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A batalha de Spurgeon contra a depressão

A DEPRESSÃO DE SPURGEONVocê vê a glória de Deus no sol? A batalha de Spurgeon contra a depressão

Tudo começou quando ele tinha 24 anos de idade. Era o ano de 1858, e Charles Spurgeon mais tarde recordou, “meu ânimo estava tão abatido, que eu poderia chorar durante toda uma hora, como uma criança, e ainda assim não saberia por que chorava”.

Spurgeon batalhou contra uma “depressão sem causa” toda sua vida. Essa “falta de esperança sem forma, indefinida, que a tudo obscurece”, ele escreve, “não pode ser entendida”. Lutar contra esse tipo de depressão, ele disse, é tão difícil quanto lutar contra a névoa.

Mas Spurgeon batalhou contra ela — com a fé. LEIA +

FONTE: VOLTEMOS AO EVANGELHO

 
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Publicado por em 13/11/2015 em POIMENIA

 

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Billy Graham fala sobre tecnologia, fé e sofrimento

 
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Publicado por em 25/05/2015 em POIMENIA

 

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O Novo Ateu – Ricardo Barbosa

Hoje, o ateu não é mais aquele que não crê, mas aquele que não encontra relevância para Deus na sua rotina. O novo ateísmo não precisa negar a fé; apenas cria substitutos para ela. Mantém o crente na igreja, mas longe do seu Salvador”Sabemos que existem vários tipos de ateus. Existem aqueles que não crêem em Deus por não encontrarem respostas para os grandes dilemas da humanidade como violência, miséria e sofrimento. Não conseguem relacionar um Deus de amor com o sofrimento humano. Outros não crêem porque não encontram uma razão lógica e racional que explique os mistérios da fé, como a criação do mundo, o dilúvio, o nascimento virginal, a ressurreição, céu, inferno, etc. Diante de temas tão complexos que requerem fé num Deus pessoal, Criador e Redentor, muitos não conseguem crer naquilo que lhes parece racionalmente absurdo.

Os dois tipos de ateus já mencionados são inofensivos. Na verdade, são pessoas que buscam respostas, são honestos e não aceitam qualquer argumento barato como justificativa para suas grandes dúvidas. São sinceros e lutam contra uma incredulidade que os consome, uma falta de fé que nunca encontra resposta para os grandes mistérios da vida e de Deus.

No entanto há um outro tipo de ateu, mais dissimulado, que cresce entre nós, que crê em Deus e não apresenta nenhuma dúvida quanto aos mistérios da fé, nem em relação aos grandes temas existenciais. Ele vai à igreja, canta, ora e chega até a contribuir. É religioso e gosta de conversar sobre os temas da religião. Contudo, a relevância de Cristo, sua morte e ressurreição para a vida e a devoção pessoal é praticamente nula. São ateus crédulos. O ateu moderno não é mais somente aquele que não crê, mas aquele para quem Deus não é relevante.

Este é um novo quadro que começa a ser pintado nas igrejas cristãs. Saem de cena os grandes heróis e mártires da fé do passado e entram os apáticos e acomodados cristãos modernos. Aqueles cristãos que entregaram suas vidas à causa do Evangelho, que deixaram-se consumir de paixão e zelo pela Igreja de Cristo, que viveram com integridade e honraram o chamado e a vocação que receberam do Senhor, que sofreram e morreram por causa de sua fé, convicções e amor a Cristo, fazem parte de uma lembrança remota que às vezes chega a nos inspirar.

Os cristãos modernos crêem como os outros creram, mas não se entregam como se entregaram. Partilham das mesmas convicções, recitam o mesmo credo, freqüentam as mesmas igrejas, cantam os mesmos hinos e lêem a mesma Bíblia, mas o efeito é tragicamente diferente. É raro hoje encontrar alguém em cujo coração arde o desejo de ver um amigo, parente, colega de trabalho ou escola convertendo-se a Cristo e sendo salvo da condenação eterna. Os desejos, quando muito, se limitam a visitar uma igreja, buscar uma “bênção”, receber uma oração; mas a conversão a Cristo, o discipulado com todas as suas implicações, são coisa que não nos atraem mais.

