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Pastores ensinam como pregar melhor em megaigrejas nos Estados Unidos

Pastores ensinam como pregar melhor em megaigrejas nos Estados Unidos

Um grupo de famosos pastores realizaram durante uma transmissão ao vivo pela internet, uma espécie de aula para pastores pregarem melhores sermões em megaigrejas nos Estados Unidos. Eles explicaram como preparar sermões, de onde tirar ideias, controlar o nervosismo e como encarar as críticas e elogios

De acordo com Casey Graham, fundador da PreachingRocket.com, que realizou o webcast, 90% das pessoas escolherm uma igreja baseada no pastor ou pregação. E 92% das pessoas voltam a uma igreja por causa de um sermão.

Com isso, o evento PreachBetterSermons.com foi lançado para proporcionar orientações sobre a forma como alguns dos pastores mais influentes do país fazem pregações, e também para fornecer uma comunidade no solitário mundo de preparação e pregação de sermões.

O pastor Perry Noble, da igreja de NewSpring, aconselhou os milhares de pastores na transmissão: “que o texto, a unidade da Bíblia, dirija o sermão. Não diga que viu um vídeo no canal VH1 e queira estabelecer um sermão em torno disso”.

Noble diz que suas pregações são frutos de seu tempo em silêncio. Ele deixou claro, no entanto, que seu tempo de silêncio com o Senhor não é tempo de preparação de sermão. “Enquanto eu estou lendo a Bíblia para tentar o meu melhor para ouvir a voz de Deus, se alguma coisa aparece na minha mente, eu escrevo”, explicou.

“Uma das coisas que eu descobri sobre pregação, é que é relativamente fácil se tudo o que tenho a fazer é ler um texto e aplicá-lo. Mas hoje…há tantos elementos criativos em torno dele”, disse o pastor Noble no webcast.

Citando o pastor Mark Driscoll, da megaigreja de Seattle, Noble disse que os pastores têm muitos inimigos, fãs e dessa forma, poucos amigos: “você tem pessoas que pensam que você é pior do que você realmente é, [aqueles que pensam] que você é melhor do que você realmente é, e algumas pessoas que lhe dirão a verdade.”

Fonte: Gospel+

 
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Publicado por em 17/03/2012 em POIMENIA

 

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Católicos saem em defesa de psicóloga brasileira proibida de falar que crê em Deus: “a ditadura gay quer impedir o livre pensamento”

Católicos saem em defesa de psicóloga brasileira proibida de falar que crê em Deus: “a ditadura gay quer impedir o livre pensamento”

O episódio envolvendo a psicóloga cristã Maria Lobo, em que ela foi intimada pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) a negar sua fé publicamente para não perder o registro profissional, provocou diversas reações de pessoas públicas, formadoras de opinião, e motivou inclusive, manifestações de políticos ligados à Frente Parlamentar Evangélica, que repudiaram as ameaças contra ela.

Agora, uma organização católica chamada “Repórter de Cristo” saiu em defesa da psicóloga, criticando severamente a ameaça feita pelo Conselho de Psicologia. Em uma matéria publicada em seu site, intitulada de “Campanha em favor da Dra. Marisa Lobo”, a organização chama o CFP de “homofascistas” e incentivam os fiéis católicos, assim como demais profissionais da área que sejam cristãos, a protestarem.

A matéria, assinada por Timóteo Agostinho, parabeniza a postura de Marisa Lobo, que se recusou a acatar as orientações do CFP: “Parabéns Dra. Marisa Lobo. O povo católico lhe apoia. Que linda é sua coragem. Que bela é sua fé em Deus. Que íntegra demonstração de sobriedade e coragem tem sido sua resistência à discriminação dos bons, competentes e honestos profissionais da psicologia. A senhora não está sozinha, tem muita, mais muita gente mesmo, inclusive profissionais da sua área, que pensam profissionalmente e vocacionalmente como a senhora”.

O repórter pede ainda que os demais profissionais da área se manifestem em “apoio à Dra. Marisa Lobo, ou os senhores serão as próximas vitimas do Conselho Federal Homofascista de Psicologia”, e se dirige aos cristãos, pedindo ação: “Padres e Pastores! No nome da ética, da inteligência, do bom senso, no Nome de Jesus Cristo, contra a ditadura gay, que quer impedir o direito ao livre pensamento nos cidadãos brasileiros, manifestem seu apoio a Dra. Marisa Lobo e demais profissionais que estão sendo perseguidos”.

