RSS

Arquivo da tag: missões

Decapitações feitas pelo Estado Islâmico viram “brincadeira” de criança no Oriente; Assista

Decapitações feitas pelo Estado Islâmico viram “brincadeira” de criança no Oriente; AssistaA propaganda feita pelo Estado Islâmico de suas ações terroristas tem alcançado um objetivo macabro: inspirar crianças a repetir os atos em uma “brincadeira” chamada “jogo da jihad”.

O jornal Daily Mail publicou um vídeo em que um pequeno grupo de meninos encena uma execução semelhante à dos 21 cristãos coptas egípcios mortos na Líbia.

A brincadeira bizarra tem se espalhado entre crianças de países como o Egito, Iêmen e até do Japão, de acordo com o jornal.

Em um dos vídeos que circula na internet, crianças iemenitas usam facas de brinquedo enquanto gesticulam freneticamente durante um “discurso”, igual ao dos executores do Estado Islâmico.

A cena mostra outras crianças ajoelhadas lado a lado, e ouvem o final de sua “sentença de morte”, antes da simulação da decapitação, repetindo exatamente o acontecido nos vídeos repugnantes divulgados pelos extremistas.

LEIA MAIS E ASSISTA AO VÍDEO AQUI

FONTE: GOSPEL +

Anúncios
 
Comentários desativados em Decapitações feitas pelo Estado Islâmico viram “brincadeira” de criança no Oriente; Assista

Publicado por em 28/02/2015 em POIMENIA

 

Tags: , , , , ,

PRECIOSA É A MORTE DOS SANTOS

 
Comentários desativados em PRECIOSA É A MORTE DOS SANTOS

Publicado por em 25/01/2015 em POIMENIA

 

Tags: , ,

VALEU A PENA.

 
Comentários desativados em VALEU A PENA.

Publicado por em 25/01/2015 em POIMENIA

 

Tags: , ,

China: A emoção em receber a Bíblia pela primeira vez

 
Comentários desativados em China: A emoção em receber a Bíblia pela primeira vez

Publicado por em 24/01/2015 em POIMENIA

 

Tags: , ,

Não vou orar pelo missionário

Na ocasião que Tony Campolo, pregador e escritor cristão, participou de uma conferência anual organizada pela Associação das Mulheres Cristãs, durante a conferência, a presidente da Associação leu em alta voz a carta de um missionário que estava precisando urgentemente de quatro mil dólares. Depois de ler essa emocionante carta, a presidente disse: “Então, gostaria de pedir ao pregador de hoje, irmão Campolo, que orasse pedindo a Deus que supra a necessidade desse missionário. Irmão Campolo, poderá fazer uma oração?”.
Então, ele respondeu: “Não”, surpreendendo a presidente da Associação. E prosseguiu dizendo: “Eu não vou orar para que Deus preencha a necessidade do missionário. Mas vou colocar em cima da mesa todo o dinheiro que tenho no meu bolso e peço para que todos façam o mesmo. Se todo o dinheiro arrecadado não completar os quatro mil dólares, então eu irei orar”.Em seguida, Tony Campolo esvaziou sua carteira. Com isso, as trezentas pessoas presentes também esvaziaram suas bolsas e carteiras. Resultado disso, o dinheiro arrecadado ultrapassou a quantia de quatro mil dólares. Vendo isso, Campolo disse: “Neste momento não precisamos pedir para que Deus supra nossas necessidades, pois o que precisamos já está aqui. Devemos orar para que possamos entregar essas coisas”.

***
Fonte: Buscai o Reino

Via: PULPITO CRISTÃO

 
1 comentário

Publicado por em 21/03/2012 em POIMENIA

 

Tags: , , ,

Após trabalho com índios no Amazonas, missionário evangélico vira cientista ateu

CLAUDIO ANGELO
editor de Ciência da Folha de S.Paulo

O americano Daniel Everett, 55, negou Deus por duas vezes. Primeiro o Deus literal, cristão, cuja inexistência declarou depois de conviver por décadas com os índios pirahãs, do Amazonas, com o propósito inicial –frustrado– de traduzir a Bíblia para a sua língua. Depois, o deus dos intelectuais, Noam Chomsky, cuja Gramática Universal, a mais ilustre de todas as teorias linguísticas, passou a ser questionada por Everett justamente por causa de peculiaridades do idioma pirahã.