Os anseios pela volta de Cristo, o desejo de nos encontrarmos com Ele e ver restaurada a justiça e a ordem da criação ficaram para trás. Somente alguns saudosos dos velhos tempos lembram-se ainda dos hinos que enchiam de esperança o coração dos que aguardavam a manifestação do Reino. A preocupação com a moral e a ética, com o bom testemunho, com a vida santa e reta não nos perturba mais – somos modernos, aprendemos a respeitar o espaço dos outros. O cuidado com os irmãos, o zelo para que andem nos caminhos do Senhor, as exortações, repreensões e correções não fazem parte do elenco de nossas preocupações. Afinal, cada um é grande e sabe o que faz.

Enfim, somos ateus modernos, o pior tipo de ateu que já apareceu. Citamos com convicção o Credo Apostólico, mas o que cremos não tem nenhuma relevância com a forma como vivemos. A pessoa de Cristo para muitos é apenas mais uma grife religiosa, não uma pessoa que nos chama para segui-lo. O ateísmo moderno se caracteriza pela irrelevância da fé, das convicções, do significado da igreja e da comunhão dos santos.

A irrelevância de Deus para a vida moderna é intensificada pela cultura tecnocrática. Temos técnicas para tudo: para ter um matrimônio perfeito, criar filhos felizes e obedientes, obter plena satisfação sexual no casamento, passos para uma oração eficaz, como conseguir a plenitude do Espírito Santo e muitos outros “como fazer” que entopem as prateleiras das livrarias e o cardápio dos congressos. A sociedade moderna vem criando os métodos e as técnicas que reduzem nossa necessidade de Deus, a dependência dEle e a relevância da comunhão com Ele. Chamamos uma boa música de adoração, um convívio agradável de comunhão, uma moral sadia de santificação, assiduidade nos programas da igreja de compromisso com o Reino de Deus.

As técnicas não apenas criam atalhos para os caminhos complexos da vida, como procuram inverter os pólos de atenção e dependência. Tornamo-nos mais dependentes de nós do que de Deus, acreditamos mais na eficiência do que na graça, buscamos mais a competência do que a unção, cremos mais na propaganda do que no poder do Evangelho. Tenho ouvido falar de igrejas que são orientadas por profissionais de planejamento estratégico. Estudam o perfil da comunidade, planejam seu desenvolvimento, arquitetam seu crescimento e, de repente, descobrem que funcionam, crescem, são eficientes, e não dependem de Deus para nada do que foi planejado. Com ou sem oração a igreja vai crescer, vai funcionar. Deus tornou-se irrelevante. Tornamo-nos ateus crentes.

A minha preocupação não é simplesmente criticar o mundo religioso abstrato, superficial e impessoal que criamos ou criticar a tecnologia moderna que, sem dúvida, pode e tem nos ajudado. Minha preocupação é com o coração cada vez mais distante, mais abstrato, mais centralizado naquilo que não é Deus, mais dependente das propagandas e estímulos religiosos, mais interessado no consumo espiritual do que numa relação pessoal com Deus.

Como disse, o ateu hoje não é mais aquele que não crê, mas aquele que não encontra relevância para Deus na sua rotina, não precisa da comunhão dEle para a vida. A sutileza do novo ateísmo é que ele não precisa negar a fé, apenas cria substitutos para ela. Mantém o crente na igreja, mas longe do seu Salvador. Este ateu está muito mais presente entre nós do que imaginamos.

via site da PIPG

 
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Publicado por em 30/09/2013 em POIMENIA

 

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Autor da minha Fé – Paulo C. Baruk

 
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Publicado por em 19/02/2012 em POIMENIA

 

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Acreditar em Deus melhora resposta ao tratamento para depressão

Redação do Diário da Saúde


Acreditar em Deus melhora resposta ao tratamento para depressão
A crença em um Deus pessoal e que cuida diretamente de cada pessoa é chamada pelos estudiosos de antropomorfização de Deus.[Imagem: Wikimedia]

Fé contra a depressão

Pesquisas têm sugerido que a crença religiosa pode ajudar a proteger as pessoas contra os sintomas da depressão.

Mas um estudo, feito na Universidade Rush, nos Estados Unidos, vai um passo além.

