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Barco Missionário da Igreja Presbiteriana leva atendimento médico e odontológico a comunidades ribeirinhas

Barco Missionário da Igreja Presbiteriana leva atendimento médico e odontológico a comunidades ribeirinhas

A Igreja Presbiteriana de Manaus (IPM) mantém um trabalho missionário junto às comunidades ribeirinhas do Amazonas através de barcos hospitalares que levam atendimento médico e odontológico para comunidades que vivem isoladas dos centros urbanos.

O trabalho iniciado no ano de 1992 é o único atendimento médico e odontológico que chega a diversas cidades em torno nos rios Negro, Solimões, Amazonas, Jaú e Unini. Contando atualmente com nove barcos, o trabalho da IPM nas comunidades ribeirinhas atendeu, somente no ano passado, 6,2 mil pessoas, através da prestação de serviços médicos e sociais em cerca de 120 comunidades interioranas da região.

O pastor titular da IPM, José João Mesquita, disse ao site A Crítica (do UOL) que o chamado ministerial para atender a essas comunidades começou com barcos viajando regularmente pelo interior. Mesquita afirmou que ao constatarem a extrema carência de assistência médica decidiram, a partir de 1992, iniciar o projeto do barco hospitalar.

“Na década de 70, os pastores Caio Fábio D’Araújo e Franklin Arno começaram a viajar para comunidades próximas da capital e já constatavam a carência nessa área”, revelou o pastor.

A chegada dos barcos é motivo de alegria e comemoração nas comunidades visitadas. Nos barcos, acontecem consultas ambulatoriais e odontológicas, e entrega gratuita de medicamentos. A maioria dos que buscam atendimento são mulheres e crianças, e os casos mais comuns são problemas gastrointestinais, parasitoses, dermatoses e ginecológicos. O barco hospital costuma levar também um médico voluntário que realiza cerca de 30 cirurgias de lábio leporino a cada viagem.

A igreja procura visitar cada uma das comunidades pelo menos duas vezes por ano e o trabalho é custeado em 70% pela própria IPM, 20% são financiados pelo Instituto Mackenzie, de São Paulo, e 10% dos custos são pagos por duas igrejas norte-americanas que firmaram parceria com o projeto.

Mesquita afirma também que, ao contrário de algumas denominações que só se preocupam em resolver problemas financeiros e momentâneos das pessoas, o que leva muitos a comportamentos ingênuos, a Igreja Presbiteriana de Manaus tem como principal missão levar o evangelho e melhores condições de vida às comunidades amazonenses.

Fonte: Gospel+

 
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Publicado por em 31/01/2012 em POIMENIA

 

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Religiosidade cheia, discipulado vazio

“Vão, e façam discípulos de todas as nações.” (Mt 28.19)

O conhecido e respeitado sociólogo cristão Paul Freston afirmou em um dos seminários dos 40 anos da Revista Ultimato que a Igreja Evangélica brasileira jamais seria a maioria religiosa e confessional no Brasil. Evidentemente que não foi uma afirmação leviana. Ele sustentou a sua tese com a clareza, didática e fundamento próprios de um docente.

Nesta semana, o subsídio São Paulo da Revista Isto É traz uma reportagem de capa interessante sobre a diversidade da religiosidade brasileira constatada no censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O pluralismo chegou para ficar, é um grande desafio e também uma oportunidade para a missão integral e relevante da Igreja. A revista apresenta alguns dados surpreendentes:

1º – O Islã recebe novos adeptos a cada dia, as mesquitas e as comunidades islâmicas de muitos lugares no Brasil já possuem 85% de membros “nativos” convertidos, de brasileiros que aderiram à nova fé.

2º – Hoje, no Brasil, algo em torno de 4 milhões de nascidos em berços evangélicos se declaram crentes não praticantes e outros tantos se declaram cristãos, mas não querem nenhum envolvimento com Igreja ou Comunidade de fé.

