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Can Older Pastors Really Reach the Younger Generation?

Can Older Pastors Really Reach the Younger Generation?
Do younger people actually prefer an older pastor?

Churches mean well when we pursue strategic ways to reach out and help the church become all God wants it to be. Nevertheless, we also sometimes grab a bushel of strategies and consume them without careful discernment. When we do so, we risk a goose chase that can take the church off-track for years.

Great churches typically share similar traits. They have a “big God.”Community is strong. Worship is vibrant and genuine. They have a clear sense of purpose and aren’t easily distracted. Churches that try to grow share a common impulse toward strategic fads. These fads can be recognized if one steps back and simply thinks of the lack of substance they share. However, I continue to hear how much these things matter from churches all over. In my experience and that of my colleagues in healthy, growing churches…they don’t.

We begin with this one: “Older pastors can’t reach young people.”

Hogwash. Balderdash. Poppycock. Bologna.

These days, when people say “older,” they unfortunately refer to anyone over about 45. I turned 36 a couple of months ago and have had conversations with people at New Vintage about the potential imminent demise of my ability to reach young families. I am in my mid-thirties with a 9, 7, and 1 year-old daughter. When I was 33 and Emily was 30, I was informed I was in a completely different generation than a couple that was 29 and 26 respectively, though our children were the same age. That couple needed to be in a different small group with people “their age” I was told. Give me a break.

Here’s what I’ve found…younger people often prefer an older pastor. When I say “older,” I’m referring to someone 45 and up, probably even in their fifties. The reason–they feel the person has experienced enough of life that they can teach them something. The minister is their parent’s age–but isn’t their parent.

Many of the churches that reach the most young people have pastors well into their fifties. Think about these churches with HUGE numbers of college/singles attendees who effectively plug them into ministry.

  • North Point Community Church – Andy Stanley (53)
  • Fellowship Church – Ed Young, Jr.(50)
  • Harvest Christian Fellowship – Greg Laurie (59)
  • North Coast Church – Larry Osborne (I don’t remember Larry’s age, but he’s late fifties)
  • Calvary Chapel Costa Mesa – Chuck Smith (84) – and the churches he’s helped start are among the best at this.
  • Saddleback Church – Rick Warren (57)

Now, some will say, “Yes, but those are some of the most gifted pastors and incredible churches in America.”

Exactly.

A far bigger indicator of your ability to attract and involve younger people over time will be kind of church you are…not the age of the pastor.

Of course, there are some things that will help. The pastor’s age can be a very small one. If the church is completely old, putting a younger minister in there can help build a critical mass of youth in the pews–and such churches really need to find a way to put some younger people in public ministry roles to convey welcome and inclusion. Also true: left to itself, the church will drift toward looking like the people on stage over time. Nevertheless, reaching younger people for Christ is far more nuanced and complicated than that. If you’re not reaching them now, it isn’t about the age of the minister. It’s far more likely he’s not effective in general, the elders don’t want to change, the church doesn’t care about reaching young people, etc.

If you really want to learn how to reach young people, PLEASE do so. We need to do all that we possibly can. Just know it’s a substantial missional undertaking…not a matter of plug-and-playing a younger model in the pulpit. In fact, if you’re older, you might be even better equipped to reach them than you’ve ever dreamed. It’ll take intentionality, but it’s completely possible if your church is willing to do what it takes.

What difference do you think the minister’s age makes?  

Tim SpiveyDr. Tim Spivey is Lead Planter of New Vintage Church in San Diego, California–a fast-growing plant launched in 2011. Tim is also the purveyor of New Vintage Leadership – a blog offering cutting edge insights on leadership and theology and the author of numerous articles and one book: Jesus, the Powerful Servant.More from Tim Spivey or visit Tim at newvintageleadership.com/

Source: CHURCH LEADERS

 
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Publicado por em 10/03/2012 em POIMENIA

 

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Jovens tentam converter ‘pecadores’ na rua Augusta

DANILA MOURA
DE SÃO PAULO

Pães, bolachas, leite e café, muito café, em plena madrugada de sábado. Cerca de 30 jovens encaram esse lanche reforçado num casarão da rua Avanhandava, região central. O destino deles é o Baixo Augusta, vizinhança cheia de atrações à noite, entre bares fuleiros, moderninhos e prostíbulos decadentes.

Maria do Carmo/Folhapress
Jovem religiosa da missão Thalita Kum, que evangeliza pelas calçadas da rua Augusta, atrás de jovens "pecadores"
Jovem religiosa da missão Thalita Kum, que evangeliza pelas calçadas da rua Augusta, atrás de jovens “pecadores”

No “esquenta”, a cerveja dá lugar à oração. A tarefa não é descolar um paquera ou dançar até o chão. Os jovens fazem parte da missão católica Thalita Kum (“levanta-te”, em hebraico) e saem pela madrugada com o intuito de tirar outros da vida profana.

