RSS

Arquivo da tag: generosidade

5 Financial Attitudes People Use to Hold Their Churches Hostage

“Almost every church has one or more members who attempt to use “their” funds for their own needs and preferences.”

“Almost every church has one or more members who attempt to use “their” funds for their own needs and preferences.”

Do you know any church members who have made demands based upon their financial giving to the church?

Okay, that’s probably a rhetorical question because most of you readers certainly have experienced that discomfort. I asked a number of church leaders to share with me how this “hostage taking” usually takes place. Here are the five most common responses:

  1. “If you don’t do what I want, I will stop giving.” In reality, this quote was not often verbalized. Members just stopped giving when things did not go their way. After I left a church, I found out that the chairman of the finance committee did not give a penny the entire time I was pastor. I don’t think he liked me.
  2. “You better be careful; I do pay your salary.” I’ve heard this one a few times. And the leaders with whom I spoke heard it many times.
  3. “I am going to give all my money to ____________.” The blank is a designated fund in the church. The member does not want his or her funds to go the general budget needs, so the check is written with stipulations.
  4. “Build what I want or you’re not getting my money.” One pastor shared the story of his church who was in dire need of more parking spaces. He attempted to lead the church to acquire adjacent land, but the biggest giver in the church led a counter move. She wanted a new worship center that the church did not need. She was willing to give significant dollars to the building fund, but only if it included her pet (and expensive) project.
  5. “I am starting a designated fund for my project.” This hostage attempt is similar to number three but, in this case, the member starts a new designated fund. One example shared with me was “The Caribbean Mission Fund.” Basically, this fund paid for a trip to an exotic island where the group sang one time in a local church on the island. The other ten days were spent on fun and touristy events. The members of the group gave their money to the designated fund. It became a tax-deductible vacation, not to mention it was both unethical and illegal.

Hear me clearly. Most church members give to their local churches freely, joyously, and without stipulations. But almost every church has one or more members who attempt to use “their” funds for their own needs and preferences.

The biblical reality is that we do not possess these funds; we are stewards of what God has given us. They are never “our” funds.

How would you add to my list of five items above? What are your perspectives on this topic? Let me hear from you.

Thom S. Rainer is the president and CEO of LifeWay Christian Resources (LifeWay.com). Among his greatest joys are his family: his wife Nellie Jo; three sons, Sam, Art, and Jess; and six grandchildren. He was founding dean of the Billy Graham School of Missions, Evangelism, and Church Growth at The Southern Baptist Theological Seminary. His many books include Surprising Insights from the Unchurched, The Unexpected Journey, and Breakout Churches.
 
Comentários desativados em 5 Financial Attitudes People Use to Hold Their Churches Hostage

Publicado por em 30/04/2015 em POIMENIA

 

Tags: , , , ,

Brasileiros ficam menos generosos em 2011

Com informações da BBC


Generosidade

O Brasil caiu nove posições e aparece em 85º lugar – empatado com a Argentina – em um ranking que classifica os países pelo nível de generosidade de seus cidadãos.

O índice, elaborado pela entidade Charities Aid Foundation (CAF), com sede no Reino Unido, é elaborado por meio de uma pesquisa que faz três questões: se a pessoa, no último mês, doou dinheiro a uma instituição de caridade, se ela realizou trabalho voluntário ou se ajudou algum estranho ou alguém que ela não sabia se precisava de ajuda.

A média simples do percentual das respostas positivas a essas três perguntas resulta no índice de cada país.

Assim, em 2011, o Brasil apresentou um índice de generosidade de 29%, com 48% dos entrevistados afirmando que ajudaram um estranho, 26% dizendo que doaram dinheiro a instituições de caridade e apenas 14% relatando participação em trabalho voluntário.

Em 2010, o país apresentou um índice de 30%, ficando na 76ª posição.

Voluntariado

Em termos de voluntariado, o Brasil caiu um ponto percentual em relação a 2010, ficando em 101º lugar, empatado com África do Sul, Bangladesh, Camarões, Itália, Mali, Marrocos, Moçambique e República Democrática do Congo.

O ranking é liderado pelos Estados Unidos, país que estava em quinto lugar em 2010.

Em segundo lugar, aparece a Irlanda, que subiu uma posição em relação ao ano passado, seguida por Austrália (3º) e Nova Zelândia (4º), que, na pesquisa anterior, estavam empatados em primeiro lugar. O Reino Unido subiu três posições e é quinto.

As últimas posições do ranking são ocupadas por Croácia, Albânia, Grécia, Burundi e Madagascar, que tem o pior resultado geral.

A CAF calculou os índices com base em uma pesquisa realizada pelo instituto Gallup, que entrevistou mais de 150 mil pessoas em 153 países.

Generosidade global

De acordo com a CAF, o estudo de 2011 indica um aumento na generosidade dos cidadãos dos países pesquisados, com um aumento do índice global de 31,6% em 2010 para 32,4% neste ano.

A entidade afirma que foi verificado um aumento na ajuda a estranhos e no tempo dedicado a trabalhos voluntários. Por sua vez, as doações em dinheiro tiveram queda.

Segundo a pesquisa, o maior aumento de generosidade em 2011 foi verificado na Ásia, com quatro das cinco regiões do continente apresentando melhora no índice.

A CAF recomenda aos governos que garantam a existência de ministérios responsáveis por promover ações de caridade mais efetivas, enquanto as empresas devem incentivar seus funcionários a participar de trabalhos voluntários e facilitar o apoio às comunidades locais.

