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Missões com uma outra missão?

Para alimentar um pouco a idéia que lancei no twitter sobre missões modernas e como temos que mudar de cara e perspectiva vou explicar o projeto de mídia-povão que meu filho desenvolve junto com sua equipe.

Grass Roots News Internacional é um projeto criado no ano passado pela Jocum para ensinar a cidadão comuns a técnica de produção e veiculação de notícias pela internet.

http://grassrootsnews.tv/

Porquê? Acho que os eventos da “primavera muçulmana” no ano passado respodem a esta pergunta. Muitos dos conflitos que depuseram os ditadores do Egito e da Líbia foram alimentados pela mídia social, Facebook, Twitter, Google. O mundo reconheceu e se extasiou mais uma vez com o poder da internet em mobilizar massas em torno de idéias. Os jovens especialistas em midia social se tornaram os primeiros mártires do movimento, alguns presos e torturados pelo governo antes da queda final. Veja no TED a palestra de Wael Gnomim o executivo da Google no Egito e o que ele diz sobre o poder da internet durante a revolução (legendas em português):

http://www.ted.com/talks/wael_ghonim_inside_the_egyptian_revolution.html

Não vou discutir aqui por razões o resultado final destes levantes, por razões óbvias. Mas o fato é que a midia de massa livre, democrática e praticamente impossível de ser coibida fez toda a diferença.

Como ter acesso a  verdadeira cidadania hoje? Como ser livre, ter poder sobre sua vida e de sua família, o que é ter direitos civis que refletem os valores determinados pela Declaração Universal dos Direitos Humanos? O que é ser plenamente humano?

A discussão é longa mas quero ousar resumir o “como” chegar a isto com uma só palavra WEB. Já se concorda que estamos na era da cidadania global. O controle cultural que antes se limitava aos governos hoje repousa nas grandes empresas de poderio global e na consciência internacional.

Quem sofre injustiças sistêmicas tem que fazer-se ouvir pelo mundo.  Ter sua voz ouvida não vai causar o fim de seus sofrimentos, mas vai com certeza provocar mudanças grandes. A campanha contra o infanticídio de crianças indígenas só decolou no Brasil quando em 2008 lançamos na web a campanha Hakani alimentada pelo documentário do mesmo nome. O docu-drama com repercussão internacional despertou diálogos, disputas, orações, legislações, ódios, sanções, investigações policiais, perseguições, paixões, compromissos, doações, e por aí vai. Dezenas de crianças indígenas, talvez centenas, foram salvas e ainda continuaram a ser porquê a discussão sobre o valor de suas vidas saiu do escritório da FUNAI e entrou nas salas de visitas, igrejas, colégios, universidades de muitos países do mundo. A própria Hakani é hoje uma cidadã global vivendo no exílio mas muito feliz por causa da campanha.

Acesso a WEB é sem dúvida a única esperança de cidadania com que contam muitas massas populacionais oprimidas, crianças e jovens invisíveis, mulheres sufocadas, etnias desalojadas.

Acesso à WEB é ter os ouvidos do mundo, e a partir daí esperar reações de pessoas como eu e você que se importam. Nossa reação pode ser uma simples oração. Já vai fazer diferença.

Meu filho está saindo com uma equipe para Gana e Togo dentro de um mês. Ele é aluno de jornalismo assim como seus colegas. Se consideram também missionários. Não missionários convencionais como eu fui na idade dele, que levava Jesus, a minha oração e uma esperança fugidia, abstrata. Eles vão levar o amor de Cristo sim. Mas mais ainda, de uma maneira prática vão ser capazes de capacitar estudantes, jovens, mulheres, para contarem suas histórias e as histórias que presenciarem ao mundo todo. Os lugares onde eles hoje vivem não vão ser mais tão remotos aos nossos ouvidos, nem as suas dores e as injustiças que sofrem tão desconhecidas. Conjunturas vão mudar por causa de uma equipe de jornalistas amadores. Tenho certeza disto.

Cuidado ditadores do mundo, e opressores das massas, como disse o Wael Gnomim. Há poder na nossa oração, há poder na nossa consciência de povo, há muito poder na verdade das histórias contadas por gente comum.

Não escrevi isto para levantar dinheiro, mas se você quiser ajudá-lo a viajar, ele precisa de 3,000 dólares para passagens, até 15 de março.

http://uofnkona.org/index.php?option=com_wrapper&view=wrapper&Itemid=652&MN=5708

Clicando neste link você vai ver o botão de doação para minha conta na Universidade das Nações. Clique no botão (Make a one time donation)  e use seu cartão do banco. O site é super seguro.

Muito obrigada.