Marisa Lobo publicou em seu blog a carta em que se recusa a abandonar sua fé para continuar exercendo sua atividade profissional e solicitou ajuda dos parlamentares evangélicos para reverter a situação. Nenhuma nova informação sobre as medidas do CFP foi divulgada, porém, o deputado João Campos apresentou projeto de lei pedindo alteração no estatuto do Conselho de Psicologia, para permitir que psicólogos atendam pacientes que busquem orientação para abandonar a homossexualidade. Atualmente, psicólogos são proibidos de atenderem casos como esses.

Fonte: Gospel+

 
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Publicado por em 15/03/2012 em POIMENIA

 

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The Pastorate: No Place for Crybabies

It comes as a surprise only to a very few that pastoring a church can be extremely hard work. Rewarding, yes. Fulfilling, challenging, and blessed. But there are times when it taxes the child of God to the core of his being, when it tests his sanity, and drives him to question everything he ever believed about the faith he is proclaiming and the people he is serving.

Only the strong need apply.

They used to say that only the hardiest of stock settled the early American west. “The cowards never started and the weak died along the way.”

There’s something about that which fits the ministry.

What triggered all this for me was the sports guys on ESPN the other day talking about Ben Roethlisberger, Pittsburgh Steeler quarterback. He’s had an ankle injury this year, and has been making every effort to play on in spite of it. Whether this is smart or foolhardy, we’ll leave to other people. The commentators were of one mind on it, however: Isn’t Big Ben great! He doesn’t give in to a little injury. He knows how to play hurt!

Playing hurt.

I’ve played hurt. You too, pastor? I will go so far as to say that every pastor who stays in the Lord’s work for any period of time will sooner or later “play hurt.” He will have a serious burden or strong opposition or major trial or some kind of massive handicap which would destroy a lesser individual (“a career-ending injury” it’s called in sports), but he still stands in the pulpit preaching, still goes to the office, still leads his church.

Every week I hear from pastors and/or their wives with similar stories of great upheavals in their ministries. The one this week said, “I perceive that you too have had troubles and trials in your life. That’s why I decided to write you.”

She said what the others have say: “Please do not use any details from my story. I wouldn’t want this to get out to certain people.”

If they only knew. Each story is so similar to all the others, one would think it was the same thing happening repeatedly.

Take the letter this week.

Just a few years ago, the preacher-husband and his wife started a church and saw it prosper. Then, a denomination approached asking if they would merge with one of their struggling congregations. Both groups followed all the proper steps, then merged.

In so doing, however, they inherited from the old church an assistant pastor who was trouble from the first. When they presented evidence of his wrongdoing to the denomination, the executives did nothing.

When the pastor developed health problems, the troublesome staff member led a movement to oust him. Suddenly, the faithful preacher found himself jobless, critically ill, and in financial need.

These days, that unemployed pastor is recovering from his illness but the wound to his soul seems incurable. After all, where was God in all this? Why did the Lord allow these mean-spirited people who call themselves Christians to behave this way? Why wasn’t God faithful to His servants who had labored long and hard for Him?

The pastor is not sure he believes in God any more.

Ladies and gentlemen, we have an epidemic in our land of internal church problems.

Your church is not the exception, my friend. It is far more typical than you would think.

In the past few days, church leaders have told me of…

…a volunteer who asked for a key to the church so she can minister. When refused, she became demanding, and is now creating a ruckus within the congregation. The pastor found that she tried the same ploy in previous churches, and is now trying to decide what to do.

…a small church where a lady who sings in the small worship ensemble has a terrible voice but huge ego (bad combination!). The preacher’s problem is how to get her off the platform but still keep her and her family as church members

…senior church members feeling abandoned in a congregation that is finally managing to reach young families. The rift is small presently, but threatens to undo all the blessings God is sending.

People Problems.

An uncle of mine used to take me shopping when I would visit his family as a child. More than once, he said, “Joe, don’t worry about expenses. We’ve got plenty of them.”

If your church has a lot of people, you will have plenty of people problems.

The preacher often becomes the target whether he deserves it or not.

After all, he’s the point man. Exposed out in front as the leader, disaffected members aim their fiery darts in his direction.

I smile sometimes on recalling how a church I was pastoring decided to spend nearly $1 million to renovate its ancient buildings. The building committee, made up of godly and mature leaders, did a lengthy study before recommending the project to the church, which adopted it almost unanimously. However, for reasons unknown then or now, a few unhappy campers spread the word that I was pushing it through as an ego trip.