A missão integra o grupo Aliança da Misericórdia, criada há 12 anos por dois padres. Com sede em São Paulo, hoje está presente em 36 cidades do país e do exterior. Também faz parte da Aliança a missão Maria Madalena, cujos itinerários incluem bailes funk e pontos de prostituição na região de Perus, na zona norte da capital.

Em comum, as duas turmas largaram o conforto familiar pelo voto de pobreza. Entre as tarefas que devem cumprir está morar em uma favela por alguns meses para saber como é passar pelas dificuldades do local.

Fazer parte da missão também exige disciplina. Além do voto de pobreza, é necessário viver em comunidade num curso preparatório de três anos. “Meus pais não aceitaram quando eu vim de Indaiatuba para morar aqui com o meu irmão. Agora, até pensam em se mudar para cá”, diz Rafael Menezes, 24.

O celibato não é obrigatório. Quando um deles se apaixona por outro, o orientador deve ser avisado. Se for recíproco, fazem votos de namoro, vão morar em endereços distintos e ganham o direito de se encontrarem sozinhos eventualmente. Após o casamento, vão morar em uma das casas dentro das comunidades, separados dos demais -uma prática comum.

Mesmo com tantas restrições, ainda há atividades mais “descoladas”, como as idas à Cristoteca, espécie de discoteca gospel localizada em bairros como o Brás, na região central, onde não entram bebidas alcoólicas.

  Maria do Carmo/Folhapress  
Jovens da missão católica Thalita Kum durante oração de aquecimento para a pregação noturna entre turmas de baladeiros
Jovens da missão católica Thalita Kum durante oração de aquecimento para a pregação noturna entre turmas de baladeiros

Saindo por aí
Os jovens fiéis moram em comunidades coletivas, como a da rua Avanhandava, visitada pela reportagem durante a incursão baladeira. Antes de sair pela vizinhança, eles formam um círculo de oração numa das capelas do espaço. O intuito é o de se proteger de eventuais represálias e pedir iluminação divina para a empreitada, que inclui “livrar os jovens de vícios”, como a bebida, o sexo fácil, as drogas e outros pecados.

Durante a visita, a reportagem foi surpreendida: todos juntaram as mãos em oração por este texto. Ainda na comunidade eles trocam histórias sobre outras passagens noturnas pela Augusta, que inclui relatos de uma prostituta arrependida e de uma adolescente de 14 anos que perdeu os pais e saía pelos clubes bebendo até cair. As narrativas de sucesso das evangelizações dão ânimo aos presentes para encarar a maratona cristã.

Os preparativos também incluem pinturas divertidas nos rostos dos mais empolgados. Os músicos afinam o violão e o grupo já organiza quais serão os trios que formarão durante a caminhada. Ninguém pode se perder ou ficar só. As portas se abrem e todos saem pela rua sem se intimidar.

“Já aconteceu de vizinhos jogarem água na gente. É comum tirarem sarro na rua, mas não estamos nem aí”, conta Adriana Garcia de Aguiar, 29, fonoaudióloga que largou o diploma e o aconchego da casa dos pais em Piracicaba, cidade do interior paulista, para viver religiosamente, assim como a maioria dos seus irmãos de fé. A profissão? Não exerce mais.

Apesar de a região do Baixo Augusta ser famosa por ataques homofóbicos e de intolerância, essa turma jamais sofreu atos de violência -a oração do esquenta deve ser forte.

Sem pena do gogó, começa a cantoria. Os integrantes cantam alto hinos de louvor e frases como “Jesus te ama”. As palavras ressoam como um choque térmico nos ouvidos de quem está bebericando um drinque nos bares e inferninhos.

Olhares surpresos
“Socorro, o que é isso, pelo amor de Deus?”, pergunta a publicitária Juliana Canhadas, 28, frequentadora da região que assistia perplexa à romaria dançante. A explicação dada pela reportagem não é suficiente para tirar a expressão de assombro da moça.

Grande parte reage dessa forma. Começa a subida, piadinhas são ouvidas aos montes, ao mesmo tempo em que eles interagem em clima informal com quem está aberto a conversar. Sobram olhares surpresos. Afinal, o grupo percorre a rua aos pulos e, não raro, empunham uma santa gigante que entrecorta o trajeto pecaminoso.

Alguns se rendem à doçura da turma, como as garotas de programa da região. E as piadinhas acabam se transformando em pedidos de oração.

SERVIÇO

Para conhecer a missão Thalita Kum, não é preciso agendar horário.

Casa Cenáculo-Emannuel
R. Avanhandava, 616, Bela Vista, SP, tel. 0/xx/11/3237-3061.
www.misericordia.com.br

 

Fonte: FOLHA DE SAO PAULO

 
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Publicado por em 05/02/2012 em POIMENIA

 

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