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Papa: “Prefiro o pecador ao corrupto”

Bergoglio afirma que é um “pecado gravíssimo” usar Deus para acobertar a injustiça

O Papa, em reunião ‘ad limina’, com bispos ucranianos. / EFE

O Papa Francisco disse que, quem vai à missa todos os domingos, comunga, dá esmolas e inclusive envia um cheque para ajudar a Igreja, mas depois paga mal seus empregados ou o faz informalmente, sem depositar a contribuição para que tenham acesso à saúde e à aposentadoria, está usando “Deus para acobertar a injustiça: e isso é um pecado gravíssimo”. Durante sua homilia matutina na residência de Santa Marta, Jorge Mario Bergoglio alertou os presentes que a Quaresma — o tempo litúrgico no qual os cristãos se preparam para a Páscoa — não consiste em “não comer carne às sextas-feiras, fazer qualquer coisinha, e depois fomentar o egoísmo, a exploração do próximo, ignorar os pobres; não é bom cristão aquele que não faz justiça com as pessoas que dependem dele”.

Não é a primeira vez que Bergoglio avisa que tem marcados os fariseus do século XXI. No começo de novembro de 2013, Francisco utilizou duas intervenções sucessivas — uma na missa de Santa Marta e outra na praça de São Pedro — para destacar os corruptos que pretendem lavar sua alma dando dinheiro à Igreja. “Talvez comecem com um pequeno envelope, mas isso são como as drogas: o hábito do suborno se transforma em um vício”, disse durante a homilia. “Dão de comer aos seus filhos pão sujo! E seus filhos, talvez educados em colégios caros e ambientes cultos, terão recebido do pai a sujeira como comida, porque seu pai, levando o pão sujo para casa, terá perdido a dignidade! E isso é um pecado grave! Porque talvez comece com uma pequena mordida, mas é como a droga!”.

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Publicado por em 26/02/2015 em POIMENIA

 

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Pobres têm mais empatia e compaixão do que ricos

Redação do Diário da Saúde 


Incapaz de ver o sofrimento

As pessoas das classes socioeconômicas mais baixas são mais sensíveis ao sofrimento de outras pessoas.

Além disso, essas pessoas são mais rápidas para expressar sua compaixão do que os mais afluentes.

Assim, as diferenças emocionais entre ricos e pobres têm uma fundamentação científica, afirmam Jennifer Stellar e seus colegas da Universidade de Berkeley (EUA).

Segundo eles, não é que os ricos não se importem com o sofrimento dos outros, é que eles não foram treinados para perceber o sofrimento dos outros.

Cultura da compaixão e da cooperação

Segundo a pesquisa, as pessoas das classes média e alta têm uma menor capacidade de detectar e responder aos sinais de estresse e dor dos outros.

No geral, o estudo indica que o status socioeconômico é diretamente correlacionado com o nível de empatia e compaixão que as pessoas demonstram em face de situações emocionalmente carregadas.

“Não é que as pessoas das classes mais altas tenham um coração gelado. Elas apenas não reconhecem as dicas e sinalizações do sofrimento porque elas não tiveram que lidar com muitos obstáculos em suas vidas,” propõe a Dra. Stellar.

Estas conclusões contestam estudos anteriores, que têm caracterizado as pessoas das classes mais baixas como sendo mais suscetíveis à ansiedade e à hostilidade em face da adversidade.

“Os resultados mais recentes indicam que há uma cultura da compaixão e da cooperação entre os indivíduos das classes mais baixas, que pode surgir das ameaças que elas enfrentam ao seu bem-estar,” confirma Stellar.

Cooperação versus competição

Os pesquisadores salientam o fato de que seu estudo está sendo publicado em um momento de tensão entre as classes mais baixas e as classes mais ricas, como expresso no movimento de ocupação dos grandes centros financeiros.

Em vez de aumentar essa divisão entre as classes, Stellar afirma que espera que o estudo promova o entendimento entre as diversas classes.

Por exemplo, diz ela, os resultados sugerem que as pessoas de baixo status socioeconômico podem se sair melhor em ambientes cooperativos do que os mais ricos.

“Os indivíduos das classes mais altas parecem ser mais focados em si mesmos [do que na coletividade]. Eles parecem ser melhores em ambientes competitivos e individualistas,” conclui a pesquisadora.

Fonte:

Diário da Saúde – http://www.diariodasaude.com.br

URL:http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=pobres-tem-mais-empatia-compaixao-ricos&id=7297

 
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Publicado por em 09/02/2012 em POIMENIA

 

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