The simple fact is when you are the head coach, a team’s victories and failures both fall on your shoulders. If the quarterback throws a hail mary and connects for a touchdown, the coach is a genius. If the ball is dropped or intercepted, he is to blame.

A church up the road from here has just survived an attempt by a few lay leaders to oust the pastor, a ploy they have pulled off successfully several times the last two decades. This time however, they had themselves a pastor with grit. He resisted, they did their worst and fell short. Now, the disgruntled are leaving and the remaining members are pulling together.

Two other churches I know well have seen their pastors resign under fire recently. In both cases, the pastors just grew tired of fighting a few lay leaders with their own agenda who were determined not to follow them.

The most surprising thing for many pastors is learning their greatest opposition, their biggest problems, their major obstacles to doing the work the Lord sent them to accomplish is coming from within the membership.

Pastors must learn to expect problems and to “play through” them.

Play through the pain. Go on doing the work the Lord called you to do even though some in the congregation hate your guts and resent your presence.

I did not say all these who oppose you are sweet godly saints who mean well. Some are.

Some are tyrants out of hell intent on wreaking havoc in the congregation.

And–don’t miss this–some are a mixture of the two.

For reasons that baffle me, even the smallest of congregations will frequently have a few people with a thirst for power. They want to control decisions. Why in the world anyone would want to be a big frog in a small pond escapes me. But they do.

As I write, last Monday night, our New Orleans Saints hosted their arch-rivals in the NFC South division, the Atlanta Falcons, in our Superdome. It wasn’t much of a game as these things go, and ended with the Saints on top 45-16. But what caused all the talk this week was the Saints’ last drive of the game.

Saints quarterback Drew Brees was attempting to amass 305 yards through the air, which would eclipse the NFL record set in 1984. Even though the Saints had “won” the game and needed no more points, the final pass–the one which put Brees over the top–scored another touchdown.

We hear that the Falcons resented it. We hear that they considered this piling on, running up the score.

No amount of explaining from the Saints seems to have stopped the bellyaching.

Finally, the response to the Falcons’ criticisms from far and wide all said the same: “Had the Falcons wanted to stop the Saints, all they had to do was do it. That they couldn’t stop them says it all. They’re a bunch of crybabies.” (To be fair, it was not all the Falcons nor all their fans. In fact, the complainers seem to have remained anonymous.)

Crybabies.

It brings to mind an old song about a fellow named Charlie Brown, who kept asking, “Why is everybody always picking on me?”

Pastors can be crybabies and wimps. “Oh no. My congregation is having problems. Where is God when it hurts?”

To the pastor who is experiencing problems within the congregation and becoming the focus of opposition, we have this counsel:

1) Grow up. Expect trouble. Read Acts 20:29-30 again and again until you get the point that “it is through many tribulations that we enter the Kingdom of God” (Acts 14:22).

If anyone could pastor a church, God would not have to draft us.

2) Be strong. This is no work for wimps or weaklings. God told Jeremiah, “You will go to all to whom I send you; you shall say whatever I command you. And you must not be afraid of them” (Jer. 1:7-8).

3) Show courage. Be willing to face your giants, to stand before your Goliaths and not show fear. No knees knocking, no teeth chattering, no lump in your throat, but full confidence in the Lord who called you and accompanies you. Again and again, Joshua was told by Moses, by the Lord, and by the congregation, “Be strong and of good courage.” (Deuteronomy 31:6-7,23 and Joshua 1:6,9,18)

Pastor, please note that not only did Moses and the Almighty God want Joshua to show courage, but the people did also. No congregation wants their pastor to wimp out.

4) Expect trouble. See above.

5) Don’t quit. Hang in there. Twice in II Corinthians 4, at the start and at the end, Paul counsels God’s people not to lose heart and quit. In verse 1, they are to stay faithful because they have received mercy and been called to ministry. In verse 16, they are to persevere because God has great things in store for them.

“In due season we shall reap….if we faint not.” (Galatians 6:9) Various translators say “if we do not lose heart and quit,” “if we do not give up,” and “if we do not grow discouraged and stop.”

6) Expect to get back up again after you are knocked down. Repeat as often as necessary.

Every pastor will want to memorize Paul’s words–learned in the school of really hard knocks–from II Corinthians 4:8-10. We are hard-pressed on every side, yet not crushed; we are perplexed, but not in despair; persecuted, but not forsaken; struck down, but not destroyed–always carrying about in the body the dying of the Lord Jesus, that the life of Jesus also may be manifested in our body.

