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Religiões têm “ingrediente secreto” que faz pessoas felizes, diz estudo

Daniel Fowler


Religiões têm
Cientistas afirmam ter descoberto o “ingrediente secreto” das religiões para tornar as pessoas mais felizes. [Imagem: Arouck/Wikimedia]

Ingrediente secreto das religiões

A correlação positiva entre a religiosidade e satisfação geral com a vida é bem conhecida dos pesquisadores há muito tempo.

Procurando conhecer mais a fundo esse fenômeno, cientistas agora afirmam que há um “ingrediente secreto” na religião que torna as pessoas mais felizes.

“Nosso estudo fornece indícios de que são os aspectos sociais da religião, em vez da teologia ou da espiritualidade, que conduz à satisfação com a vida,” afirma Chaeyoon Lim, sociólogo da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos.

“Em particular, nós descobrimos que as amizades construídas nas congregações religiosas são o ingrediente secreto da religião que faz as pessoas felizes,” propõe o pesquisador.

Felicidade na religião

Segundo o estudo, 33 por cento das pessoas que frequentam templos e igrejas semanalmente e que têm entre 3 e 5 amigos íntimos em sua igreja relatam ser “extremamente satisfeitos” com as suas vidas.

“Extremamente satisfeito” é definido como um 10 em uma escala que varia de 1 a 10.

Em comparação, apenas 19 por cento das pessoas que frequentam serviços religiosos semanalmente, mas que não têm amigos íntimos em sua igreja relatam estar extremamente satisfeitos com a vida.

Por outro lado, 23 por cento das pessoas que frequentam serviços religiosos apenas algumas vezes por ano, mas que têm entre 3 e 5 amigos íntimos em sua congregação são extremamente satisfeitos com suas vidas.

Finalmente, 19 por cento das pessoas que nunca frequentam serviços religiosos e, portanto, não têm amigos ligados à igreja, afirmam que estão extremamente satisfeitos com suas vidas.

“Para mim, as evidências confirmam que não é realmente ir à igreja e ouvir sermões ou rezar o que torna as pessoas mais felizes, mas fazer amigos com base na igreja e construir redes sociais íntimas lá”, disse Lopes.

Tradições

Lopes e seu colega Robert Putnam usaram dados de uma pesquisa nacional sobre religião realizada nos Estados Unidos em 2006 e 2007.

Os resultados do estudo são aplicáveis às três principais tradições cristãs – católicos, protestantes das igrejas reformadas e evangélicos.

“Nós também encontramos padrões semelhantes entre os judeus e os mórmons, mesmo com um tamanho de amostra muito menor”, disse Lopes, ressaltando que não havia muçulmanos ou budistas suficientes no conjunto de dados para testar o modelo para esses grupos.

Fonte:

Diário da Saúde – http://www.diariodasaude.com.br

URL:http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=ingrediente-secreto-religiao-felicidade&id=6081

 
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Publicado por em 26/02/2012 em POIMENIA

 

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Religiões têm “ingrediente secreto” que faz pessoas felizes, diz estudo

Daniel Fowler


Religiões têm
Cientistas afirmam ter descoberto o “ingrediente secreto” das religiões para tornar as pessoas mais felizes. [Imagem: Arouck/Wikimedia]

Ingrediente secreto das religiões

A correlação positiva entre a religiosidade e satisfação geral com a vida é bem conhecida dos pesquisadores há muito tempo.

Procurando conhecer mais a fundo esse fenômeno, cientistas agora afirmam que há um “ingrediente secreto” na religião que torna as pessoas mais felizes.

“Nosso estudo fornece indícios de que são os aspectos sociais da religião, em vez da teologia ou da espiritualidade, que conduz à satisfação com a vida,” afirma Chaeyoon Lim, sociólogo da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos.

“Em particular, nós descobrimos que as amizades construídas nas congregações religiosas são o ingrediente secreto da religião que faz as pessoas felizes,” propõe o pesquisador.

Felicidade na religião

Segundo o estudo, 33 por cento das pessoas que frequentam templos e igrejas semanalmente e que têm entre 3 e 5 amigos íntimos em sua igreja relatam ser “extremamente satisfeitos” com as suas vidas.

“Extremamente satisfeito” é definido como um 10 em uma escala que varia de 1 a 10.

Em comparação, apenas 19 por cento das pessoas que frequentam serviços religiosos semanalmente, mas que não têm amigos íntimos em sua igreja relatam estar extremamente satisfeitos com a vida.