Bráulia Ribeiro

Fonte: ULTIMATO

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Publicado por em 11/03/2012 em POIMENIA

 

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10 Ways Pastors Fail Their People

Laura Lezza/14.01.2012/Getty Images

The God who called us into His service and sent us into the pastoral ministry has a vested interest in seeing that we do it right and well. The fact that we are all over the map–as opposed to the strait and narrow–and disorganized in our approach–as opposed to a sharp focus–lies at our doorstep and not His.

That God would want to use flawed and faltering creatures like us says volumes about His grace and mercy.

We are burdened for the younger generation of pastors coming along who are still trying to find their proper role, still trying to nail down their identity as pastors, and still trying to fine-tune the focus of their life-work.

This list of “10 ways pastors fail their people” is all about how my generation got it wrong. Not entirely, of course. But way too much.

In no particular order, they are:

1. We have led our people to believe that when they are happy with our ministry, all is well in the church.

The problem is our myopia. We see so little of the grand work of God, often only our tiny little speck of it. And if it is troubled with dissension and division, we know all is not well. So, when people are satisfied and compliments are flowing in, it’s natural to assume we must be doing well.

Consequently, we have churches filled with worshipers who believe that when they issue the pastor a passing grade on his Sunday sermon or feel good about the state of the church, they have done their job. We have raised a generation of pastor critics.

2. We have taught our people that giving to missions is more important than praying for missions.

The problem is our results-orientation. We can measure money, but who can measure prayer? We can announce we have met our goal for this offering, but we have no discernable way of detecting whether sufficient prayer has been offered for the work in Borneo or Malawi. So, we emphasize one and neglect the other.

We have raised a generation that does everything about missions except to pray.

3. We have allowed the congregation to delegate their mission to us the professionals.

The problem is laziness–theirs and ours.

The great commission–Matthew 28:18-20’s word to “go therefore and make disciples”–was given, not to the preachers, but to every disciple of the Lord Jesus. And yet, as far as the congregation is concerned, that’s the job of the ministry team, the evangelists, and the missionaries. They’ll even kick in money to pay salaries for these specially-called soldiers of the cross to do the work. Anything to keep from their having to obey the Lord.

And because we the ministers are lazy, we prefer not to resist the congregation in this and simply take the path of least resistance: we hire another staffer and tell him to reach the lost and unchurched.

We have raised a generation of pew potatoes–groan, sorry!–who do little and would be surprised to learn this is not the original plan.

4. The congregation has adopted the football coach pattern of leadership–if things aren’t going well, fire the old guy and bring in a new one–while we have stood by and cooperated with it.

The problem is our worldly template for greatness.

It happens just often enough to encourage the stereotype. A church gets rid of the old pastor and brings in a new one, and within a year, it’s bursting at the seams and making plans for new facilities. Other churches see this happening and grow antsy at their lack of growth, and so begin to pressure the preacher. Soon, they are firing him and looking for the next “star” on the ministerial horizon.

We have raised a generation of church members to sit as boards of directors in the Kingdom, not as laborers in the vineyard.

5. We have told our people to pray and then not shown them how or kept it before them.

The problem is we cannot say “this one thing I do” (Philippians 3:13). We try to do it all. So, we bring a sermon one Sunday on prayer, the next Sunday on stewardship, then on world missions, Bible study, racial justice, and so forth. No one area gets sufficient treatment. Our coverage is a mile wide and an inch deep.

The problem, I expect, is also prayerless preachers. If I’m not doing it, I’m sure not going to be able to encourage you in it.

We have raised a generation of prayerless, powerless warriors.

6. We have catered to their prejudices and ignored their idolatries.

The problem is our provincialism. In one area, high school football is ‘god,’ and everyone (including the churches) must organize their schedules around it. In another area, it’s community festivals or civic pageants or pro sports or the social calendar. One dares not speak out from the pulpit against the excesses and abuses of these idolatries, not if he wants to remain popular in the community or even keep his job.

Some areas of the country are still diseased with racism. Others have compromised their integrity by a marriage of the church with politics.

I pastored in the Mississippi Delta in the late 1960s–at the very place where the White Citizens Councils were formed and at the very time Martin Luther King was assassinated–and found out all too quickly that church leaders grow most uncomfortable when the pastor takes a stand on racial issues. I did it anyway, you might be interested to know. My only regret is not doing it even more forcefully than I did.

We have raised a generation who expect and even demand that the pastor respect the sensibilities of the locals and tailor the gospel to fit the situation.

