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Escola de adoração

Fonte: ALAN BRIZOTTI

 
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Publicado por em 02/09/2009 em POIMENIA

 

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Era uma Igreja muito engraçada …

Fonte da imagem: Blog Bonito Isso
…não tinha teto, não tinha nada.
Essa noite, eu tive um sonho de sonhador, sonhei com uma igreja esquisita. Ela não tinha muros, piso, púlpito, bancos ou aparelhagem de som. A igreja era só as pessoas. E as pessoas não tinham títulos ou cargos, ninguém era chamado de líder, pois a igreja tinha só um líder, o Messias. Ninguém era chamado de mestre, pois todos eram membros da mesma família e tinham só um Mestre. Tampouco alguém era chamado de pastor, apóstolo, bispo, diácono ou Irmão. Todos eram conhecidos pelos nomes, Maria, Pedro, Afonso, Julia, Ricardo…
Todos os que criam pensavam e sentiam do mesmo modo. Não que não houvesse ênfases diferentes, pois Paulo dizia: “Vocês são salvos por meio da fé. Isso não vem das obras, para que ninguém se glorie”, enquanto Tiago dizia: “A pessoa é aceita por Deus por meio das suas obras e não somente pela fé”. Mas, mesmo assim, havia amor, entendimento e compreensão entre as pessoas e suas muitas ênfases.

Não havia teólogos nem cursos bíblicos, nem era necessário que ninguém ensinasse, pois o Espírito ensinava a todos e cada um compartilhava o que aprendia com o restante. E foi dessa forma que o Agenor, advogado, aprendeu mais sobre amor e perdão com Dinorá, faxineira.

Não havia gente rica em meio a igreja, pois ninguém possuía nada. Todos repartiam uns com os outros as coisas que estavam em seu poder de acordo com os recursos e necessidades de cada um. Assim, César que era empresário, não gastava consigo e com sua família mais do que Coutinho, ajudante de pedreiro. Assim todos viviam, trabalhavam e cresciam, estando constantemente ligados pelo vínculo do amor, que era o maior valor que tinham entre eles.
Quando eu perguntei sobre o horário de culto, Marcelo não soube me responder e disse que o culto não começava nem acabava. Deus era constantemente cultuado nas vidas de cada membro da igreja. Mas ele me disse que a igreja normalmente se reunia esporadicamente, pelo menos uma vez por semana em que a maioria podia estar presente. Normalmente era um churrasco feito no sítio do Horácio e da Paula, mas no sábado em que eu participei, foi uma macarronada com frango na casa da Filomena. As pessoas iam chegando e todos comiam e bebiam o suficiente.
Depois de todos satisfeitos, Paulo, bem desafinado, começou a cantar uma canção. Era um samba que falava de sua alegria de estar vivo e de sua gratidão a Deus. Maurício acompanhou no cavaquinho e todos cantaram juntos. Afonso quis orar agradecendo a Deus e orou. Patrícia e Bela compartilharam suas interpretações sobre um trecho do evangelho que estavam lendo juntas. Depois foi a vez de Sueli puxar uma canção. Era um bolero triste, falando das saudades que sentia do marido que havia falecido há pouco tempo. Todos cantaram e choraram com ela. Dessa vez foi Tiago que orou. Outras canções, orações, hinos e palavras foram ditas e todas para edificação da igreja.
Quando o sol estava se pondo, Filomena trouxe um enorme pão italiano e um tonelzinho com um vinho que a família dela produzia. O ápice da reunião havia chegado, pela primeira vez o silêncio tomou conta do lugar. Todos partiram o pão, encheram os copos de vinho e os olhos de lágrimas. Alguns abraçados, outros encurvados, todos beberam e comeram em memória de Cristo.

Acordei com um padre da Inquisição batendo à minha porta. Junto dele estavam pastores, bispos, policiais, presidentes, ditadores, homens ricos e um mandado de busca. Disseram que houvera uma denúncia e que havia indícios de que eu era parte de um complô anarquista para acabar com a religião. Acusaram-me de freqüentar uma igreja sem líderes, doutrina ou hierarquia; me ameaçaram e falaram: “Ninguém vai nos derrubar!”. Expliquei: “Vocês estão enganados, não fui a lugar nenhum, não encontrei ninguém ou participei de nada… aquela é apenas a igreja dos meus sonhos”.

por: Tonho [foi coordenador do UG -Min. Jovem do Portas Abertas]

Fonte Underground, Via PAVABLOG

 
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Publicado por em 02/09/2009 em POIMENIA

 

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Jesus apagou.

jesus apagaou meus pecados não minha inteligência

Fonte: Sobre fé e mais um pouco

 
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Publicado por em 02/09/2009 em POIMENIA

 

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Senhoras e senhores, com vocês: O Sagrado!

