitura da bíblia e de bons livros evangélicos e até não evangélicos, nos proporciona inspiração, conhecimento e capacidade para pregar. Ainda vale lembrar que as Escrituras testificam de Jesus, Elas nos revelam o coração de Deus e também alimentam nossa fé.

Conclusão:

Existem muitas atitudes as quais poderíamos tomar para não cairmos no erro de viver um cristianismo cultural e bem sabemos que todas elas se resumem em praticar o Evangelho que recebemos vivermos realmente a Palavra que pregamos.

Não se conforme em viver um teatro gospel, lembre-se que o que diferencia as ovelhas dos bodes não são exatamente os pecados ou a fé, mas sim o que uns fizeram e outros não fizeram.

Estamos vivendo nossa historia com Deus. Lutemos para que possamos vive-la de maneira que experimentemos grandes coisas dentro de um cristianismo bíblico que imita a Jesus!

FONTE: O PESQUISADOR CRISTÃO

 
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Publicado por em 04/03/2015 em POIMENIA

 

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Decapitações feitas pelo Estado Islâmico viram “brincadeira” de criança no Oriente; Assista

Decapitações feitas pelo Estado Islâmico viram “brincadeira” de criança no Oriente; AssistaA propaganda feita pelo Estado Islâmico de suas ações terroristas tem alcançado um objetivo macabro: inspirar crianças a repetir os atos em uma “brincadeira” chamada “jogo da jihad”.

O jornal Daily Mail publicou um vídeo em que um pequeno grupo de meninos encena uma execução semelhante à dos 21 cristãos coptas egípcios mortos na Líbia.

A brincadeira bizarra tem se espalhado entre crianças de países como o Egito, Iêmen e até do Japão, de acordo com o jornal.

Em um dos vídeos que circula na internet, crianças iemenitas usam facas de brinquedo enquanto gesticulam freneticamente durante um “discurso”, igual ao dos executores do Estado Islâmico.

A cena mostra outras crianças ajoelhadas lado a lado, e ouvem o final de sua “sentença de morte”, antes da simulação da decapitação, repetindo exatamente o acontecido nos vídeos repugnantes divulgados pelos extremistas.

LEIA MAIS E ASSISTA AO VÍDEO AQUI

FONTE: GOSPEL +

 
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Publicado por em 28/02/2015 em POIMENIA

 

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Deus e a incompetência administrativa

Jesus para Presidente

Primeiro foi o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, depois o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e agora o novo secretário de Recursos Hídricos do Estado, Benedito Braga, decide recorrer a Deus para resolver a incompetência administrativa tucana, no Estado há 20 anos. Segundo a Folha de São Paulo, em nota publicada hoje (7/2), por ocasião de um evento realizado pela Federação do Comércio Estadual, Benedito fez uma apresentação das ações e dos planos do governo para enfrentar a crise do abastecimento de água. Ao final, de acordo com a Folha, Benedito Braga disse – “Temos de pedir a Deus piedade e que nos mande água!”. É a realidade que vivenciamos no Estado de São Paulo.

Se nos últimos 20 anos o governo do Estado não conseguiu resolver o problema hídrico, por que recorrer a Deus? Seria a solução mais fácil, mais sustentável, no momento? É o que podemos entender pelas entrelinhas. Em um país em que as coisas são resolvidas à brasileira, com jeitinho, não deveríamos estranhar que um político venha a público fazer declarações improvisadas, sem fundamento técnico. “Por que não deixam Deus em paz?”, questionou Juan Arias, colunista do jornal El País, em artigo publicado no final de janeiro. “Deus, para os que nele creem, não pode ser um coringa, sempre disposto a resolver os erros e incapacidades dos políticos”, aponta Juan Arias.

A escassez de produtos básicos na Venezuela, a pane elétrica no Brasil, e a crise hídrica no Estado de São Paulo, são resultados de políticas equivocas, de anos de incompetência administrativa. Enquanto a população padece com a falta de água – especialmente em regiões mais altas e pobres da periferia de São Paulo -, o governador apresenta como opção a água podre da represa Billings. É o cúmulo do absurdo. Para um Estado que tem o maior PIB do País, que é considerado a locomotiva do Brasil, não investir de forma adequada na expansão das reservas hídricas, com novos reservatórios, preservação dos mananciais, reflorestamento de áreas próximas aos grandes afluentes, é um grande retrocesso. Diante da incapacidade administrativa, resta clamar a Deus.

