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5 Reasons You Can’t Be the Leader You Were 5 Years Ago

Adopt, Adapt, Improve and Innovate

by Thom Rainer

There are some facets of leadership that are constant. Character and integrity are vital. You must have willing followers. And you must be courageous. Those are some of the key components of effective leadership five years ago. They still are today and will be fifty years from now.

But so much of leadership is changing. In fact keeping pace as a leader has never been more difficult.

I interviewed several leaders whom I respect and follow. I asked each of them how leadership has changed over the past five years. To the person, each of them said that the changes have been fast and furious, and have demanded much of them. And though my study was not scientific, the responses were fascinating.

In summary, these leaders shared with me five reasons you can’t lead like you did five years ago.

1. The digital revolution affects all aspects of leadership.

We have observed the radical change in the music industry in this digital era. We are in the midst of another revolution in the print and book industry. But no organization is unfazed by the digital revolution. Leadership today demands we understand it and embrace it.

2. Social media is changing the landscape of leadership.

Social media is the great equalizer. No organization has an inherent communication advantage anymore. Leaders must embrace the many facets of social media or get left behind. It’s hard to believe I started tweeting in 2008. It seems like I’ve been doing it for a decade.

3. Leaders must manage information saturation.

There is no shortage of information. Leaders today have magazine subscriptions. RSS feeds to blogs, bookmarked Internet news sources, and many other sources of information.

The challenge for leaders today is to know what to read, to whom to listen, and how often to do both. Leaders must both stay current and relevant, and they must be willing to ignore and discard.

It takes wisdom to discern the helpful from the not-so-helpful.

4. Leaders must have a greater awareness of relational intelligence issues.

Leaders must understand and manage a plethora of organizational and social relationships.

They must deal with the soft issues of culture as well as the hard issues of numbers, products, services, and performance. Peter Drucker was on target and prophetic when he said “culture eats strategy for breakfast” (The quote is widely attributed to Drucker, but it was popularized in 2006 by Mark Fields, president of Ford Motor Company).

Now more than ever, leaders must understand relational and cultural issues, including a frank assessment of the person in the mirror.

5. Strategic thinking is more important than ever.

Culture may eat strategy for breakfast, but strategy is still vital. Leaders of organizations and leaders in organizations must anticipate the future with wisdom and discernment. The world is changing so rapidly that a leader can no longer have the luxury of simply carrying out assignments. He or she must anticipate and take risks. No organization that is standing still will be effective five years from now.

Obviously, these five factors are not mutually exclusive, nor are they comprehensive.

It is clear, however, that we must constantly be growing as a leader, or we will not be effective leaders in the years to come. Though the challenges are great, those challenges can lead to exciting and rewarding times.

How has leadership changed for you in the past five years or so?

What changes have you made to be a better leader to meet these new challenges? I would love to hear from you.

Thom S. Rainer is the president and CEO of LifeWay Christian Resources(LifeWay.com). He was founding dean of the Billy Graham School of Missions, Evangelism, and Church Growth at The Southern Baptist Theological Seminary. His many books include Surprising Insights from the Unchurched, The Unexpected Journey, and Breakout Churches.More from Thom Rainer or visit Thom at www.LifeWay.com

 
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Publicado por em 09/03/2012 em POIMENIA

 

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Igrejas dependem cada vez mais do uso de tecnologia

Videoconferência, mensagens de texto durante o sermão e pagamentos eletrônicos para o dízimo já são uma realidade em muitos templos

Hoje em dia, a tecnologia parece ter cada vez mais de um papel de destaque na vida da Igreja. Um estudo divulgado pelo Hartford Seminary revela que o uso de tecnologia como TVs de LCD  e iPads, por exemplo já são parte de muitas comunidades religiosas de hoje.

No estudo, feito ao longo da última década, a corrida pela utilização da tecnologia foi uma das mudanças mais significativas nas igrejas norte-americanas.

O estudo analisou mais de 30 segmentos religiosos, incluindo protestantes, mórmons, muçulmanos, católicos e judeus, e constatou que as congregações onde a maioria dos membros são jovens adultos têm duas vezes mais chances de precisar usar muita tecnologia.

Afinal, ela já é parte da vida das pessoas durante a semana.