O professor Gabriel Perissé diz que estamos vivendo na “Idade Mídia”. A igreja midiática já se acostumou a esse tempo. Existe uma gritante espetacularização do sagrado, glamourização do divino e prostituição da adoração. É a igreja dos flashes e dos palcos. A teologia da vitrine. A forma cinematográfica de crer. De igreja da Palavra, nos transformamos em igreja da imagem.
Na igreja católica, as missas/shows e os padrestars, assustam até mesmo os próprios católicos. Quem poderia imaginar, dez anos atrás, um padre metrossexual? Um padre que, enquanto canta, ouve berros de “gostoso”, “lindo”… Um padre galã? No meio evangélico a coisa ainda é pior! O estilo “pop star” de ser invadiu a rotina eclesiástica a tal ponto que já está se tornando normal.
É comum encontrarmos shows gospel nas casas noturnas. Dê uma volta por São Paulo, por exemplo, e vai encontrar nos cartazes espalhados pela cidade propagandas dos cantores evangélicos disputando espaço nas boates e casas de shows com os cantores seculares. Os templos já não servem. Templos agora são construções descartáveis.
Chegamos a um nível crítico: já nem precisa mais ser “crente” para gravar um DVD ou um CD gospel. Basta aprender direitinho o nosso “evangeliquês”, fazer umas “caras e bocas”, inventar uma ou outra revelaçãozinha, citar dois ou três “versículos” bíblicos (mesmo que sejam ditados populares “batizados” de versículos), e profetizar! Ah, o lance é profetizar!!!
A mercantilização do sagrado, que é responsável pela morte da pregação, também vem asfixiando o louvor. E o que é mais triste ainda é que não reagimos a isso. Vou antecipar as críticas a esse artigo/desabafo: “ao invés de criticar, você deveria olhar para a sua vida”; “cada um tem seu ministério, não julgue”; “vamos orar…” Enquanto essas muletas forem usadas, estaremos condenados ao medíocre.
O que fazer? Destruir! Você que é pastor de igreja, não convide celebridades, mesmo que isso não leve multidões ao seu templo, desista da tentação da multidão! Você não foi chamado para dirigir um espetáculo televisivo, mas uma comunidade de fé que ainda ame a presença de Deus!
Desliguem a televisão! Chega de programas medíocres de pastores vazios. O tempo que gastamos assistindo milagromanias duvidosas é muito melhor aproveitado na leitura de bons livros. Ao invés de assistir programas dos pedintes da religiosidade (“uma ofertinha pelo amor de Deus“), leia o Eugene Peterson, o John MacArthur, o Philip Yancey, o James Houston, o Elienai Jr, o Ricardo Gondim, o Jorge Barro, o Robinson Cavalcanti, o Frei Beto, o Leonardo Boff, os clássicos da literatura brasileira e mundial.
Uma amigo meu diz que não acredita que o homem veio do macaco, mas acredita que ele vai se tornar um! Essa teologia circense do bizarro, pelo que vejo, está longe de acabar… é, K. Lindberg tinha razão: “Não é que eu não goste de Deus; é o fã-clube dele que eu não suporto”.

Fonte: ALAN BRIZOTTI

 
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O contador de histórias



‘O Contador de Histórias’, filme de Luiz Villaça baseado na vida do mineiro Roberto Carlos Ramos, é a história de como o afeto pode transformar a realidade.

Caçula entre dez irmãos, Roberto desde cedo demonstra um talento especial para contar histórias, transformando, com a narrativa, suas próprias experiências de frustração em fábulas cativantes.

Aos 6 anos, o menino cheio de imaginação é deixado pela mãe em uma entidade assistencial recém criada pelo governo. Ela acredita estar, assim, garantindo um futuro melhor para seu filho.

A realidade na instituição é diferente do que se promovia pela propaganda na TV e Roberto, aos poucos, perde a esperança. Aos treze anos, após incontáveis fugas, ele é classificado como irrecuperável, nas palavras da diretora da entidade.

Contudo, para a pedagoga francesa Margherit Duvas (Maria de Medeiros), que vem ao Brasil para o desenvolvimento de uma pesquisa, Roberto representa um desafio Determinada a fazer do menino o objeto de seu estudo, tenta se aproximar dele. O garoto em princípio reluta, mas, depois de uma experiência traumática, procura abrigo na casa de Margherit.

O que surge entre os dois é uma relação de amizade e ternura, que porá em xeque a descrença de Roberto em seu futuro e desafiará Margherit a manter suas convicções.

‘O Contador de Histórias’ foi rodado em Belo Horizonte, São Paulo, Paulinia e Portugal. A atriz franco -portuguesa Maria de Medeiros (‘Pulp Fiction’, ‘Henry & June’, ‘Capitães de Abril’) interpreta Margherit. Roberto Carlos é interpretado pelos atores Marco Ribeiro (6 anos), Paulinho Mendes (13 anos) e Clayton Santos (20 anos). Denise Fraga assina a produção com Francisco Ramalho Jr.

Fonte: YOUTUBE

 
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