É fácil e cômodo recorrer a Deus quando não conseguimos corrigir nossos erros. É uma fórmula antiga, porém descontextualizada. Era comum, nas sociedades primitivas, sacerdotes oferecerem sacrifícios aos deuses para apaziguar às forças da natureza, terem uma boa colheita, ou mesmo para serem superiores no campo de batalha. Estamos falando de um contexto social diferente, dos primórdios da humanidade. Hoje temos recursos humanos e tecnológicos necessários para abastecermos o mundo por décadas, contornarmos situações climáticas desfavoráveis à agricultura, proporcionarmos saúde ao homem, mas interesses pessoais são impeditivos ao crescimento.

Deus, atualmente, é uma moeda de troca, um negócio, um seguro contra crises hídricas e elétricas. Recorra a Deus e tudo estará resolvido. Seja um total incompetente, gaste os recursos públicos com viagens internacionais, com festas à beira-mar, e jogatinas em cassinos de Las Vegas, e depois recorra a Deus. Simples assim. Deixe o chicote estalar no lombo dos pobres, dos comerciantes, dos empresários. Esta é a fórmula adotada por nossos políticos e líderes partidários. Estamos perdidos. A saída então seria colocarmos Deus na Presidência, no Ministério de Minas e Energia, ou constituí-lo como governador do mais rico Estado do Brasil, o Estado de São Paulo! Deixem Deus em paz!

Por

é pesquisador, jornalista, colaborador de diversos meios de comunicação e licenciando em Ciências Sociais pela Universidade Metodista de São Paulo. Há mais de dez anos dedica-se ao estudo de religiões e crenças, sendo um dos campos de atuação a religiosidade brasileira e movimentos destrutivos. Contato: pesquisasreligiosas@gmail.com

FONTE: GOSPEL MAIS

 
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Publicado por em 26/02/2015 em POIMENIA

 

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O Novo Ateu – Ricardo Barbosa

Hoje, o ateu não é mais aquele que não crê, mas aquele que não encontra relevância para Deus na sua rotina. O novo ateísmo não precisa negar a fé; apenas cria substitutos para ela. Mantém o crente na igreja, mas longe do seu Salvador”Sabemos que existem vários tipos de ateus. Existem aqueles que não crêem em Deus por não encontrarem respostas para os grandes dilemas da humanidade como violência, miséria e sofrimento. Não conseguem relacionar um Deus de amor com o sofrimento humano. Outros não crêem porque não encontram uma razão lógica e racional que explique os mistérios da fé, como a criação do mundo, o dilúvio, o nascimento virginal, a ressurreição, céu, inferno, etc. Diante de temas tão complexos que requerem fé num Deus pessoal, Criador e Redentor, muitos não conseguem crer naquilo que lhes parece racionalmente absurdo.

Os dois tipos de ateus já mencionados são inofensivos. Na verdade, são pessoas que buscam respostas, são honestos e não aceitam qualquer argumento barato como justificativa para suas grandes dúvidas. São sinceros e lutam contra uma incredulidade que os consome, uma falta de fé que nunca encontra resposta para os grandes mistérios da vida e de Deus.

No entanto há um outro tipo de ateu, mais dissimulado, que cresce entre nós, que crê em Deus e não apresenta nenhuma dúvida quanto aos mistérios da fé, nem em relação aos grandes temas existenciais. Ele vai à igreja, canta, ora e chega até a contribuir. É religioso e gosta de conversar sobre os temas da religião. Contudo, a relevância de Cristo, sua morte e ressurreição para a vida e a devoção pessoal é praticamente nula. São ateus crédulos. O ateu moderno não é mais somente aquele que não crê, mas aquele para quem Deus não é relevante.

Este é um novo quadro que começa a ser pintado nas igrejas cristãs. Saem de cena os grandes heróis e mártires da fé do passado e entram os apáticos e acomodados cristãos modernos. Aqueles cristãos que entregaram suas vidas à causa do Evangelho, que deixaram-se consumir de paixão e zelo pela Igreja de Cristo, que viveram com integridade e honraram o chamado e a vocação que receberam do Senhor, que sofreram e morreram por causa de sua fé, convicções e amor a Cristo, fazem parte de uma lembrança remota que às vezes chega a nos inspirar.