Football is a game for men, they say. Play through your pain. And when your opponent scores big on you, remember: there’s no place for crybabies on this team.

I can hear someone say, “You don’t know how bad I had it. You have no idea what I’ve been through or how badly this hurt.”

Answer: Of course I don’t. I’ve had my share of opposition and trials, but not like yours. There is, however, Someone who knows. And He is not asleep at the switch, my friend.

So, trust Him. He knows what He is about.

A phrase the old-timers used to hear preached was “Quit you like men.” It’s found in the Old Testament in places such as I Samuel 4 and in the New Testament in I Corinthians 16:13. That little phrase, oddly worded, seemed to strike a nerve with preachers and laymen a couple of generations back. Many a preacher stood in the pulpit and preached to his people that they should “quit you like men.”

Far as I can tell, it simply means to be courageous, brave, and strong. The old Williams Translation says, “Keep on acting like men.” I cannot improve on that, and won’t try.

Grown-ups only in the pulpit, my friends. No crybabies or wimps need apply.

Source: Joe McKeever

 
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Publicado por em 12/03/2012 em POIMENIA

 

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Can Older Pastors Really Reach the Younger Generation?

Can Older Pastors Really Reach the Younger Generation?
Do younger people actually prefer an older pastor?

Churches mean well when we pursue strategic ways to reach out and help the church become all God wants it to be. Nevertheless, we also sometimes grab a bushel of strategies and consume them without careful discernment. When we do so, we risk a goose chase that can take the church off-track for years.

Great churches typically share similar traits. They have a “big God.”Community is strong. Worship is vibrant and genuine. They have a clear sense of purpose and aren’t easily distracted. Churches that try to grow share a common impulse toward strategic fads. These fads can be recognized if one steps back and simply thinks of the lack of substance they share. However, I continue to hear how much these things matter from churches all over. In my experience and that of my colleagues in healthy, growing churches…they don’t.

We begin with this one: “Older pastors can’t reach young people.”

Hogwash. Balderdash. Poppycock. Bologna.

These days, when people say “older,” they unfortunately refer to anyone over about 45. I turned 36 a couple of months ago and have had conversations with people at New Vintage about the potential imminent demise of my ability to reach young families. I am in my mid-thirties with a 9, 7, and 1 year-old daughter. When I was 33 and Emily was 30, I was informed I was in a completely different generation than a couple that was 29 and 26 respectively, though our children were the same age. That couple needed to be in a different small group with people “their age” I was told. Give me a break.

Here’s what I’ve found…younger people often prefer an older pastor. When I say “older,” I’m referring to someone 45 and up, probably even in their fifties. The reason–they feel the person has experienced enough of life that they can teach them something. The minister is their parent’s age–but isn’t their parent.

Many of the churches that reach the most young people have pastors well into their fifties. Think about these churches with HUGE numbers of college/singles attendees who effectively plug them into ministry.

  • North Point Community Church – Andy Stanley (53)
  • Fellowship Church – Ed Young, Jr.(50)
  • Harvest Christian Fellowship – Greg Laurie (59)
  • North Coast Church – Larry Osborne (I don’t remember Larry’s age, but he’s late fifties)
  • Calvary Chapel Costa Mesa – Chuck Smith (84) – and the churches he’s helped start are among the best at this.
  • Saddleback Church – Rick Warren (57)

Now, some will say, “Yes, but those are some of the most gifted pastors and incredible churches in America.”

Exactly.

A far bigger indicator of your ability to attract and involve younger people over time will be kind of church you are…not the age of the pastor.

Of course, there are some things that will help. The pastor’s age can be a very small one. If the church is completely old, putting a younger minister in there can help build a critical mass of youth in the pews–and such churches really need to find a way to put some younger people in public ministry roles to convey welcome and inclusion. Also true: left to itself, the church will drift toward looking like the people on stage over time. Nevertheless, reaching younger people for Christ is far more nuanced and complicated than that. If you’re not reaching them now, it isn’t about the age of the minister. It’s far more likely he’s not effective in general, the elders don’t want to change, the church doesn’t care about reaching young people, etc.

If you really want to learn how to reach young people, PLEASE do so. We need to do all that we possibly can. Just know it’s a substantial missional undertaking…not a matter of plug-and-playing a younger model in the pulpit. In fact, if you’re older, you might be even better equipped to reach them than you’ve ever dreamed. It’ll take intentionality, but it’s completely possible if your church is willing to do what it takes.