Em pacientes já com o diagnóstico de depressão clínica, a crença em um Deus que se importa com as pessoas pode melhorar a resposta ao tratamento médico, conforme relata um artigo publicado no Journal of Clinical Psychology.

Medidores de sentimentos e espiritualidade

Participaram do estudo um total de 136 adultos diagnosticados com depressão grave ou depressão bipolar, atendidos tanto em ambiente hospitalar quanto ambulatorial, voltados para cuidados psiquiátricos.

Os pacientes foram examinados logo após a internação para tratamento e oito semanas depois, utilizando o Inventário Beck de Depressão, a Escala de Desesperança de Beck, e a Escala do Bem-Estar Religioso – todos instrumentos padrão das ciências sociais para avaliar a intensidade, a profundidade e a gravidade da doença e os sentimentos de desesperança e de satisfação espiritual, respectivamente.

Fé salvadora

A resposta à medicação, definida como uma redução de 50 por cento nos sintomas, pode variar em pacientes psiquiátricos. Alguns podem não responder de forma alguma.

Mas o estudo descobriu que aqueles com fortes crenças em um Deus pessoal e que se preocupa com as pessoas tinham maiores chances de responder à medicação e experimentar melhoras.

Especificamente, os participantes que ficaram no terço superior da Escala de Bem-Estar Religioso tinham 75 por cento mais probabilidades de melhorarem com o tratamento médico para a depressão clínica.

O resultado é semelhante a um estudo feito no Brasil, que demonstrou a importância da religião para lidar com o câncer.

Importância da esperança

Os pesquisadores avaliaram se a explicação para a melhoria da resposta aos medicamentos estaria ligada ao sentimento de esperança, que normalmente é uma característica da crença religiosa.

Mas o grau de esperança, medido pelos sentimentos e expectativas quanto ao futuro, e o grau de motivação, não conseguem prever se um paciente se sentirá melhor com o uso dos antidepressivos.

“Em nosso estudo, a resposta positiva à medicação teve pouco a ver com o sentimento de esperança que normalmente acompanha a crença espiritual,” afirma Patricia Murphy, professora de religião, saúde e valores humanos da Universidade Rush. “Ela esteve ligada especificamente à crença em um Ser Supremo que se importa com as pessoas.”

Importância da religião para os pacientes

“Para as pessoas diagnosticadas com depressão clínica, a medicação certamente desempenha um papel importante na redução dos sintomas,” disse Murphy. “Mas quando se trata de pessoas diagnosticadas com depressão, os médicos precisam estar cientes do papel da religião na vida de seus pacientes. É um recurso importante no planejamento do tratamento.”

Um outro estudo sobre religião e medicina mostrou que, apesar da importância da religião na recuperação dos pacientes, a maioria dos médicos tende a ver a fé como um empecilho às suas decisões.

Antropocentrismo

A crença em um Deus pessoal e que cuida diretamente de cada pessoa é chamada pelos estudiosos de antropomorfização de Deus – conceber Deus como sendo uma espécie de humano super poderoso.

Esta é uma marca de todas as religiões ocidentais tradicionais, mas está ausente nas religiões orientais, como o budismo e o hinduísmo, bem como em diversas outras igrejas de fundação mais recente, como o espiritismo e a Fé Bahai.

A quase totalidade dos teólogos vê essa crença com uma espécie de interpretação infantil da divindade. Mas essa compreensão não chega às liturgias pregadas nas igrejas, o que tem colaborado para a permanência dessa concepção de Deus ao longo de milênios – veja mais na reportagem No que Deus acredita? Naquilo que eu acredito, ora bolas….

Fonte:

Diário da Saúde – http://www.diariodasaude.com.br

URL:http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=acreditar-deus-melhora-resposta-tratamento-depressao&id=5047

 
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Publicado por em 06/02/2012 em POIMENIA

 

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Pai nosso que estás nos céus – João Alexandre

 
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Publicado por em 27/09/2009 em POIMENIA

 

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Saudades…

Leonardo Mendes

Que saudades….

