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Arquivo da tag: família

Você quer ser mãe ou apenas ter um bebê?

Reflita antes de engravidar e conheça a diferença entre ter um bebê e criar um filho.

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Há aproximadamente cinco anos escrevi um texto para a Revista do jornal O Globo chamado “Filho é para quem pode”. No texto, eu não fazia nenhum tipo de apologia contra a maternidade, apenas falava sobre a minha opção de não ter filhos, apesar de ser biologicamente saudável e do imenso amor que sinto pelas crianças.

Não imaginava que o assunto fosse um tremendo tabu e pudesse gerar tanta polêmica.

Em dois dias, mais de duzentos e-mails entupiram minha caixa de entrada. A grande maioria deles era de mulheres me agradecendo por ter tomado a iniciativa de falar abertamente sobre o tema – muitas delas relatavam que estavam levando o texto dentro de suas bolsas para ler para amigos e familiares quando se sentiam pressionadas. Já outras preferiram me agredir, dizendo que eu devia ser mal comida, mal amada, que devia ter o útero seco, que devia ter uma péssima mãe, que devia ser proibida de escrever essas bobagens num grande veículo, etc, etc, etc.

Eu poderia ter me dado ao trabalho de dizer que nenhuma das afirmações era correta, que minha mãe é maravilhosa, que tenho um homem incrível ao meu lado há mais de dez anos que me devota amor e me come deliciosamente, que sou plenamente saudável e questioná-las sobre a liberdade de escolha, mas para quê?

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FONTE: OBVIOUS

 
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Publicado por em 27/02/2015 em POIMENIA

 

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FILHOS NÃO ESCOLHEM OS PAIS QUE TÊM.

E NÓS? SOMOS OS PAIS QUE ELE ESCOLHERIAM?

 
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Publicado por em 24/01/2015 em POIMENIA

 

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Cresce 48% o número de divórcios registrados em cartório em SP

O número de divórcios registrados em cartório no Estado de São Paulo cresceu 48,5% no ano passado segundo dados divulgados pelo CNB-SP (Colégio Notarial do Brasil). Ao todo, foram realizados 13.909 divórcios em cartório em 2011.

O CNB-SP credita esse aumento a emenda constitucional publicada em julho de 2010, que extinguiu os prazos necessários para a realização do divórcio. Antes, era preciso estar separado judicialmente há um ano ou separado de fato por dois anos para o casal poder se divorciar.

Os cartórios de notas passaram a lavrar escrituras de divórcio em 2007. Desde então, o número de divórcios registrados subiu todos os anos. Em 2007 foram 4.066, seguido por 4.451 (em 2008), 4.466 (em 2009), 9.377 (em 2010) e 13.909 (em 2011).

Podem se divorciar em cartório os casais sem filhos menores ou incapazes. Na escritura pública o casal deverá estipular questões relativas à partilha dos bens (se houver), pagamento ou dispensa de pensão alimentícia e à definição quanto ao uso do nome se um dos cônjuges tiver adotado o sobrenome do outro.

De acordo com o CNB-SP, mesmo os casais que já têm processo judicial em andamento para se divorciar podem desistir dessa via e optar por praticar o ato por meio de escritura pública em cartório, se preenchidos os requisitos da lei.

Fonte: FOLHA

 
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Publicado por em 15/03/2012 em POIMENIA

 

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A Generosidade Masculina

É tão generalizada a visão de que os homens na maior parte são egoístas, gananciosos e só pensam em si que fico até constrangido em tentar mostrar alguns fatos e dados que colocam essas generalizações ofensivas em xeque. Antigamente, um dos critérios que as mulheres usavam para escolher seus pares era justamente a generosidade masculina. Elas ficavam muito atentas para detectar homens generosos, aqueles que pagavam a conta num jantar (dele e dela). Aqueles que as levavam a lugares caros, um teatro ou concerto, os que davam flores todos os dias, jóias e presentes caríssimos. Elas sabidamente procuravam um par que estivesse ganhando muito mais do que precisava para viver sozinho. Que tivesse excedentes quando solteiro e, por conseguinte, dinheiro de sobra para cuidar de mais pessoas no futuro. Portanto, casavam-se com homens que não iriam se sentir mais pobres depois da lua-de-mel e que não reclamariam todos os dias dos gastos da mulher. Casavam-se com homens acostumados a gastar mais com os outros do que consigo.