What difference do you think the minister’s age makes?  

Tim SpiveyDr. Tim Spivey is Lead Planter of New Vintage Church in San Diego, California–a fast-growing plant launched in 2011. Tim is also the purveyor of New Vintage Leadership – a blog offering cutting edge insights on leadership and theology and the author of numerous articles and one book: Jesus, the Powerful Servant.More from Tim Spivey or visit Tim at newvintageleadership.com/

Source: CHURCH LEADERS

 
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Publicado por em 10/03/2012 em POIMENIA

 

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Rebatendo declarações de José Dirceu sobre os evangélicos, deputado João Campos afirma que o ex-ministro agiu de “má fé” e que é preciso “refletir o que o PT propõe para o Brasil”

Rebatendo declarações de José Dirceu sobre os evangélicos, deputado João Campos afirma que o ex-ministro agiu de “má fé” e que é preciso “refletir o que o PT propõe para o Brasil”

Após as declarações do ex-ministro do PT José Dirceu, sobre os evangélicos, que para ele, prestam um “desserviço” à democracia, a Frente Parlamentar Evangélica se pronunciou, através de seu presidente, deputado João Campos (PSDB-GO).

Campos afirmou em entrevista concedida ao site da CPAD News que a democracia é importante para o país, por isso é valorizada: “Nós, evangélicos, valorizamos a democracia porque ela garante a livre manifestação de expressão, garante a opinião das pessoas. Não abrimos mão desse direito e respeitamos quem o exerce”.

Em uma crítica direta ao histórico de José Dirceu, ex-ministro e ex-deputado cassado por acusação de envolvimento com o mensalão, Campos afirmou que “responder a alguém cuja moral foi manchada por ser o líder da maior quadrilha da república brasileira, o mensalão, nem se faria necessário. Mesmo assim, não abrimos mão do debate. Quando nos posicionamos contra o ‘kit gay’ e contra o aborto, não se trata de sermos preconceituosos, mas, sim, de defendermos e zelarmos pelos nossos conceitos bem formados em favor da sociedade”.

O deputado afirmou ter dúvidas sobre as declarações de Dirceu, dizendo que “ou ele não sabe o que diz ou quer fugir do debate”. Para João Campos, o artigo do ex-ministro “é uma forma de tentar antes nos desqualificar, colocando sobre nós uma imagem que não temos, para então prevalecer a sua ideia. Se existe uma coisa que sabemos fazer é exercer a dialética, é estabelecer o contraditório, é enfrentar a crítica, mas fazemos isso tudo a partir do argumento – o que, pelo que vejo no Jose Dirceu ele não tem capacidade”, critou o deputado, que emendou: “Chamar os evangélicos de chantagiosos (sic) que exercem violência é uma impropriedade sem tamanho”.

Lembrando da influência que Dirceu possui dentro do PT, sendo considerado um dos homens mais fortes do partido, ao lado do ministro Gilberto Carvalho, João Campos demonstrou preocupação com as propostas do Partido dos Trabalhadores para o Brasil: “Como ele é um dos formadores do pensamento do PT no Brasil, acho que nós evangélicos precisamos parar e refletir no que ele está dizendo. Precisamos refletir no que o PT pensa e propõe para o nosso país”.

Após suas considerações sobre José Dirceu, o deputado João Campos falou mais especificamente sobre as declarações em que ele chama os evangélicos de preconceituosos e afirmou que os evangélicos não podem deixar de marcar posição no debate sobre temas que vão de encontro com os princípios cristãos.

-“Nós, evangélicos, não temos ‘preconceito’. Um dos fundamentos do cristianismo é justamente a igualdade, a não discriminação. Essa é a nossa formação, a formação do nosso caráter. Agora, nós temos conceitos, nós temos opinião, concepções, compreensões como a de valorização da vida, o que nos faz lutar contra o aborto, por exemplo. Portanto, nós temos o direito, que está assegurado pela Constituição brasileira, de nos expressar”.