7. We have smiled at their ignorance of the Word and done little to remedy it.

The problem is sin. Even though the Holy Spirit within us reaches out for the Word and our spirit feeds upon it, our “old man” resists picking up the Bible during the week and making a serious study of it. So, the typical church member ignores his Bible all week, then searches it out on Sunday morning in time to take it along to church.

We have placed Bibles in the pews since fewer and fewer of our people bring them to church.

Preaching from the Bible is easy enough. But preaching and teaching so as to make faithful Bible students of our people is another matter altogether.

We have raised a generation of flabby believers who “befriend” Jesus but hardly know Him.

8. We have given lip service to the presence of the Lord in our midst and ignored Him.

The problem is our traditions, our ruts. Used to the same order of worship all the time, we find it easier to insert a few hymns here and a solo there, a prayer here and the offering there, and the sermon here, and go forward. Too bad if the Spirit has other plans for the day.

We say all the right things about the Lord being in the midst of even two or three disciples (Matthew 18:20), but for the most part, we act as though that is some kind of spiritual principle but not an actual reality.

We have raised a generation of practicing atheists.

9. We have put our continued employment above faithfulness to the living God.

The problem is our selfishness. We have to pay our bills and send our children to school. And we do. And so, we allow ourselves to curb our enthusiasm for the cutting edge of the gospel lest people of affluence and influence be disturbed and take their support elsewhere.

You can understand why the Apostle Paul said it’s better for such a servant of the Lord to remain unmarried (I Corinthians 7:8ff). If they get crossways with worldly leadership in the church and find themselves jobless, it’s a lot simpler to load up the car and move on to the next town.

We have raised a generation to “keep” the preacher, almost as a lap dog. (I say to our shame.)

What is the answer? A rich relative, maybe. (another smiley face goes here) The answer is for pastors and spouses to accept when they enter the ministry that courageous leadership may well mean they will be asked to leave a church, and so to be prepared for all eventualities.

10. We have exchanged pleasing the Savior for compliments from the people.

The problem is our egos. We do like to be popular.

How did the Apostle Paul put it to young Pastor Timothy? For the time will come when they will not endure sound doctrine, but according to their own desires, because they have itching ears, they will heap up for themselves teachers, and they will turn their ears away from the truth and be turned aside to fables. (II Tim. 4:3-4)

It’s not clear from the Greek text, however, whether it’s the congregation with the itching ears or the preachers. I suspect one is as bad as the other.

We have raised a generation of self-absorbed members who are preached to and ministered to by self-absorbed preachers.

Sorry to be so negative. It’s no fun, I’ll tell you. Perhaps that’s one more way we fail: we want to be positive because it’s easier, more fun to do, and more pleasant to receive.

Medical doctors would love to deliver nothing but good news. But in a real world, that’s not possible.

When you entered the ministry, young pastor, you did not win a final battle with the world and its ways. You merely armored up for that fight. The struggle goes on all your days. Only at last when the Father calls your name and you step across that final line, only then will the warfare with the world and its standards, its seduction, and its promises, finally end.

Until then, with your eyes on the Savior, your face in the Book, your heart pure from all that would pollute it, and your love for the people of God constant, keep telling yourself, “One more day. I will be faithful this day.”

And on some of those days, God will do amazing things. But He will not tell you in advance which days they are.

 

After five years as Director of Missions for the 100 Southern Baptist churches of metro New Orleans, Joe retired on June 1, 2009. These days, he has an office at the First Baptist Church of Kenner where he’s working on three books, and he’s trying to accept every speaking/preaching invitation that comes his way. He loves to do revivals, prayer conferences, deacon training, leadership banquets, and such. Usually, he’s working on some cartooning project for the denomination or some agency.

Source: CHURCH LEADERS

 
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Publicado por em 11/03/2012 em POIMENIA

 

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Associação Billy Graham demite funcionários para focar em seu ministério de evangelismo pela Internet

Associação Billy Graham demite funcionários para focar em seu ministério de evangelismo pela Internet

Conhecida mundialmente desde a década de 1950 por causa de suas cruzadas evangelísticas, a Associação Evangelística Billy Graham está mudando seu foco, de forma a trabalhar agora em trabalhos de evangelismo pela Internet. Billy Graham ainda é o presidente honorário da instituição, mas seu filho, Franklin, é quem atua como presidente e CEO.

Com escritórios em cinco países a associação promove formação espiritual, retiros, cruzadas evangelísticas e festivais, o projeto “Biblioteca Billy Graham” e vários programas evangelísticos através de livros, programas de rádio, televisão e sites de internet.

Com o fim das cruzadas a receita da associação caiu de US$ 126 milhões para US$ 93 milhões, chegando em 2011 a 91,6 milhões de dólares, em fevereiro de 2009 a associação começou as demissões, dispensando 55 funcionários. Este mês foi anunciado o corte de mais 50 pessoas, ou seja, 10 por cento dos seus empregados serão dispensados.