Professor da Universidade do Estado de Illinois, Everett tem protagonizado nos últimos anos uma verdadeira guerra com os linguistas da escola de Chomsky, os generativistas.

Martin Schoeller
Daniel Everett no rio Maici, Amazonas, com um pescador pirahã; americano conta como tribo o transformou em cientista ateu
Daniel Everett no rio Maici, Amazonas, com um pescador pirahã; americano conta como tribo o transformou em cientista ateu

Ele afirma que seus estudos sobre a língua pirahã –iniciados em 1977 quando ele veio para o Brasil a serviço da organização missionária Summer Institute of Linguistics, ou SIL– derrubam a Gramática Universal por uma série de fatores.

O idioma pirahã, diz Everett, não partilha supostos universais linguísticos tidos como essenciais para a Gramática Universal, segundo a qual a biologia humana molda a linguagem e a variação gramatical possível nas diferentes línguas. O principal ponto é a alegada falta de recursividade do pirahã, ou seja, a capacidade de formar frases infinitamente longas encaixando elementos um no outro.

No fim do ano passado, Everett lançou no Reino Unido o livro “Don’t Sleep, There Are Snakes” (“Não Durma, Aqui Tem Cobra”), no qual desenvolve mais amplamente, para o público leigo, sua tese.

A obra vai muito além da linguística. Ele narra sua trajetória de três décadas entre a tribo, uma verdadeira saga que envolveu mudar-se com a mulher e três filhos pequenos dos EUA para o meio da selva, uma crise de malária que o fez remar por horas e viajar por dias de barco para salvar sua mulher (que insistia para ficar na aldeia, esperando que Deus a curasse) e ameaças de morte. E todo o processo que o fez se transformar de missionário evangélico em cientista ateu.

É cedo para dizer se as ideias de Everett representam um golpe mortal para a teoria chomskiana. (Não seria de todo impensável: o próprio Chomsky protagonizou um episódio desses, quando pôs abaixo em 1959, com um único artigo, toda a psicologia behaviorista de B. F. Skinner.) “Don’t Sleep, There Are Snakes” não avança nesse sentido.

No entanto, é um livro que precisa ganhar logo uma versão brasileira, por conta do olhar perspicaz de Everett sobre a vida na Amazônia.

Enquanto militares e ministros do Supremo discutem se as terras indígenas representam perda de soberania sobre a floresta, Everett e outros “gringos” que escrevem bons livros a respeito da região acabam por internacionalizá-la metaforicamente, ao aproximá-la do coração e da mente de seus leitores… em inglês.

De seu escritório em Illinois, falando um português com sotaque manauara, Everett deu a seguinte entrevista à Folha:

*

Folha – O sr. entrou na Amazônia como um missionário cristão e saiu de lá como um cientista ateu. Como aconteceu essa “desconversão”?

Daniel Everett – Eu nunca me converti até os 17 anos, quando comecei a namorar uma filha de missionários. Eles me falaram sobre as necessidades dos índios do Amazonas. Eu, como novo cristão, pensei que isso seria melhor que ficar nos EUA. Em 1978 eu fui para a Unicamp fazer mestrado, e obviamente não tem muito fundamentalista lá. E comecei a admirar muito o Aryon [Rodrigues, orientador de mestrado de Everett e principal estudioso de línguas indígenas do Brasil, hoje na UnB].

Uma vez ele me convidou para uma palestra que o Darcy Ribeiro foi dar na Unicamp quando voltou do exílio. A ideia de chegar para o Darcy Ribeiro e dizer que ele ia para o inferno sem Jesus Cristo parecia tão ridícula que eu comecei a pensar sobre essas crenças. Quando comecei a falar com os pirahãs, fiquei no meio do mato conversando com um grupo de pessoas que nunca manifestaram interesse nesse Deus do qual eu falava.