Os cristãos modernos crêem como os outros creram, mas não se entregam como se entregaram. Partilham das mesmas convicções, recitam o mesmo credo, freqüentam as mesmas igrejas, cantam os mesmos hinos e lêem a mesma Bíblia, mas o efeito é tragicamente diferente. É raro hoje encontrar alguém em cujo coração arde o desejo de ver um amigo, parente, colega de trabalho ou escola convertendo-se a Cristo e sendo salvo da condenação eterna. Os desejos, quando muito, se limitam a visitar uma igreja, buscar uma “bênção”, receber uma oração; mas a conversão a Cristo, o discipulado com todas as suas implicações, são coisa que não nos atraem mais.

Os anseios pela volta de Cristo, o desejo de nos encontrarmos com Ele e ver restaurada a justiça e a ordem da criação ficaram para trás. Somente alguns saudosos dos velhos tempos lembram-se ainda dos hinos que enchiam de esperança o coração dos que aguardavam a manifestação do Reino. A preocupação com a moral e a ética, com o bom testemunho, com a vida santa e reta não nos perturba mais – somos modernos, aprendemos a respeitar o espaço dos outros. O cuidado com os irmãos, o zelo para que andem nos caminhos do Senhor, as exortações, repreensões e correções não fazem parte do elenco de nossas preocupações. Afinal, cada um é grande e sabe o que faz.

Enfim, somos ateus modernos, o pior tipo de ateu que já apareceu. Citamos com convicção o Credo Apostólico, mas o que cremos não tem nenhuma relevância com a forma como vivemos. A pessoa de Cristo para muitos é apenas mais uma grife religiosa, não uma pessoa que nos chama para segui-lo. O ateísmo moderno se caracteriza pela irrelevância da fé, das convicções, do significado da igreja e da comunhão dos santos.

A irrelevância de Deus para a vida moderna é intensificada pela cultura tecnocrática. Temos técnicas para tudo: para ter um matrimônio perfeito, criar filhos felizes e obedientes, obter plena satisfação sexual no casamento, passos para uma oração eficaz, como conseguir a plenitude do Espírito Santo e muitos outros “como fazer” que entopem as prateleiras das livrarias e o cardápio dos congressos. A sociedade moderna vem criando os métodos e as técnicas que reduzem nossa necessidade de Deus, a dependência dEle e a relevância da comunhão com Ele. Chamamos uma boa música de adoração, um convívio agradável de comunhão, uma moral sadia de santificação, assiduidade nos programas da igreja de compromisso com o Reino de Deus.

As técnicas não apenas criam atalhos para os caminhos complexos da vida, como procuram inverter os pólos de atenção e dependência. Tornamo-nos mais dependentes de nós do que de Deus, acreditamos mais na eficiência do que na graça, buscamos mais a competência do que a unção, cremos mais na propaganda do que no poder do Evangelho. Tenho ouvido falar de igrejas que são orientadas por profissionais de planejamento estratégico. Estudam o perfil da comunidade, planejam seu desenvolvimento, arquitetam seu crescimento e, de repente, descobrem que funcionam, crescem, são eficientes, e não dependem de Deus para nada do que foi planejado. Com ou sem oração a igreja vai crescer, vai funcionar. Deus tornou-se irrelevante. Tornamo-nos ateus crentes.

A minha preocupação não é simplesmente criticar o mundo religioso abstrato, superficial e impessoal que criamos ou criticar a tecnologia moderna que, sem dúvida, pode e tem nos ajudado. Minha preocupação é com o coração cada vez mais distante, mais abstrato, mais centralizado naquilo que não é Deus, mais dependente das propagandas e estímulos religiosos, mais interessado no consumo espiritual do que numa relação pessoal com Deus.

Como disse, o ateu hoje não é mais aquele que não crê, mas aquele que não encontra relevância para Deus na sua rotina, não precisa da comunhão dEle para a vida. A sutileza do novo ateísmo é que ele não precisa negar a fé, apenas cria substitutos para ela. Mantém o crente na igreja, mas longe do seu Salvador. Este ateu está muito mais presente entre nós do que imaginamos.

via site da PIPG

 
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Publicado por em 30/09/2013 em POIMENIA

 

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Unidade anticristã x desunião cristã

Se há divergências inconciliáveis, é preciso dizer quer há também convergências indestrutíveis.