A associação divulgou um comunicado esta semana, explicando que o corte de empregos “de nenhuma maneira reflete problemas com a saúde financeira da organização”. A afirmação é de que essas mudanças são reflexo da mudança de foco. Muitos empregados foram remanejados para o que seriam as suas “prioridades estratégicas”, incluindo o site “SearchforJesus.net”, explica o comunicado.

O vice-presidente executivo da Associação, Preston Parrish, justifica a mudança de foco da instituição dizendo que “todos os dias, as pessoas estão procurando por respostas on-line”. “Em seu momento de necessidade, estamos apresentando a única esperança que temos neste mundo a esperança encontrada através de um relacionamento com Jesus Cristo”, explicou.

De acordo com o Charlotte Observer o projeto direciona buscas de frases como “O que acontece quando eu morrer?” ou “Por que estou aqui?” para conteúdos preparados para a instituição, que disponibiliza também conselheiros on-line para os potenciais fiéis.

Fonte: Gospel+

 
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Publicado por em 05/03/2012 em POIMENIA

 

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Pastor é libertado após ficar 13 anos preso por pregar o Evangelho

Pastor é libertado após ficar 13 anos preso por pregar o Evangelho

No dia 2 de fevereiro desse ano as autoridades de Laos libertaram da prisão o pastor Bounchan Kanthavong, que estava preso desde 1999, condenado a 12 anos de prisão sob a acusação de traição contra o país e de ir contra a segurança nacional. As acusações contra o pastor se deram por causa de seu trabalho missionário no país.

De acordo com a Portas Abertas, Kanthavong se converteu ao cristianismo em 1997 durante uma viagem de negócios, e depois disso começou a contar seu testemunho para as pessoas que entravam em sua loja, o que o levou a ser acusado de traição. Estima-se que o testemunho do pastor tenha levado mais de 70 pessoas a aceitarem a Cristo.

As autoridades do País ficaram preocupadas com a possibilidade de que, se as pessoas abraçassem o cristianismo, que é considerado uma fé estrangeira, elas iriam abraçar também a cultura estrangeira. Por causa dessa preocupação eles ordenaram que ele parasse com todas as atividades cristãs em sua loja.

Durante o tempo em que ficou preso Kanthavong, que é casado e tem cinco filhos, ficou com a saúde debilitada. Durante seu cárcere sua esposa assumiu a liderança da comunidade cristã, que cresceu ainda mais nessa época.

Fonte: Gospel+

 
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Publicado por em 05/03/2012 em POIMENIA

 

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Pesquisa aponta Brasil como país “exportador do Cristianismo”

Pesquisa aponta Brasil como país “exportador do Cristianismo”

De acordo com o levantamento feito por uma pesquisa do “Centro para o Estudo do Cristianismo Global”, o Brasil enviou para o exterior, somente no ano de 2010, 34 mil missionários cristãos para o exterior. Dessa forma o país se consolidou como o segundo país que mais enviou pregadores para o exterior, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, que enviou 127 mil missionários no mesmo período.

As estatísticas foram apresentadas por Todd Johnson, diretor do centro, que é sediado no Seminário Teológico Gordon-Conwell em Massachusetts, e mostram que no mundo todo 400 mil missionários foram enviados para fora de seus países naquele ano. Curiosamente, apesar de os Estados Unidos ser o país que mais envia missionários ao exterior, é também o país que mais recebe os missionários estrangeiros, totalizando 32.400 missionários estrangeiros que chegaram ao país em 2010, a maioria destes provenientes do Brasil.

O estudo mostrou também que o Brasil tem a segunda maior população protestante do mundo, atrás novamente dos Estados Unidos, e que a grande maioria dos missionários voluntários enviados pelo Brasil é proveniente da JOCUM (Jovens Com Uma Missão), entidade missionária criada em 1960 por Loren e Darlene Cunningham, responsáveis por 16 mil missionários enviados em 2010.

O levantamento contabilizou apenas os missionários voluntários, não levando em conta os pregadores que as igrejas pentecostais enviaram para o exterior naquele ano. Dessa forma os reais números de missionários brasileiros é bem maior que o já mencionado, se levarmos em conta brasileiros enviados para o exterior por igrejas como a Universal.

De acordo com site Christian Today, Dana Robert, autora de “Missão cristã: Como o cristianismo se tornou uma religião mundial”, afirmou que até o ano 2000 cerca de dois terços dos cristãos do mundo vieram de países onde os missionários ocidentais trabalharam um século antes. Ela ressaltou a participação norte-americana no trabalho missionário e a recente explosão de interesse no trabalho missionário entre os cristãos da Ásia, África e América Latina.