O relatório descobriu que os cristãos evangélicos são o grupo mais aberto para isso. A  tecnologia é mais comumente usada durante os cultos de igrejas  como a Igreja Fellowship em Dallas, Texas. Os membros desta igreja podem acompanhar as pregações do pastor Ed Young, através de um telão com vídeo de alta definição transmitida pela igreja mãe, na cidade em Grapevine.

Assim como nas aulas à distância, oferecidas por algumas universidades, agora parece ter chegado a hora das igrejas à distância. O louvor é feito por um grupo local, mas o sermão é via teleconferência.

Líderes dessa nova geração estão usando a tecnologia para apresentar seus sermões de domingo na igreja “mãe” e serem acompanhados pelas igrejas “satélite” em outras cidades ou mesmo estados. O recurso tem ajudado pastores como Mark Driscoll a atrair pessoas na plantação de novas igrejas Mars Hill pelos Estados Unidos.

Recentemente, uma universidade decidiu fazer a transmissão de um de seus cultos pelo Facebook e teve cerca de 40 mil pessoas conectadas e interagindo umas com as outras.

Além da tecnologia utilizada durante os cultos, mais igrejas tem optado por alternativas eletrônicas para entregarem seus dízimos e ofertas. “Isso lhes dá muitos benefícios”, diz Deborah Matthews, da ACH,  “os membros da igreja podem permanecer fiéis aos seus compromissos mesmo quando não puderam estar fisicamente na igreja “, seja por motivos de doença, viagens ou nas férias de verão. Tudo pode ser feito pela internet, através de transições de e-banking.

Na Igreja Morning Star, em Dardenne Prairie, Missouri, o pastor Mike Schreiner incentiva os membros de sua congregação a enviar mensagem de texto com suas perguntas durante o sermão. Seu assistente, John Carrington, joga as perguntas escolhidos no telão e Schreiner pode respondê-las na mesma hora. O líder sente que essas mensagens de SMS dos membros revela que pontos não ficaram claros durante a pregação.

O pastor Alex Lang, 31, da Igreja Presbiteriana de Pine Street, em Harrisburg, Pensilvânia, decidiu “modernizar” os cultos da igreja de 153 anos, optou por métodos não tradicionais. Visando melhorar sua rede de comunicação e espalhar sua mensagem espiritual, optou por ferramentas como Facebook, YouTube, Twitter e outras redes sociais.

“Como muitas igrejas protestantes, estamos vendo um declínio no interesse de nossa sociedade. Queremos reverter isso e atrair novos membros, especialmente na faixa etária entre 20 e 45. Um monte de gente dessa idade acha que somos muito tradicionais e trancados em nosso mundinho. Mas essa não é a realidade”.

Assim, sua igreja hoje twitta orações, links para meditações, faz anúncios sobre cultos ou atividades extras, uma comunidade religiosa que se estende durante a semana nas redes sociais.

“Estamos tentando chegar a uma geração mais jovem, e esse é o seu principal meio de comunicação”, disse Gilbert Thurston, líder da ExponentialChurch.tv, de Susquehanna Township. “Como eu vejo os jovens com seus polegares em movimento constante e olhos no celular, seja mandando mensagens de texto ou usando o Facebook, eu percebo como é incrível a autenticidade dos relacionamentos que as pessoas têm através da tecnologia ”

Thurston explica que a mídia social permite-lhe acompanhar melhor a vida pessoal dos membros de sua igreja. “Se alguém está doente, eu sei porque eles escreveram sobre isso no  Facebook”,

Mesmo a Igreja Católica Romana parece ter adotado as redes sociais. Durante sua mensagem para o Dia da Igreja Mundial das Comunicações Sociais, em 5 de junho, o Papa Bento XVI chamou as mídias sociais de “uma grande oportunidade” que podem promover o diálogo, respeito e relações honestas .

Quase metade de todas as igrejas protestantes usam o Facebook, de acordo com LifeWay Research, uma organização de pesquisa filiada à Convenção Batista do Sul.

Seu levantamento mais recente mostra que grandes igrejas usam o Facebook muito mais que as pequenas: 81% das congregações com frequência média de 500 ou mais pessoas usam o Facebook, em comparação com 27% das igrejas até 50 pessoas.

A pesquisa da LifeWay apontou ainda que 40% das igrejas não usam todas as ferramentas de redes sociais. Em geral, a maioria dos líderes teme que as redes sociais reduzam a espiritualidade das mensagens rápidas na internet, sacrificando a vivência em comunidade e a experiência de assistir a um culto na igreja.