O cristianismo sempre lidou com conflitos internos. Desde o Concílio de Jerusalém, por zelo e por amor ao Evangelho, teve que solucionar suas discordâncias. É verdade que nem sempre foram conflitos tão pacíficos como aquele. Houve, por vezes, verdadeiras batalhas. Também é verdade que os motivos nem sempre foram os mais justos, ou santos, mas, de qualquer maneira, o cristianismo manteve-se firme, ainda que dividido.

Desde o Grande Cisma, e mais ainda após a Reforma, a cristandade rachou de vez. Romanos de um lado, protestantes de outro e ortodoxos em outro ainda. Além dessas grandes divisões, as centenas ou milhares de divisões internas, principalmente dentro do lado protestante, tornaram o diálogo difícil e a conciliação, por óbvio, praticamente impossível.

No entanto, tal racha, ainda que sério, jamais ultrapassou os estritos limites das questões de fé. Foi, certamente, causado por divergências doutrinárias (sem descartar, claro, influências políticas e interesses pessoais). De qualquer maneira, tudo girando em torno das Escrituras e sua interpretação.

Após a Revolução Francesa, principalmente, entrou, na sociedade, um elemento estrangeiro: uma cosmovisão absolutamente desligada das Escrituras e da tradição cristã. É verdade que seus fundamentos haviam surgido bem antes, mas apenas nela se tornou verdadeiramente um elemento político razoavelmente sistematizado.

Dali, o que houve foi apenas o crescimento de uma visão da vida cada vez mais desligada de Deus, o que desembocou nos movimentos ligados à uma visão estritamente materialista da sociedade, como o marxismo, o anarquismo etc., todas elas abertamente anticristãs.

Hoje, o que há é o domínio cultural e midiático, em quase todo o Ocidente, por grupos e pessoas ligadas diretamente ou por afinidade a esses movimentos que trabalham incessantemente para destruir os fundamentos deixados pelo cristianismo nesta parte do mundo.

Sem contar, ainda, as infiltrações, dentro das igrejas cristãs, por esses mesmos grupos e pessoas, que só fazem trazer para os púlpitos e altares, ainda que sorrateiramente, as mesmas idéias que encharcam o lodo ideológico ao qual pertencem.

Ainda que esses movimentos não tenham sempre uma interação programática objetiva, é impressionante sua identidade ideológica, a defesa unânime dos mesmos pontos, a certeza de quem são os inimigos da sociedade. Apesar da diversidade absurda de princípios, no fim acabam todos eles defendendo as mesmas coisas, acreditando nas mesmas coisas, lutando contra as mesmas coisas.

Pelo lado dos cristãos acontece o contrário: ligados pelos mesmos fundamentos, alicerçados sobre os mesmos princípios, dividiram-se em tantas doutrinas, tantos sistemas e tantas crenças que já não mais se vêem como filhos de uma mesma mãe: a Igreja. Se consideram, quando não inimigos, opostos ou distantes.

Então, o quadro que se coloca é este: anticristãos unidos pelos mesmos objetivos e mesmas idéias; cristãos desunidos, ainda que fundamentados sobre as mesmas bases. Ora, quem está mais forte para ganhar essa batalha? E pode um reino dividido subsistir?

O avanço ateísta e anticristão é uma realidade presente e cada vez mais forte. Sem resistência, vai impondo sua visão de mundo, invadindo os fundamentos da civilização (que ainda é cristã de alguma maneira) e subvertendo mentes que ainda resistem com resquícios dos ensinamentos religiosos recebidos durante dois mil anos.

Por outro lado, não há, do lado de cá, qualquer reação a esse avanço, senão manifestações individualizadas de inconformismos que, isoladamente, pouco podem contra tamanha investida.

A questão é: seria possível alguma união cristã contra tudo isso?

Sinceramente, olhando apenas como um observador, e conhecendo razoavelmente as partes envolvidas, não tenho muita esperança. Os católicos vêem os protestantes apenas como rebeldes insubordinados. Os protestantes vêem os católicos e ortodoxos como desviados da verdade. Tradicionalistas vêem carismáticos como vêem os protestantes e entre estes cada denominação ou mesmo templo vê o outro como herético.