Fui criado em berço cristão, minha mãe com muita luta, muito esforço, trabalhava dia e noite para criar, sustentar, eu e minha irmã. Abandonados por meu pai, um pastor da Igreja Batista, mamãe lutava, lutava não somente para superar as dificuldades financeiras de uma mãe divorciada com duas crianças pequenas, mas também para em seu raro tempo vago, nos falar um pouco de um livro famoso, isto… este mesmo… o livro da capa preta, assim fomos criados, lendo as lindas palavras das escrituras, e vivenciando muralhas caindo frente aquela tão linda e jovem senhora.

Lutas, experiências, batalhas que nos fizeram aprender sobre um Deus verdadeiro, aprendemos a amar a Bíblia, a ter sede por estudos bíblicos, a esperar ansiosamente pelas férias, e nelas desfrutarmos das sempre tão esperadas EBF’s. Aprendemos a no domingo acordar bem cedinho, e assim como um filho que visita seus pais no famoso almoço de domingo, irmos a casa do Senhor! como era bom ir à igreja.

Com o passar dos anos, fui crescendo, passando pela adolescência, juventude, fase de decisões, fase de escolher um curso superior, finalmente pude ir ao seminário, entender mais sobre a bíblia, sobre a teologia, conhecer mais a fundo, através da aplicação da tão preciosa hermenêutica os maravilhosos textos das escrituras.  É … assim foi minha história, graças ao Senhor, aquele menininho fadado a desvios psicológicos de uma família destruída, aprendeu a amar e estudar um livro interminável, não escrito por homens, a palavra de Deus.

Descobri que este é um livro incomparável, um livro para ser conhecido mundialmente, para todos desfrutarem, todavia, infelizmente, cada dia mais, vemos menos portas abertas com a finalidade da divulgação deste tão precioso texto, como seria bom se tivéssemos mais igrejas pregando a Bíblia em nossas cidades, seria realmente uma benção, viveríamos a realidade da igreja primitiva descrita em Atos.

Sinceramente, não entendo porque, frente a tantas maravilhas bíblicas, tão poucas pessoas tem se preocupado com a sua plena divulgação. Não entendo porque, frente a um mundo regado por más notícias, aqueles que possuem a única boa notícia, o Evangelho das boas novas, recusam-se a compartilhá-la, um pensamento involuntário me vem à mente…. será que realmente todos estes a possuem? Realmente não posso culpá-los, afinal, ninguém pode dar o que não tem.

Apesar da minha pouca idade, ao ler os textos bíblicos, os testemunhos dos apóstolos, dos primeiros irmãos, até mesmo a história dos combatentes da famosa Reforma protestante, viajo no tempo, imagino como deveria ser delicioso vivenciar aqueles momentos ali relatados, esta minha viajem, aparente utopia, me faz contemplar aqueles momentos de uma forma tão real e concreta, que acabo por sentir saudades daquele tempo…

Saudades…. saudades de quando a igreja, a Ekklesia  (Tirados para fora) era feita de homens e mulheres que haviam saído do sistema mundano, e agora caminhavam na mão certa, indo contra a multidão que trafega perigosamente pela contra mão. Aqueles que formavam a Ekklesia eram chamados de cristãos, isto mesmo, “pequenos cristos”,  chamados assim pois seu caminhar era tão irretocável e honesto, que fazia lembrar os tempos em que o próprio Cristo passeava pela Terra.

Ahh, saudades, que saudades! Saudades de quando templos majestosos não eram feitos de excelentes materiais de alvenaria, em terrenos centrais adquiridos por pequenas fortunas, não, esses não são bons, estes são baratos demais, bons mesmo são aqueles templos que foram comprados pelo próprio Deus, estes foram caros, só ele pode pagar, o preço foi alto, templos não feitos por mãos humanas, não imóveis, templos de carne e osso, sim… feitos do pó da terra, mas valiosíssimos.

Saudades de quando muito mais importante que um terno fino da Pierre Cardin, gravata e sapatos engraxados que pisam sobre o símbolo da Mr. Cat, era a roupa interior, talvez ela tenha perdido a importância por também ser muito cara, não ser achada em qualquer “shoppingzinho” de segunda, na verdade ela nem se pode comprar, mas era, esta era uma roupa bonita e apresentável de verdade.