O presidente da Frente Parlamentar Evangélica ainda ressaltou a importância dos evangélicos para a sociedade, a quem classificou de um dos “segmentos mais organizados da sociedade” e afirmou que a opinião de José Dirceu demonstra má fé: “A abordagem de Zé Dirceu, quando nos classifica como preconceituosos, é de má fé e distorcida. Exatamente para tentar desqualificar o segmento evangélico como se nós fôssemos pessoas menos preparadas, com menos escolaridade, que têm menos percepção da sociedade e da realidade social. Coisa que não é verdade, muito pelo contrário. Esse cidadão é que tem um profundo preconceito para com um dos segmentos mais organizados da sociedade brasileira e dos mais conscientes do seu papel. Nós, evangélicos, sabemos o quanto podemos contribuir para o Brasil, para a sociedade, e estamos fazendo isso ao longo da nossa história, sem nenhum custo para o governo – coisa que José Dirceu não fez. Ao contrário, liderou uma organização criminosa para desviar dinheiro público. Essa é a grande diferença do povo que o José Dirceu chama de preconceituoso.  Isso é lamentável”, concluiu o deputado João Campos, presidente da Frente Parlamentar Evangélica.

Redação Gospel+

 
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Publicado por em 07/03/2012 em POIMENIA

 

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Ministros de Saia

Raramente os crentes lutam em batalhas estratégicas. Quando são provocados, por vezes lutam bem e de forma efetiva em escaramuças táticas, mas não são bem sucedidos fora desse seu campo tático. Quando algum abuso não pode mais ser ignorado, podem se juntar à batalha e o ultraje é contra-atacado. Mas quase nenhum crente vê um padrão nessa confusão geral. Poucos generais podem ficar sobre uma montanha e considerar todos os movimentos de sua tropa.

Em nossas batalhas culturais, e em vista de tudo isso, é que a questão de mulheres no púlpito, ou no conselho de presbíteros, tem sido tratada como temos visto – de maneira ineficaz. Muita gente boa tem se dedicado a lutar contra isso como se fosse uma questão puramente tática. Mas não é. No corrente clima de incredulidade, a exegese correta do ensino de Paulo sobre o papel da mulher na igreja jamais irá solucionar qualquer coisa.

As palavras parecem suficientemente claras. “A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem; esteja, porém, em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi iludido, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão. Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor e santificação, com bom senso” (I Tim. 2: 11-15). Mas aqui está a questão: as palavras são simples somente para aqueles que querem que elas sejam simples. Para os de má vontade, a passagem é cheia de mistérios.

Por ser a mulher a glória do homem, a esposa deveria ir para a congregação local com a cabeça coberta pelo cabelo; a glória de uma mulher humilde. E por que isso tem de ser assim? “Porque o homem não foi feito da mulher; e sim, a mulher do homem. Porque também o homem não foi criado por causa da mulher; e, sim, a mulher, por causa do homem” (I Cor. 11: 8-9). Isso pode magoar a todos nós nesta época moderna, mas tal ensino de maneira nenhuma pode ser conciliado com qualquer tipo de feminismo. Mas para aqueles, na igreja, que querem manter algum tipo de diálogo com o feminismo, as palavras apresentam um caminho exegético cheio de obstáculos. Como podemos conservar a redação desse texto, permanecendo evangélicos, e ao mesmo tempo contornar o que ele diz, e assim ficar na crista da onda teológica? Temos que olhar para o original grego!

Mas a existência do debate dentro da igreja nos fala muito mais da sujeira de nossos corações do que da obscuridade de qualquer texto. Aqueles cristãos que realmente enxergam o que estas passagens dizem freqüentemente serão arrastados para um debate tático por crerem, tolamente, que seus oponentes aceitam a autoridade do texto. Mas este não é o caso, em absoluto. As feministas evangélicas não aceitam a autoridade (patriarcal) do texto; elas estão simplesmente naquele estágio inicial de subversão onde o desafio aberto seria contraproducente aos seus propósitos.

Então, qual é a nossa posição estratégica? Como é que este debate conseguiu atenção e credibilidade? Por que há tal interesse nos meios evangélicos em admitir mulheres na liderança da igreja? A resposta é que, não é que não queiramos liderança feminina; o fato é que queremos mais liderança feminina. Os homens em nossos púlpitos por muitos anos têm, provisoriamente, sido mulheres; quando se tem o pedido de trazer para dentro a coisa de forma realista, com base em que princípio será negado este pedido? Não podemos dizer que temos de ter masculinidade no púlpito, porque não temos isso agora.

Por bem mais de um século na igreja americana, as normas de espiritualidade foram os padrões estabelecidos por um feminismo vitoriano adocicado. No início do século dezenove, como duas multidões convergindo numa encruzilhada tranqüila, duas revoluções se fundiram para produzir este efeito e nós ainda não recuperamos qualquer entendimento do que era a vida na igreja antes disso nos ter acontecido.