A única solução, se é que há, é, em primeiro lugar, o reconhecimento, pelos verdadeiros cristãos, de que existem inimigos concretos que lutam, incansavelmente, em favor da destruição dos pilares de nossa civilização, o que passa, obviamente, pela mitigação de toda e qualquer influência cristã. Em segundo lugar, a consciência do fundamento comum que liga todas as vertentes cristãs. Se há divergências inconciliáveis, é preciso dizer quer há também convergências indestrutíveis; principalmente a participação de todos noLogos divino.

Essa comunhão em Cristo deve ser o estandarte principal. É ela que vai permitir que haja alguma resistência. Se desejam lutar para que a civilização ocidental se mantenha em pé, enxergo apenas uma possibilidade: entendermos definitivamente que o inimigo não está na igreja ao lado, mas do outro lado do front, nas linhas inimigas daqueles que desprezam os valores herdados pelos dois mil anos de cristianismo.
Fabio Blanco edita o blog Discursos de Cadeira.

Fonte: MIDIA SEM MASCARA

 
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Publicado por em 30/03/2012 em POIMENIA

 

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Biblioteca Nacional de Israel diponibiliza manuscritos teológicos de Isaac Newton

Biblioteca Nacional de Israel diponibiliza manuscritos teológicos de Isaac Newton

Dan Martins

Conhecido por seus estudos científicos que revolucionaram a Física, a Matemática e a Astronomia nos séculos XVII e XVIII, Isaac Newton era também um estudioso em um campo de conhecimento que não o deu tanta visibilidade na história: a teologia.

Além de estudos conhecidos como as três leis do movimento, que são a base dos estudos da mecânica e levam seu nome, Newton deixou uma grande coleção de escritos sobre teologia. Como teólogo ele aplicou a abordagem científica ao estudo das Escrituras e do misticismo hebreu e judeu.

O legado teológico do cientista britânico está reunido em uma coleção de cerca de 7.500 páginas escritas a mão. Essa coleção pertence à Biblioteca Nacional de Israel que, de acordo com a Associated Press, digitalizou todo essa material e o disponibilizou online. Os textos abordam assuntos como interpretações daBíblia, teologia, a história de culturas antigas, o tabernáculo e o templo judeu. Entre estes textos está a famosa previsão de Newton do apocalipse em 2060, que ele teria calculado com base em informações coletadas no Livro de Daniel.

De acordo com o curador da coleção de Ciências Humanas da Biblioteca Nacional de Israel, Milka Levy-Rubin, Newton era um cristão devoto que abordou muito mais a Teologia do que a Física, e que acreditava que a Bíblia fornecia um “código” para o mundo natural. O curador afirma também que, diferente da forma com que fazemos distinção entre essas áreas hoje, ciência e fé “para Newton era tudo parte de um mesmo mundo”. “Ele acreditava que o estudo cuidadoso dos textos sagrados era um tipo de ciência, que se analisado corretamente poderia prever o que estava por vir”, completou o curador.

Esses textos se tornaram propriedade da biblioteca israelense de uma maneira, no mínimo, curiosa: Anos após a morte de Newton em 1727, seus descendentes doaram seus manuscritos científicos à sua alma mater, a Universidade de Cambridge. Porém a universidade rejeitou os seus manuscritos não científicos, que foram leiloados na casa de leilões Sotheby’s em Londres em 1936. Como outra casa de leilões famosa de Londres, a Christie’s, estava oferecendo uma coleção de arte impressionista que chamou muito mais atenção, apenas dois lançadores sérios se interessaram pela coleção de Newton naquele dia. Os escritos teológicos foram arrematados por Abraham Shalom Yahuda, um pesquisador de estudos orientais judaicos.

A coleção de Yahuda foi legada à Biblioteca Nacional de Israel em 1969, anos após sua morte. Em 2007, a biblioteca exibiu os papeis pela primeira vez, e agora elas estão disponíveis para todos online.

Levy-Rubin afirma que os textos mostram que “no que diz respeito a Newton, sua abordagem da História era tão ciência quanto à da Física. Sua visão de mundo era que o seu ‘laboratório’ para entender a história era a Bíblia”. O curador disse ainda que, para Newton, “sua fé não era menos importante para ele do que sua ciência”.