Saudades de quando técnica vocal era somente acessório que amparava o perfeito louvor que na verdade era produzido pelas “cordas vocais” do coração… de quando Deus, criador de todo universo aparentemente não se importava se o instrumento que acompanha o verdadeiro adorador, era uma Fender, uma Pearl, um Roland, ou se simplesmente foi uma harpa artesanal, feita pelo pastorzinho ruivo que acaba virando rei.

Saudades de quando o dom supremo era o amor, isto… este mesmo, que tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta, é… este era o melhor dom, este aparentemente ninguém mais quer, talvez porque sua condição do “melhor é dar do que receber” seja muito pesada para os dias atuais, um mundo de interesses individualistas, é melhor ficar com o dom de línguas, fácil de imitar, difícil de questionar e vago em suas obras.

Saudades de quando o pecador arrependido era imediatamente perdoado, de quando castigos humanos eram desnecessários frente a um Deus que é a própria justiça, de quando penitencias só existiam na igreja vindo das mãos dos perseguidores do evangelho, talvez até isto ainda seja bem parecido, todavia, o problema é os algozes hoje freqüentem nossos púlpitos. Parece-me que o “aquele que não tiver pecado que atire a primeira pedra”, e o “eu não te condeno, eu te perdôo, vá e não peques mais” foi retirado de algumas traduções modernas.

Saudades de quando a Teologia era usada para defender a Bíblia, e não para defender homens que na sua incredulidade tentam explicar mudanças em um Deus imutável. De quando mais sábios foram os cristãos de Beréia, que não aceitaram a pregação paulina de cara, questionando e confirmando se tinha coerência a mensagem do Apóstolo. De quando um freqüentador assíduo da Escola Bíblica não era um fanático incoerente, mas sim alguém que alegremente desfrutava de momentos conquistados por nosso irmão Lutero em sua reforma protestante. Será que é melhor não pensar? Será que é melhor não conhecer? Será que o evangelho de pensamentos formados não é mais prático? Eu? Eu tenho saudades, sou pastor, mas prefiro um pensante questionador em minha platéia, que cem ignorantes interessados em pensamentos mastigados, o questionador me faz crescer, me faz pensar, me faz questionar…

Saudades…. saudades do tempo em que nova revelação só existia quando aquela amiga e  companheira Bíblia de muitos anos se despedaçava de tanto ser usada e tínhamos que comprar outra novinha em folha porém imutável em seu conteúdo.

Que saudade do puro evangelho… do milagre literal… de quando a Bíblia era a única e inquestionável verdade, de quando cristão sábio não era o ativista (Marta), mas sim aquele que sentava calmamente para ouvir ao Senhor (Maria), de quando oferta boa era composta pelas poucas moedas e coração grato da pobre viúva, de quando programação de sucesso não era aquela que lotava, mas sim aquela onde Deus estava presente (“Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” Mt 18:20)…

Saudades de quando a pregação do evangelho era simples, de quando a homilética colocaria o sermão cristão em somente três pontos… Jesus é o Messias, Jesus Ressuscitou, Jesus voltará… simples assim, este era o sermão da igreja primitiva, este era o sermão de Pedro, um simples homem, pescador, inculto, mas seu simples discurso levava milhares a Cristo, coisa que nós com graduações, pós graduações, mestrados, doutorados, não conseguimos fazer.

Bem… nem tudo está perdido, algumas coisas não mudaram…. a salvação pela graça por exemplo, esta para uma maioria aparentemente não mudou, mas também, esta seria um absurdo se mudássemos, afinal, em time que está ganhando não se mexe, basta não explicar a fundo, ela não nos causa problemas, muito pelo contrário, ela nos soluciona alguns, se não há justificativa… não tem problemas…. estamos “na graça irmão”. A graça tem sido o único fio que ainda nos tem segurado, é só pela graça mesmo, pela graça somos salvos, se mudarem isto……..

Que o Senhor te abençoe, que o Senhor te abra os olhos, te faça enxergar, entender, vivenciar e lutar pelas verdades bíblicas.

Fonte: BLOG DO PASTOR

 
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Publicado por em 08/09/2009 em POIMENIA

 

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