Por outro lado, 23 por cento das pessoas que frequentam serviços religiosos apenas algumas vezes por ano, mas que têm entre 3 e 5 amigos íntimos em sua congregação são extremamente satisfeitos com suas vidas.

Finalmente, 19 por cento das pessoas que nunca frequentam serviços religiosos e, portanto, não têm amigos ligados à igreja, afirmam que estão extremamente satisfeitos com suas vidas.

“Para mim, as evidências confirmam que não é realmente ir à igreja e ouvir sermões ou rezar o que torna as pessoas mais felizes, mas fazer amigos com base na igreja e construir redes sociais íntimas lá”, disse Lopes.

Tradições

Lopes e seu colega Robert Putnam usaram dados de uma pesquisa nacional sobre religião realizada nos Estados Unidos em 2006 e 2007.

Os resultados do estudo são aplicáveis às três principais tradições cristãs – católicos, protestantes das igrejas reformadas e evangélicos.

“Nós também encontramos padrões semelhantes entre os judeus e os mórmons, mesmo com um tamanho de amostra muito menor”, disse Lopes, ressaltando que não havia muçulmanos ou budistas suficientes no conjunto de dados para testar o modelo para esses grupos.

Fonte:

Diário da Saúde – http://www.diariodasaude.com.br

URL:http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=ingrediente-secreto-religiao-felicidade&id=6081

 
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Publicado por em 05/02/2012 em POIMENIA

 

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‘Estou numa boa, toco meu piano, viajo, ando no mato’

IARA BIDERMAN
DE SÃO PAULO

“Nunca pensei nisso, se fiquei mais feliz com a idade. Em qualquer época você pode ser muito feliz, infeliz ou mais ou menos.

Eu sou muito feliz, graças a Deus. Meu marido é muito gente boa, tenho filhos muitos legais, realizei o que queria na profissão.

Eduardo Knapp/Folhapress
Letícia Costa, que tem aula de música todo dia, na sala de sua casa, em São Paulo
Letícia Costa, 84, que tem aula de música todo dia, na sala de sua casa, em São Paulo

Eu me aposentei em 1975 ou 76 e continuei trabalhando. Quando não me deixaram mais [continuar no emprego], continuei fazendo outra coisa que já fazia: tradução e versão, do inglês e do espanhol.

Agora estou numa boa, faço minha ginástica, toco meu piano, faço excursões com o pessoal mais jovem.

Adoro viajar. Meu marido não gosta, mas me dá todo apoio. Então eu viajo sozinha, quer dizer, me encaixo em grupos, conheço gente nova.

Gosto mais das viagens ecológicas, andar no mato. Saio de manhã de mochila nas costas e passo o dia inteiro caminhando.

Há muito tempo faço as mesmas coisas: leituras, caminhadas, cinema, viagens, ginástica, música. Estudo piano todo dia. Que mais? Chega, não está bom?”

Letícia Costa, 84

Fonte: FOLHA

 
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Publicado por em 14/09/2011 em POIMENIA

 

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Bem-estar cresce à medida que envelhecemos, diz pesquisa

RICARDO BONALUME NETO
DE SÃO PAULO

Não se trata de mera frescura: a ciência diz que existe, sim, a crise da meia-idade e que ela afeta homens e mulheres em todo o planeta.

Resultados de pesquisas em vários países, na última década, têm mostrado que essa fase bate em média entre 40 e 50 anos, mas varia muito de acordo com a região.

Mas um dado novo, curioso e surpreendente indica que a crise é só o fundo do poço. Depois de atingir o ponto mais baixo de “bem-estar” (alguns pesquisadores chamam mesmo de “felicidade”), a pessoa dá a volta por cima e vai ficando mais feliz por quase todo o resto da vida.

É estranho, pois o senso comum indicaria que a felicidade tende a diminuir a cada velinha no bolo de aniversário.

Os gráficos ligando satisfação pessoal e idade mostram uma curva em “U”. A felicidade começa alta, vai caindo até chegar à base da letra e volta a subir com a idade.

Os números variam muito, porém. Em uma pesquisa, a meia-idade chega aos 50 para americanos; em outra, aos 44,5. Os brasileiros atingem a crise aos 46,7, para um estudo, e, para outro, aos 36,5. Na Ucrânia, o mal-estar máximo chega aos 62,1 anos.

“Essa diversidade vem das amostras pequenas nesses países. O número varia menos em grandes amostras”, diz um dos autores do estudo da curva do “U” do bem-estar, o economista Andrew J. Oswald, da Universidade de Warwick, Reino Unido. [LEIA +]

Fonte: FOLHA

 
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Publicado por em 14/09/2011 em POIMENIA

 

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