Fonte: Gospel+

 
Comentários desativados em Biblioteca Nacional de Israel diponibiliza manuscritos teológicos de Isaac Newton

Publicado por em 18/03/2012 em POIMENIA

 

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Rick Warren Interview on Muslims, Evangelism & Missions (Responding to Recent News Reports)

Rick Warren Clarifies His Stance on Muslims, Evangelism, and MissionsOnce again, watchbloggers are accusing Rick Warren of heresy. Why? Because, Warren explains, a secular Orange County newspaper got something wrong about a religious issue. Some of the usual bloggers have done their usual job.

However, due to the nature of the story, some mainstream news organizations and bloggers, without the constant anti-Warren agenda, were asking questions and wondering what what was going on. I was. So, I emailed Rick and asked him.

Rick sent me this interview where he seeks to bring clarification. He gave me permission to share it here at the blog. I think it will be helpful.

Furthermore, it is important to note that secular newspapers do not get the nuance we often use in evangelical Christianity. However, when we read well-known Christian leaders quoted as saying something in a local paper that seems out of character or contrary to their views over many decades, perhaps we might give that person the benefit of the doubt.

I am sure those who quoted the OC Register will also quote this to clear up any confusion.

Here in the interview Rick sent me:

QUESTION: Do people of other religions worship the same God as Christians?
WARREN: Of course not. Christians have a view of God that is unique. We believe Jesus is God! We believe God is a Trinity: Father, Son, and Holy Spirit. Not 3 separate gods but one God. No other faith believes Jesus is God. My God is Jesus. The belief in God as a Trinity is the foundational difference between Christians and everyone else. There are 2.1 billion people who call themselves Christians… whether Catholic, Orthodox, Protestant, Pentecostal, or Evangelical… and they all have the doctrine of the Trinity in common. Hindus, Muslims, Jehovah’s Witnesses, Christian Science, Unitarians, and everyone else do not accept what Jesus taught about the Trinity.

QUESTION: A recent newspaper article claimed you believe Christians and Muslims worship the same God, that you are “in partnership” with a mosque, and that you both agreed to “not evangelize each other.” You immediately posted a brief refutation online. Can you expand on that?

WARREN: Sure. All three of those statements are flat out wrong. Those statements were made by a reporter, not by me. I did not say them … I do not believe them… I completely disagree with them … and no one even talked to me about that article! So let me address each one individually: First, as I’ve already said, Christians have a fundamentally different view of God than Muslims. We worship Jesus as God. Muslims don’t. Our God is Jesus, not Allah. Colossians 2:9 “For in Christ dwells all the fullness of the Godhead bodily.” Second, while we urge our members to build friendships with everyone in our community, including Muslims and other faiths, (“Love your neighbor as yourself”), our church has never had any partnership with a mosque. Friendship and partnership are two very different levels of commitment. Some of our members have hosted a Bible study with Muslim friends, which I applaud, but I’ve never been to it, and a Bible study certainly isn’t any kind of partnership or merger! It’s just crazy that a simple Bible Study where people explore Scripture with non-Christians would be reported as a partnership and others would interpret that as a plan for a new compromised religion. Just crazy! Third, as both an Evangelical and as an evangelist, anyone who knows me and my 40 year track record of ministry that I would never agree to “not evangelizing” anyone! I am commanded by my Savior to share the Good News with all people everywhere, all the time, in every way possible! Anyone who’s heard me teach knows that my heart beats for bringing others to Jesus.

QUESTION: That same article mentioned that you ate an Iftar dinner with Orange County Muslims. What is that all about?

WARREN: It’s called being polite, and a good neighbor. For years, we have invited Muslim friends to attend our Easter and Christmas services, and they have graciously attended year after year. Some have even celebrated our family’s personal Christmas service in our home. So when they have a potluck when their month of fasting ends, we go to their party. It’s a Jesus thing. The Pharisees criticized him as “the friend of sinners” because Jesus ate dinner with people they disapproved of. By the way, one of my dear friends is a Jewish Rabbi and my family has celebrated Passover at his home, and he attends our Christmas and Easter services. I wish more Christians would reach out in love like Jesus.

QUESTION: Why do you think people who call themselves Christians sometimes say the most hateful things about Muslims?