A primeira foi a ascensão de um feminismo sentimental e doméstico. Por causa da Revolução Industrial o papel da mulher na América estava no centro da economia. As mulheres administravam o lar, produziam o tecido, processavam a comida, alimentavam a família toda, etc. Porém, com a ascensão da riqueza industrializada, o papel da mulher mudou de produtora para consumidora. As mulheres foram, com efeito, desestabilizadas – e tornaram-se decorativas. As mulheres de classe média se tornaram uma nova classe do lazer, com dinheiro para gastar, e tempo para preencher. E uma das coisas que começaram a fazer foi escrever e ler romances tolos.

O segundo fator foi a revolta sentimental dos ministros contra a rígida teologia calvinista. O sistema calvinista mais antigo era tido como austero e duro (e na cultura Yankee da Nova Inglaterra realmente era). Esta revolta teve manifestações tanto na ala direita como na ala esquerda. Os anticalvinistas da ala esquerda eram Unitarianos, e tomaram Harvard em 1805. Os anticalvinistas de direita eram os reavivalistas tipificados por líderes como Charles Finney, que estavam grandemente inchados por um espírito humanista democrático que todos eles pensavam ser o Espírito Santo.

Tudo isso ocorreu no período em que as igrejas da Nova Inglaterra estavam perdendo o patrocínio dos fundos vindos de impostos. Mais importante do que a perda do dinheiro dos impostos, no entanto, era o fato de que estes clérigos congregacionais, há muito já acostumados com o seu papel, como parte central da igreja oficial, flagraram-se de fora, tendo agora que competir por paroquianos da mesma forma que os humildes batistas e os metodistas desbravadores das fronteiras do Mississipi tinham de fazer.

As mulheres que tinham tempo à disposição se prestaram prontamente como audiência para estes ministros, e os ministros anticalvinistas providenciaram um evangelho sentimental apropriado para as mulheres acostumadas a sua diversão literária feminizada. Assim, foi formada uma aliança entre o clero e as mulheres, e uma nova norma espiritual foi estabelecida dentro da igreja.

Todos estes desdobramentos, em grande parte centrados na Nova Inglaterra, não foram seguidos em sua maior parte pelo Sul, mais conservador e agrário. Mas o novo regime de feminização chegou também à igreja do Sul. A guerra entre os estados virtualmente dizimou a liderança masculina forte do Sul. Os homens já não lideravam mais, pois estavam mortos. Desde aquele tempo (exagerando só de leve) as igrejas do Sul têm sido dirigidas por três mulheres e um pastor.

A literatura do século dezenove não foi reticente em propagar esta nova visão sentimental do Evangelho. Nestas histórias vemos um regime de ferro de domesticidade – gostos e valores femininos são postos como o padrão de piedade e como uma influência regeneradora genuína. O homem não regenerado da história era sábio aos olhos do mundo, é claro, e um tipo rico e imoral, a menos que ele se converta a……. a o quê? Até que ele fosse convertido e tivesse a visão dela, e viesse se aconchegar no evangelho de aura feminina.

Estamos tão atordoados que os “valores tradicionais” cristãos correntes estão na verdade reeditando e circulando tal xaropada do século dezenove como se representasse uma visão bíblica do mundo. Mas Elsie Dinsmore[1] não representa nada do gênero. Ela simplesmente adota uma forma primitiva de feminismo, e os conservadores que aclamam a piedade dela revelam que não sabem o que aconteceu à igreja. Outro exemplo é o ancestral de nosso abobado bracelete WWJD[2] – aquele livro intitulado Em Seus Passos. Esse livro em muitos aspectos era típico do gênero; a influência divina é mediada através de uma mulher. Homens podem ser convertidos ao ouvirem uma voz bonita. Isso me lembra do tempo no campo quando éramos entretidos na capela por um grupo visitante de adoráveis mulheres cantando. Quando o apelo foi feito, um pobre marinheiro totalmente reavivado, foi à frente pulando por cima dos bancos.