John Voelz e David McDonald, pastores da Igreja da Comunidade Westwinds em Jackson, Michigan, pensam diferente. Eles chegaram a pregar sobre o uso do Twitter, estimularam que os fiéis trouxessem laptops, iPhones e BlackBerrys para o culto. Decidiram facilitar a vida dos membros e colocaram wi-fi de alta velocidade no auditório onde acontecem as reuniões.

Três grandes telas de vídeo mostram as mensagens dos membros em tempo real. O pastor Voelz diz que no início muitos reclamaram, mas hoje em dia recebe em média cinco e-mails por semana de pastores perguntando como iniciar um “ministério de Twitter” em suas igrejas.

Na Igreja Next Level, em Charlotte, Carolina do Norte, as redes sociais também são vistas como uma forma especial de comunhão.  Num culto recente, o pastor Todd Hahn prefaciou seu sermão dizendo: “Espero que muitos de vocês estejam twittando sobre a sua experiência com Deus”.

“É uma enorme responsabilidade da igreja perceber o que está acontecendo na cultura e usar isso para conectar as pessoas com Deus e umas com as outras”, diz Hahn.

Traduzido e Adaptado por Gospel Prime de Christian Post, Penn Live e Time

Fonte: GOSPEL PRIME

 
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Publicado por em 11/02/2012 em POIMENIA

 

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Religiões têm “ingrediente secreto” que faz pessoas felizes, diz estudo

Daniel Fowler


Religiões têm
Cientistas afirmam ter descoberto o “ingrediente secreto” das religiões para tornar as pessoas mais felizes. [Imagem: Arouck/Wikimedia]

Ingrediente secreto das religiões

A correlação positiva entre a religiosidade e satisfação geral com a vida é bem conhecida dos pesquisadores há muito tempo.

Procurando conhecer mais a fundo esse fenômeno, cientistas agora afirmam que há um “ingrediente secreto” na religião que torna as pessoas mais felizes.

“Nosso estudo fornece indícios de que são os aspectos sociais da religião, em vez da teologia ou da espiritualidade, que conduz à satisfação com a vida,” afirma Chaeyoon Lim, sociólogo da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos.

“Em particular, nós descobrimos que as amizades construídas nas congregações religiosas são o ingrediente secreto da religião que faz as pessoas felizes,” propõe o pesquisador.

Felicidade na religião

Segundo o estudo, 33 por cento das pessoas que frequentam templos e igrejas semanalmente e que têm entre 3 e 5 amigos íntimos em sua igreja relatam ser “extremamente satisfeitos” com as suas vidas.

“Extremamente satisfeito” é definido como um 10 em uma escala que varia de 1 a 10.

Em comparação, apenas 19 por cento das pessoas que frequentam serviços religiosos semanalmente, mas que não têm amigos íntimos em sua igreja relatam estar extremamente satisfeitos com a vida.

Por outro lado, 23 por cento das pessoas que frequentam serviços religiosos apenas algumas vezes por ano, mas que têm entre 3 e 5 amigos íntimos em sua congregação são extremamente satisfeitos com suas vidas.

Finalmente, 19 por cento das pessoas que nunca frequentam serviços religiosos e, portanto, não têm amigos ligados à igreja, afirmam que estão extremamente satisfeitos com suas vidas.

“Para mim, as evidências confirmam que não é realmente ir à igreja e ouvir sermões ou rezar o que torna as pessoas mais felizes, mas fazer amigos com base na igreja e construir redes sociais íntimas lá”, disse Lopes.

Tradições

Lopes e seu colega Robert Putnam usaram dados de uma pesquisa nacional sobre religião realizada nos Estados Unidos em 2006 e 2007.

Os resultados do estudo são aplicáveis às três principais tradições cristãs – católicos, protestantes das igrejas reformadas e evangélicos.

“Nós também encontramos padrões semelhantes entre os judeus e os mórmons, mesmo com um tamanho de amostra muito menor”, disse Lopes, ressaltando que não havia muçulmanos ou budistas suficientes no conjunto de dados para testar o modelo para esses grupos.

Fonte:

Diário da Saúde – http://www.diariodasaude.com.br

URL:http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=ingrediente-secreto-religiao-felicidade&id=6081

 
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Publicado por em 05/02/2012 em POIMENIA

 

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