WARREN: Well, some of those folks probably aren’t really Christians. 1 John 4:20 says, “If anyone says, ‘I love God,’ yet hates his brother, he is a liar. For anyone who does not love his brother, whom he has seen, cannot love God, whom he has not seen.” And 1 John 2:9 says “Anyone who claims to be in the light but hates his brother is still in the darkness.” I am not allowed by Jesus to hate anyone. Our culture has accepted two huge lies: The first is that if you disagree with someone’s lifestyle, you must fear them or hate them. The second is that to love someone means you agree with everything they believe or do. Both are nonsense. You don’t have to compromise convictions to be compassionate.

QUESTION: Let’s talk about evangelism. In the past 10 years, Saddleback Church has baptized over 24,000 new believers. No other church comes close to that record. You are likely the most evangelistic church in America. What’s the key?

WARREN: We are willing to do what many other churches are unwilling to do. We are willing to go beyond our comfort zone.

QUESTION: For instance?

WARREN: Because Jesus commanded us to take the Gospel to everyone, I spend much of my time with groups of people who completely disagree with what I believe. I’m constantly trying to build a bridge of love to nonbelievers, to atheists, to gays, to those I disagree with politically, and to those of other faiths. We don’t wait for these people to come to church; we go to them and share with them on their turf, not ours. Every member is a minister and a missionary. Saddleback was a missional church 30 years before the term became popular. We just called it being “purpose driven”

QUESTION: “Building a bridge” sounds like compromise to many people.

WARREN: Building a bridge has nothing to do with compromising your beliefs. It’s all about your behavior and your attitude toward them. It’s about genuinely loving people. People don’t care how much you know until they know how much you care. Before people ask “Is Jesus credible?” they want to know if you are credible. Before people trust Jesus they must trust you. You cannot enemies to Christ, only your friends. It’s part of what Paul calls “the ministry of reconciliation.” It is Christlike to treat people with dignity and listen to them with respect…

QUESTION: What is the PEACE Center?

WARREN: Based on Jesus’ instructions in Acts 1:8, we practice the PEACE Plan in three dimensions: PERSONAL PEACE – my ministry to those closest to me; LOCAL PEACE -our congregation’s ministry to our community; and GLOBAL PEACE – serving other local churches around the world as those congregations do their own local PEACE. The PEACE Center is the building on our church campus that houses about three dozen of our 300 ministries to the community. It offers our food bank, job training, family counseling, legal aid, car repair, tutoring, English as a second language, legal immigration assistance, and many other ministries.

QUESTION: I read an article that claimed you were building a PEACE Center to bring Muslims and Christians together in peace.

WARREN: It was the writer’s mistake. He got two different stories confused. Our recently opened PEACE Center, on the Saddleback Church campus has NOTHING …zero… to do with our Muslim friends.

This is an example of why I always doubt what I read in newspapers and blogs about ministries. Secular reporters trying to cover churches and theological issues often get it wrong . But then Christian bloggers, instead of contacting the ministry, blindly believe, quote and repost the errors made by secular reporters. Then those errors become permanent, searchable, and global on the Internet. I couldn’t count the number of times a secular reporter has gotten a story about Saddleback wrong but then it is perpetuated by Christians who never fact-check. And the three factors I mentioned about the Internet make it impossible to correct all the misperceptions, and outright lies that get repeated over and over…

QUESTION: What is the goal of your ministry?

WARREN: To know Christ and make Him known! To live out Jesus’ Great Commandment and Great Commission! In fact, this has been the motto of Saddleback Church since we started it in 1980: “A great commitment to the Great Commandment and the Great Commission will grow a great church.” Everything we do comes out of these two great texts. God’s five eternal purposes for both our lives and the church proceed from these verses. The Purpose Driven Church and The Purpose Driven Life explain this in detail….

QUESTION: Are you promoting Chrislam?

WARREN: Of course not. It’s the lie that won’t die. No matter how many times we refute it and correct that lie, people keep passing it on as truth. Jesus is the only way to salvation. Period. If I didn’t believe that, I’d get into much easier line of work! But I do believe that everybody needs Jesus and I am willing to put up with false statements and misunderstandings in order to get the Gospel out.

Update: The full Warren interview, developed with Brandon Cox and Alex Murashko, is now online at Pastors.com and the Christian Post and, it is my understanding, has also been sent out to the Saddleback church family.

Source: ED STETZER

 
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Publicado por em 08/03/2012 em POIMENIA

 

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