Não é coincidência que “generosidade” advenha do próprio termo “gênero”. Pode-se argumentar que a generosidade masculina é uma conseqüência da ação feminina, que não é mérito dos homens. Mas afirmar que os homens são todos canalhas e egoístas como encontramos em alguns textos acadêmicos não confere com os fatos. Infelizmente, esse método de seleção passou a ser considerado politicamente incorreto. A generosidade masculina passou a ser considerada mais uma forma de opressão machista ou uma forma de suborno para obter algo em troca. Ativistas defenderam o direito de igualdade na hora de pagar as contas, em vez de defender a generosidade recíproca, ou o altruísmo recíproco, que seria a causa mais correta. Hoje, a maioria das mulheres trabalha, e o critério agora vale para os homens também. Certamente, eles estão atentos àquelas que gastam bem menos do que ganham, que dão presentes caríssimos ao namorado, que pagam o jantar para ambos, em vez de simplesmente dividir a conta.

As mulheres de hoje foram induzidas a se casar com homens menos generosos, egoístas de fato, e o resultado está aí. O número de casamentos fracassados e divórcios não parou de subir nos últimos trinta anos. A briga de casal por causa de dinheiro é uma das três principais razões para a separação. Mas há uma segunda conseqüência ainda mais nefasta. Os homens passaram a gastar não mais com as mulheres por quem se apaixonam, mas consigo. Passaram a comprar canetas Montblanc, sapatos e roupas de grife, em vez de rosas e presentes caros para elas. Continuaram tentando mostrar às mulheres que eles ganham muito mais do que precisam para viver, razão pela qual as mulheres os adoram mesmo assim. Continuam usando o mesmo critério de seleção, mas de uma forma equivocada.

Em nome de uma ideologia, transformaram o homem generoso de antigamente no homem narcisista de hoje. Toda essa ostentação e esse consumo supérfluo não são fruto do “capitalismo neoliberal” nem do “mercado de consumo”, mas de uma visão equivocada do que é “politicamente correto” nas relações de gênero. A generosidade masculina deixou de ser o critério de seleção que era. Em suma, deu-se um tiro no pé. A nova geração de mulheres saiu perdendo, pois, uma vez casadas, descobrem que terão enormes dificuldades em convencer seus mauricinhos a trocar aquele Audi A4 por um carrinho de bebê quando a paternidade chegar. Se você pretende se casar com um homem inteligente, competente e generoso e que não vai controlar eternamente os seus gastos, procure os homens sob a ótica antiga. Aqueles que ganham mais do que precisam para viver, os que são extremamente generosos com relação ao dinheiro. Hoje, o mesmo critério se aplica a uma mulher. Você terá um marido ou esposa inteligente, um pai carinhoso e uma mãe precavida, uma vida financeira sem sustos e, o mais importante, sem dívidas para infernizá-los.

Stephen Kanitz

Editora Abril, Revista Veja, edição 1983, ano 39, nº 46, 22 de novembro de 2006, página 22

Fonte: KANITZ

 
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Publicado por em 10/03/2012 em POIMENIA

 

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O software vai comer seu emprego

Entre as enormes transformações deste século tecnológico e globalizado, a do emprego talvez seja a mais abrangente.

Com a globalização e as novas tecnologias, o mundo está mudando muito mais rápido do que as leis e as estruturas do antigo regime.

Aqui no Brasil, temos uma legislação trabalhista ultrapassada e custosa, que o Congresso cego recusa-se a reformar, mas isso não impediu que parcela enorme da força de trabalho hoje atue à revelia das leis da Era Vargas e sob novos arranjos, mais ágeis e leves. E as mudanças mal começaram.

Em poucos anos, mais rápido do que esperamos, as relações trabalhistas estarão ainda mais diferentes. Se você estiver do lado certo da nova força de trabalho, um profissional inovador e original, com contribuição única, essas transformações serão muito boas para você.

A revista “Economist” fez um dossiê como sempre presunçoso sobre o futuro do emprego no mundo.

Segundo a revista, o planeta terá neste ano 3,1 bilhões de pessoas empregadas, o maior número da história. Mas o número de desempregados chega a 205 milhões, um número muito maior do que poucos anos atrás.