Aos cidadãos comuns, a entidade pede que pelo menos 1,5% da renda individual seja destinado a caridade, com os mais ricos dando proporções maiores. Ela pede também que os doadores assegurem doações regulares às entidades e busquem maneiras eficientes de dar dinheiro, podendo fazer uso de mecanismos oferecidos pelo Estado como abatimento de impostos.

Fonte:

Diário da Saúde – http://www.diariodasaude.com.br

URL:http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=brasil-ranking-generosidade&id=7269

 
Comentários desativados em Brasileiros ficam menos generosos em 2011

Publicado por em 10/02/2012 em POIMENIA

 

Tags: , , , , , ,

Por que Mike Murdock falsifica a Palavra de Deus?


Muitas passagens neotestamentárias — especialmente 2 Coríntios 9 — têm sofrido na mão de homens como Mike Murdock. Segundo ele, o Novo Testamento nos ensina a “semearmos” dinheiro para “colhermos” mais dinheiro. Sua tese é simples e, aparentemente, convincente: Quem planta sementes de laranja, colherá muitas laranjas. Quem semeia dinheiro colherá muito dinheiro. E quem semeia muito dinheiro colherá muitíssimo dinheiro.

A visão desse 
“homem mais sábio do mundo” sobre o Evangelho é reducionista. Para ser mais claro, ele prega “outro evangelho” (2 Co 11.4), que induz os incautos a acreditarem que a vida cristã se limita a “semear” e “colher” dinheiro, bens e riquezas.

Conquanto Deus abençoe quem contribui para a sua obra, o texto de 2 Coríntios 9 e seu contexto imediato mostram que o ensino de Paulo visava a motivar os cristãos a ofertarem, antes de tudo, movidos por generosidade e alegria, e não por necessidade, como que desejando colher mais do que foi “semeado” (v.7).

Paulo apresentou a lei do “semear e colher” com a intenção de despertar os crentes de Corinto para o auxílio generoso aos pobres. Seu ensino nada tem a ver com desafios para obter riquezas ou para comprar aeronaves, casas, carros, etc. Quando ele motivou os coríntios a serem generosos em favor dos santos de Jerusalém, era notório que estes passavam por sérias dificuldades (2 Co 9.1-5). Os apóstolos haviam solicitado a Barnabé e Saulo que se lembrassem dos pobres (Gl 2.9,10), e eles trouxeram uma contribuição de Antioquia a Jerusalém (Rm 15.25-32).


Foi com base nesse contexto que Paulo disse aos crentes de Corinto: “Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura, com abundância também ceifará” (2 Co 9.6). Ele desejava que os coríntios contribuíssem com espontaneidade e alegria, e não por causa do que receberiam em troca. Mas também deixou claro que, a despeito de a motivação do salvo para ofertar não ser interesseira, Deus abençoa os generosos.


Se o que nos estimula a contribuir para a obra do Senhor é prioritariamente a generosidade, por que Murdock e seus discípulos usam de poder de persuasão e pressão psicológica? Recentemente, num programa de televisão, esse “doutor” norte-americano (como se tivesse a certeza de que os seus admiradores estavam hipnotizados) 
ordenou: “Eu quero que você vá ao telefone, saia da sua cadeira, saia do seu sofá. A obediência retardada se torna uma rebelião”.


Murdock não merece crédito, pois torce 
o princípio da generosidade e estimula os crentes a semearem” interesseira e egoisticamente. Ele ignora ou despreza o que está escrito em 2 Coríntios 9.10,11: “aquele que dá a semente ao que semeia, e pão para alimento, também suprirá e aumentará a vossa sementeira, e multiplicará os frutos da vossa justiça; enriquecendo-vos em tudo para toda a generosidade”.


Por que Murdock e todos os propagadores da teologia da prosperidade fazem questão de citar versículos bíblicos? Porque sabem que, se convencerem as multidões incautas de que eles são ensinadores compromissados com a Palavra de Deus, serão atendidos por elas em seus desafios milionários.


O evangelho pregado por Mike Murdock nada tem a ver com o verdadeiro Evangelho. Esse famoso palestrante, infelizmente, faz parte do seleto grupo de telemilionários que andam pelo mundo espalhando invencionices, como: “Jesus nasceu numa estrebaria porque os hotéis de luxo estavam todos ocupados”; “Sua roupa era da moda, sem costura”; “Ele entrou em Jerusalém de ‘BMW’, pois o jumentinho era o melhor transporte da época”; “Por que ele tinha um tesoureiro? Porque arrecadava muito dinheiro”, etc.


Se o leitor não estiver convencido de que Mike Murdock tem pregado “outro evangelho”, leia os grandes ensinamentos do Mestre dos mestres contidos em Mateus 5-7,24,25, João 13-17 e Apocalipse 2-3. Verifique se o Senhor Jesus estimula os seus servos a buscarem riquezas materiais. Atente também para o alerta da Palavra do Senhor acerca dos falsos mestres, avarentos, que, mediante “palavras fingidas” (2 Pe 2.1-3), falsificam a Palavra do Senhor (2 Co 2.17), a fim de enriquecerem (1 Tm 6.8-10; Ef 5.5).


Ciro Sanches Zibordi


 
Comentários desativados em Por que Mike Murdock falsifica a Palavra de Deus?

Publicado por em 27/01/2012 em POIMENIA

 

Tags: , , , , , , ,