Como resultado de todos estes fatores, um padrão de piedade feminina foi aceito como normativo na igreja, como o padrão para todos os santos, tanto homens como mulheres. O clero, tentando viver à altura da sua reputação como sendo o terceiro sexo, lutou poderosamente para ser o que precisava ser a fim de manter este padrão. Mas poderiam tentar o que quisessem, homens não conseguem ser mulheres. Não importa o quanto tentem, os seus esforços são inúteis. A pressão então passa a ser de dar lugar àqueles que conseguem ser femininos na liderança de maneira mais convincente: mulheres. Quando os padrões de liderança cristã são todos femininos, os indivíduos obviamente mais qualificados para serem líderes cristãos são as mulheres. Isto traz um dilema: por que deveríamos excluir as mulheres da liderança quando elas são tão obviamente qualificadas para o que chamamos de liderança? Neste ponto dividimos, com alguns querendo que elas sejam incluídas, e outros conservadores relutantes admitindo que mulheres poderiam se sair tão bem quanto ou até melhor, mas ainda assim temos de nos submeter a este pronunciamento arbitrário de Paulo. Por enquanto.

Quando se entende o pano de fundo, muitas coisas a respeito da igreja contemporânea se explicam. Explica-se por que os Promise Keepers, um movimento de renovação masculina, facilmente virou em sentimentalismo bobo e choroso. Explica-se por que os ministros não podem pregar sobre determinados assuntos de púlpito. Explica-se por que os cristãos não conseguem falar claramente o porquê de as mulheres no combate serem uma abominação. Explica-se por que as virtudes masculinas de coragem, iniciativa, responsabilidade e força estão em baixa. Não podemos resistir à tentação de deixar mulheres bonitas nos liderarem pela simples razão de sermos correntemente liderados por homens bonitinhos.

Então, uma batalha aqui ou ali sobre o papel da mulher na igreja jamais irá resolver qualquer coisa. É por isso que este debate em particular, ou aquela controvérsia em particular sempre terminarão, mais uma vez, de maneira estéril, com a causa das feministas um pouco mais avançada. O padrão se repetirá vez por vez até que os conservadores finalmente se retraiam. Eles têm de se retrair porque a oposição feminista é consistente e hábil para apelar para presunções e pressuposições compartilhadas. Até que isto mude nada de significativo irá mudar. E quando mudar veremos que se entrou numa batalha estratégica.

Não falhamos porque nossas habilidades exegéticas estão enferrujadas. Falhamos porque esquecemos até de como deve ser a piedade masculina. Quando ela ocasionalmente aparece em nosso meio, somos totalmente desconcertados por ela. Deus, entretanto, deu o padrão de piedade feminina para complementar e não para dominar. A liderança foi dada aos homens. Quando tal liderança é desafiada, tudo fica desconexo, e nada, a não ser o arrependimento, pode colocar as coisas no seu devido lugar.

Como exemplo final, de muitas formas, considere as tentativas evangélicas do ano passado de amaciar a Bíblia para que se torne mais macia e delicada. O leitor pode se lembrar que a situação foi uma tentativa do pessoal da Nova Versão Internacional de alterar a linguagem das Escrituras – consertando alguns daqueles pontos problemáticos que incomodam. Quando o plano veio a público, houve um levante de protestos de todo lado. E a batalha tática foi vencida pelos mocinhos…. por enquanto.

Mas com respeito às questões subjacentes, nada mudou. Com respeito às pressões culturais que contribuem para isso, nada mudou. Com respeito ao estado da igreja, nada mudou. Então, quando consideramos tudo isso, e a condição da igreja moderna, realmente não há razão para objeções a qualquer uma das modificações na NIV (Nova Versão Internacional). Não há realmente nenhuma razão para se opor à mulher nos púlpitos de igrejas evangélicas.

Isso porque o evangelicalismo moderno tem sido castrado em termos do pacto por bem mais de cem anos. Está na hora “H” para ajuntarem alguns ministros, e uma Bíblia, e enfrentarem sua condição efeminada.

 

 [1] Piedosa personagem cristã, heroína piegas de uma série de romances juvenis sentimentalóides escritos por Martha Finley (1828-1909) ambientados no Sul dos EUA. Estima-se que tenha vendido mais de cinco milhões de exemplares entre 1868 e 1939.

[2] WWJD é o acrônimo para What Would Jesus Do? (Que Faria Jesus?) usado em braceletes, bonés, camisetas, etc. modismo/movimento desencadeado pela nova edição contextualizada do livro Em Seus Passos Que Faria Jesus? escrita por Garret Sheldon, bisneto do autor original, Charles Sheldon.

Fonte:  Credenda Agenda – Agenda, “Things to Be Done” Volume 11/ Número 2

Fonte: MONERGISMO

 
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