Pensei: “O que eu estou dizendo realmente deve ser muito irrelevante para eles”. E finalmente eu vi que intelectualmente eu não podia mais sustentar essa crença em mim.

Folha – Como é a sua relação com os missionários do SIL hoje?

Everett – Tenho relação próxima apenas com minha filha é missionária lá, e o Steve Sheldon, que trabalhava entre os pirahãs antes de mim. Eles não viraram meus inimigos, mas sou contra o trabalho. Minha filha e eu não falamos sobre isso.

Folha – O sr. conhece algum caso de evangelização que tenha sido danoso para os índios?

Everett – Você tem entre os índios banawás e os índios jamamadis os missionários mais conservadores. Os banawás tiveram um casal pentecostal entre eles e um casal do SIL. Você tinha dois casais de missionários num grupo de 79 pessoas.

É demais. Você tinha índios que achavam que Deus ia curar picada de cobra, malária, essas coisas. Os missionários sempre justificam sua presença nas aldeias pelo trabalho médico.

Hoje, com a Funasa assumindo um papel importante nas aldeias, eu não vejo nem essa necessidade para os missionários.

Acho que pregação, traduções, “testemunhos” etc. são superstições e não vejo como superstições podem ajudar os índios.

É a mesma coisa de dizer que os índios não podem viver bem sem crer em Papai Noel.

Folha – O sr. publicou suas conclusões sobre a língua pirahã num livro para o público leigo, quando o procedimento padrão é publicar em um periódico científico. O livro vem em vez de uma publicação científica ou além dela?

Everett – Além. Vai sair em setembro. A revista “Language”, a mais importante da linguística dos EUA, terá um artigo de 50 páginas atacando meu trabalho e uma resposta minha do mesmo tamanho. Eu não considero meu livro um livro principalmente linguístico. Ele trata de aspectos da minha vida e da minha interação com os pirahãs.

Folha – Qual é sua crítica à Gramática Universal de Noam Chomsky? Continue lendo AQUI.

Fonte: FOLHA

Dica do André Aguiar

 
Comentários desativados em Após trabalho com índios no Amazonas, missionário evangélico vira cientista ateu

Publicado por em 16/03/2012 em POIMENIA

 

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Melhore seus conhecimentos em outras línguas com ajuda da internet

 Existem várias maneiras de melhorar seus conhecimentos em outra língua. Sugiro a exploração das palavras e sua correlação com antônimos, sinônimos e palavras afins.

Um site muito interessante é o Visual Thesaurus . Seu funcionamento é simples. Voce digita uma palavra na língua estrangeira e ele visualmente mostra palavras com algum tipo de associação àquela digitada.

Reprodução
Visual Thesaurus, site para aprender novas línguas
Visual Thesaurus, site para aprender novas línguas

A língua principal do site é o inglês, mas ele também trabalha com italiano, holandês, espanhol francês e alemão.

O serviço também é uma boa opção para aprender a pronúncia da palavra. Um ícone de alto-falante ao lado da palavra pode ser clicado para ouví-la.

O serviço é pago, mas você pode usar várias vezes para testar. O custo é bem atraente, menos de US$ 2 por mês.

O site tem diversas funcionalidades que certamente interessaram àqueles que gostam ou estão aprendendo outros idiomas.

José Antonio RamalhoJosé Antonio Ramalho é escritor, jornalista e fotógrafo. Publicou 110 livros sobre tecnologia, mitologia grega e fotografia, traduzidos para o inglês, espanhol, polonês, indonésio e chinês. Ganhou dois prêmios de jornalismo técnico.

Fonte: FOLHA

 
Comentários desativados em Melhore seus conhecimentos em outras línguas com ajuda da internet

Publicado por em 14/03/2012 em POIMENIA

 

Tags: , , , ,