Fonte: Gospel+

 
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Publicado por em 28/02/2012 em POIMENIA

 

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Mulher tida como bruxa é linchada na Índia por não curar doente

DA EFE

Um grupo de indianos linchou uma mulher que não conseguiu curar um doente com suas “artes de bruxaria” na cidade de Sabrum, no extremo leste da Índia.

Forças de segurança da cidade prenderam 12 pessoas ligadas à morte da mulher, que se chamava Dharamsri e tinha 60 anos.

Segundo um policial relatou à agência de notícias local IANS, o corpo da indiana foi encontrado em um bosque, junto a outras duas mulheres, que pareciam ser suas ajudantes. As duas também foram agredidas e estão seriamente feridas.

Um dos detidos confessou que a intenção dos agressores era queimar o corpo da mulher, mas a chegada dos policiais os impediu.

Em um caso semelhante, outra suposta bruxa foi queimada viva na última sexta-feira no estado vizinho de Assam.

Nas áreas tribais da Índia, especialmente no leste do país, não são incomuns sacrifícios humanos e linchamentos de mulheres acusadas de praticar bruxaria, mesmo com os esforços do governo para impedir tais práticas, através de campanhas de conscientização.

No passado, algumas correntes hindus eram adeptas de rituais de sacrifícios humanos. Embora hoje estejam quase erradicados, ainda há casos.

Há três semanas um adolescente de 14 anos morreu vítima de um sacrifício no estado de Andhra Pradesh. Ele foi assassinado por um grupo de pessoas que acreditavam que a morte do garoto os levaria a um tesouro secreto.

Dados oficiais do país apontam que em 2009 – último ano de que se tem registro – ocorreram 186 mortes violentas relacionadas à bruxaria.

Fonte: FOLHA

 
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Publicado por em 11/02/2012 em POIMENIA

 

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Barco Missionário da Igreja Presbiteriana leva atendimento médico e odontológico a comunidades ribeirinhas

Barco Missionário da Igreja Presbiteriana leva atendimento médico e odontológico a comunidades ribeirinhas

A Igreja Presbiteriana de Manaus (IPM) mantém um trabalho missionário junto às comunidades ribeirinhas do Amazonas através de barcos hospitalares que levam atendimento médico e odontológico para comunidades que vivem isoladas dos centros urbanos.

O trabalho iniciado no ano de 1992 é o único atendimento médico e odontológico que chega a diversas cidades em torno nos rios Negro, Solimões, Amazonas, Jaú e Unini. Contando atualmente com nove barcos, o trabalho da IPM nas comunidades ribeirinhas atendeu, somente no ano passado, 6,2 mil pessoas, através da prestação de serviços médicos e sociais em cerca de 120 comunidades interioranas da região.

O pastor titular da IPM, José João Mesquita, disse ao site A Crítica (do UOL) que o chamado ministerial para atender a essas comunidades começou com barcos viajando regularmente pelo interior. Mesquita afirmou que ao constatarem a extrema carência de assistência médica decidiram, a partir de 1992, iniciar o projeto do barco hospitalar.

“Na década de 70, os pastores Caio Fábio D’Araújo e Franklin Arno começaram a viajar para comunidades próximas da capital e já constatavam a carência nessa área”, revelou o pastor.

A chegada dos barcos é motivo de alegria e comemoração nas comunidades visitadas. Nos barcos, acontecem consultas ambulatoriais e odontológicas, e entrega gratuita de medicamentos. A maioria dos que buscam atendimento são mulheres e crianças, e os casos mais comuns são problemas gastrointestinais, parasitoses, dermatoses e ginecológicos. O barco hospital costuma levar também um médico voluntário que realiza cerca de 30 cirurgias de lábio leporino a cada viagem.

A igreja procura visitar cada uma das comunidades pelo menos duas vezes por ano e o trabalho é custeado em 70% pela própria IPM, 20% são financiados pelo Instituto Mackenzie, de São Paulo, e 10% dos custos são pagos por duas igrejas norte-americanas que firmaram parceria com o projeto.

Mesquita afirma também que, ao contrário de algumas denominações que só se preocupam em resolver problemas financeiros e momentâneos das pessoas, o que leva muitos a comportamentos ingênuos, a Igreja Presbiteriana de Manaus tem como principal missão levar o evangelho e melhores condições de vida às comunidades amazonenses.

Fonte: Gospel+

 
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Publicado por em 31/01/2012 em POIMENIA

 

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