Uma das conclusões dos estudiosos é que a tecnologia começa a comer empregos de forma consistente, como, aliás, sempre aconteceu na história humana. Mas agora é mais agudo, abrangente e transformador. O emprego commodity, quando se faz aquilo que qualquer um pode fazer, poderá cada vez mais ser feito por máquinas e robôs.

Ou, como disse título de artigo recente no wsj.com de Mark Andressen, um dos maiores gurus e investidores do Vale do Silício, fundador do Netscape: “O software está comendo o mundo”.

Assista AQUI

“Seis anos depois da revolução do computador, quatro décadas depois da invenção do microprocessador e duas décadas depois do surgimento da internet moderna, toda a tecnologia necessária para transformar indústrias através de software finalmente funciona bem e pode ser distribuída em escala global”, escreveu Andressen.

Isso pode ser ótimo para a indústria de software, mas as transformações significam a substituição de empregos commodities por softwares e máquinas, como acontece já nos bancos e nas montadoras de veículos: ou seja, muita gente vai para a rua e os que ficam serão mais educados, especializados e remunerados.

Nos EUA, a grave crise econômica está sendo a justificativa para que empresas percam o temor social que tinham de trocar homens por máquinas (e softwares). Em outros setores, as novas tecnologias simplesmente aniquilaram antigos modelos de negócios.

Veja o que aconteceu com as lojas de disco e grandes livrarias americanas, que viveram seu apogeu até o varejo online matá-las de forma fulminante, levando junto milhares de empregos, embora hoje se consuma mais música e livros no país.

Sempre houve muita especulação filosófica e literária sobre como seria o momento (ao qual chegamos) em que máquinas (e softwares) conseguissem fazer o trabalho dos homens. O suíço Jean Piaget (1896-1980), por exemplo, previa uma “sociedade do ócio”, onde o homem teria muito tempo para lazer e iluminações e menos ou nenhum tempo dedicado ao trabalho.

Piaget pensou isso numa época em que utopias sobre a prevalência da solidariedade e da justiça social nas relações humanas ainda iludiam os pensadores. Para o bem e para o mal, a competição, não a harmonia, parece ser nosso estado natural.

A transformação do emprego é a transformação da atividade mais importante de nossas vidas, o que geralmente determina o que somos e o que temos.

Nos países do hemisfério Norte, em crise econômica e mais plugados às novas tecnologias, as transformações estão muito mais agudas.

No Brasil, essas transformações, como outras, estão sendo amortizadas pelo nosso ciclo virtuoso de crescimento, essa névoa da prosperidade que pode esconder perigos importantes.

A competição pelo emprego é cada vez mais global. E ganhará mais vagas quem tiver mais educação e mais flexibilidade no trabalho, o que não é o caso do trabalhador brasileiro.

No nível pessoal, não se iluda que dará para enrolar no trabalho das 9h às 18s de segunda a sexta fazendo coisas que qualquer um pode fazer. O software vai comer esse emprego.

O Google tomou uma decisão primeiro criticada de liberar 20% do tempo de trabalho de seus funcionários para eles se dedicarem a projetos pessoais e inovadores ligados à empresa, mas fora de sua rotina habitual. Deu certo e já está sendo adotada por outras empresas inovadoras.

Mais do que nunca, será preciso mostrar o que só você pode fazer, usar sua individualidade como seu maior atributo. Apesar dos riscos e das perdas inevitáveis, isso é uma coisa boa. Ser criativo e inventivo tornou-se obrigatório. Como dizia o visionário slogan da visionária Apple no final dos anos 1990: “Think different”.

Sérgio MalbergierSérgio Malbergier é jornalista. Foi editor dos cadernos Dinheiro (2004-2010) e Mundo (2000-2004), correspondente em Londres (1994) e enviado especial da Folha a países como Iraque, Israel e Venezuela, entre outros. Dirigiu dois curta-metragens, “A Árvore” (1986) e “Carô no Inferno” (1987). Escreve para a Folha.com às quintas.

E-mail: smalberg@uol.com.br

Fonte: FOLHA

Será que os pastores estão se preparando para lidar com esta nova situação e as pressões sociais e psicológicas que serão impingidas aos membros de suas igrejas e seus familiares? De que maneiras as igrejas vão lidar com esta dura realidade e com a necessidade de rápida adaptação para sobreviver neste novo cenário empregatício?

 

 

 

 
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Publicado por em 16/09/2011 em POIMENIA

 

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