3º – A migração entre neopentecostais e pentecostais, e a insustentável infidelidade dos membros a estas expressões cristãs, começam a apresentar sinais de saturação manifestados em dois movimentos excludentes entre si:

a) Muitos pentecostais e neopentecostais começam a procurar guarida nas Igrejas históricas e mais alinhadas com a Reforma Protestante: Presbiterianas, Metodistas, Batistas etc. O que as atrai é o estudo diligente das Escrituras, a ética, a moral e os valores do Reino difundidos e defendidos por estas instituições.

b) O outro fenômeno, surpreendente para dizer o mínimo, é que muitos egressos do ramo neopentecostal passam a freqüentar a umbanda e o candomblé, exatamente pelas muitas semelhanças cúlticas como transes, gritos e grunhidos, possessões, busca de soluções mágicas, usos de objetos sagrados e por aí vai.

4º – Os sem religião e sem Deus também já figuram entre os grupos de destaque nas pesquisas. Mas será que Deus comissionou a Igreja para esta tarefa tão difícil sem aparelhá-la com os devidos instrumentos? Evidentemente que não. Além dos dons espirituais e a própria presença e ministério do Espírito Santo e as Escrituras, o Senhor indicou também estratégias para que a Igreja desempenhasse com êxito a sua missão e dentre estas estratégias podemos destacar o imprescindível e permanente mandato do discipulado.

O grande êxito alcançado pela Igreja Primitiva e Antiga deveu-se ao grande investimento feito no discipulado pessoal e comunitário dos novos convertidos e das novas lideranças. Na Igreja Antiga o Catecumanato, com suas catequeses, escrutíneos e provas num processo formativo nunca inferior a três anos, era o grande divisor de águas entre os membros da Igreja e os pagãos. Depois havia ainda as didascalias, verdadeiros centros de treinamentos para a vida cristã. São famosas as escolas de Alexandria, Constantinopla, Roma, Lião, Antioquia e Cartago.

Com o advento dos acontecimentos de 313, 325 e 375, quando a Igreja é oficializada no Império Romano e depois estatizada pelo Imperador, as massas agora entram na Igreja sem o devido discipulado, recebem apenas os sacramentos sem nenhuma instrução (são sacramentalizados, mas não cristianizados) e rapidamente as deteriorações moral, espiritual e ética corrompem a Igreja a tal ponto de os cristãos comprometerem a sua mensagem, doutrina e liturgia. Como efeito, progressivamente a Igreja foi sendo deformada no século XVI.

É bem verdade que Deus nunca deixou a sua Igreja desprovida de grandes líderes que continuaram apostando no discipulado formal e sistemático para preservar exatamente a herança dos santos: Ambrósio, Cipriano, João Crisóstomo, Agostinho, Irineu, Justino, Cirilo de Alexandria etc. A Reforma protestante foi, sem dúvida, uma volta ao discipulado e a instrução bíblica para a vida. Os catecismos de Lutero, Calvino, Bullinger e outros provam isto.

Na semana que vem continuaremos a refletir sobre o lugar, a natureza e a necessidade do discipulado, personalizado e em pequenos grupos para a formação de cristãos autênticos e maduros e o surgimento de uma Igreja relevante e cheia de poder.

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Luiz Fernando dos Santos, 41 anos, é casado e tem uma filha de 9 anos. É pastor da Igreja Presbiteriana Central de Itapira (SP).

Fonte: ULTIMATO

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Este artigo terá uma segunda parte a ser publicada ainda nesta semana na Revista ULTIMATO.

 
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Publicado por em 04/09/2011 em POIMENIA

 

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Introdução à Teologia Sistêmica

Andrew Sears, diretor executivo da URBANMINISTRY.ORG apresenta um esboço do novo ramo da teologia denominado de “Teologia Sistêmica”, o qual provê uma perspectiva de sistemas no tocante à relação mundo-Deus priorizando a missão integral e a justiça.

 
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Publicado por em 28/08/2009 em POIMENIA

 

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