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Pr. Luiz Sayão adverte sobre os perigos das “revelações” bíblicas

 

Pr. Luiz SayãoEm entrevista a revista Cristianismo Hoje o pastor Luiz Sayão afirmou que é impossível ser um pregador fiel às Escrituras sem conhecer as línguas originais da Bíblia.

Como mestre em Língua Hebraica, Literatura e Cultura Judaica pela Universidade de São Paulo (USP), Sayão entende que é necessário entender os textos originais para só então conseguir criar sermões.

“Estamos falando de pessoas que estão explicando e interpretando um texto traduzido de escritos muito antigos, escritos numa cultura totalmente diferente, em um contexto absolutamente distinto”, diz.
O maior problema de quem prega sem estudar a fundo a Bíblia, segundo ele, seria criar interpretações frágeis e subjetivas. “O grande problema é a manipulação do texto, pois a falta de informação técnica e objetiva é substituída por ideias próprias e o texto acaba servindo a outros propósitos que não os do autor.”

Sayão, que é pastor da Igreja Batista Nações Unidas, em São Paulo (SP), e diretor do Seminário Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro (RS), ensina que hoje há muito material para ajudar os pastores a entenderem melhor as escrituras nas línguas originais que são hebraico, aramaico e grego.

Ele cita o uso de dicionários, bíblias de estudo e outros textos que servem como ferramentas na hora de criar uma ministração. “O ideal é conhecer as línguas originais e aprofundar-se, mas, como isso está longe da realidade, pelo menos se espera que os pregadores utilizem as ferramentas que trazem o resultado de estudo feito com base linguística, exegética e hermenêutica.”

Mas mesmo com esses livros de pesquisa, o conselho de Sayão é se aprofundar no conhecimento do grego e do hebraico. “Desconhecer as línguas originais para o pregador e para o teólogo é como um médico que não estudou Anatomia ou como um engenheiro que deixou Cálculo e Geometria de lado. É menosprezar a base”, diz.

Os ouvintes também precisam ficar atentos e procurar conhecer profundamente a palavra para não serem enganados. “O pregador faz de conta que prega e o ouvinte faz de conta que está levando a sério.”

Sayão adverte quanto ao riscos de “revelações” que tentam direcionar textos bíblicos fora do contexto. O pastor diz que o ouvinte não deve aceitar a ideia de que o Espírito “revela o sentido oculto” da Bíblia.

Com informações do Gospel Prime

 
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Publicado por em 12/11/2013 em POIMENIA

 

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O escravo vai… o filho fica…

Jesus disse algo solto…, e que a gente acolhe porque veio Dele…, e, também, porque faz sentido na lógica da existência, embora, aparentemente, quebre a lógica do texto, ou, pelo menos, ainda que se ligue ao texto nas “palavras” que usa…, nos termos que adota…, também presentes no contexto todo, a fala em si parece não dizer nada…

“O escravo não fica para sempre na casa, o filho sim, para sempre”…

Ora, Ele disse isso em João 8, no contexto do “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”; e, também, no mesmo lugar no qual Ele disse que “todo aquele que comete pecado é escravo do pecado”…

Entretanto, ainda assim o texto fica solto… Sem conexão com o antes e o depois…, exceto pelos termos “escravo”, em contraposição a “filho”, que fica para sempre…, pois é livre…

Eu, no entanto, apesar de ter pregado centenas de vezes usando o texto de João 8…, jamais pregara no texto especifico em questão aqui… “O escravo não fica para sempre na casa, o filho sim, para sempre”…

Foi somente no domingo passado que me dei conta que o texto falava de fato da questão da “permanência na Palavra”…

Sim, pois Jesus dissera aos judeus que supostamente “haviam crido Nele”… que eles deveriam…, a fim de serem de fato Seus discípulos, permanecer na Palavra… — então, conheceriam a verdade e a verdade os libertaria…

Na seqüência eles ficam furiosos com a idéia de ainda virem a ser libertos… [Eles…, que se consideravam as consciências mais iluminadas do Planeta!… Libertos?…]. Sim, libertos de algo que era de uma subjetividade que, na pratica, faria todo homem ser escravo ante as realidades em questão, do coração, do interior… — no ambiente no qual se comete pecados…

Por isto, os que diziam ter crido em Jesus não podiam ficar…, permanecer…, continuar…, ficar para sempre na Casa…, como os filhos ficam. Sim, não ficariam…, como de fato não ficaram, posto que não fossem filhos da Palavra da Vida, vindo a ser posteriormente chamados por Jesus de filhos do diabo… Sim, filhos da mentira, da impermanencia, do engano e da fantasia em fuga da verdade…

Assim, simplificadamente, o que Jesus está dizendo é que existe gente com espírito de escravidão, e que tais pessoas jamais se firmarão na verdade, e, por isto, jamais ficarão na Casa do Amor, na Tenda da Graça e da Verdade, pois, para tais pessoas, o desconforto da Verdade é equivalente ao mal-estar que um escravo sente ante o fato de que ele enxerga a cada ordem do seu senhor o quão escravo ele é…

Por isto o escravo quer fugir sempre…

Para ficar na casa do Pai a pessoa tem que se sentir e saber filha…, do contrario, a Casa/Palavra de Jesus se torna insuportável…

Não adianta… Sem a confiança no amor do Pai e sem a confiança de ser filho…, nenhum homem se emancipa pela religião a fim de se sentir filho, se ainda é escravo…; e, por isto, pelo espírito de escravidão ao pecado…, jamais se sentirá à vontade ante na Morada da Verdade e da Graça… Daí o escravo não ficar para sempre, não permanecer na Palavra; sendo que o filho fica para sempre…

Faça o melhor proveito para a sua vida!

Nele, que não gera escravos, mas filhos do amor permanente,

Caio

Fonte: BLOG DO ELI SANCHES

 
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Publicado por em 11/10/2009 em POIMENIA

 

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