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Decapitações feitas pelo Estado Islâmico viram “brincadeira” de criança no Oriente; Assista

Decapitações feitas pelo Estado Islâmico viram “brincadeira” de criança no Oriente; AssistaA propaganda feita pelo Estado Islâmico de suas ações terroristas tem alcançado um objetivo macabro: inspirar crianças a repetir os atos em uma “brincadeira” chamada “jogo da jihad”.

O jornal Daily Mail publicou um vídeo em que um pequeno grupo de meninos encena uma execução semelhante à dos 21 cristãos coptas egípcios mortos na Líbia.

A brincadeira bizarra tem se espalhado entre crianças de países como o Egito, Iêmen e até do Japão, de acordo com o jornal.

Em um dos vídeos que circula na internet, crianças iemenitas usam facas de brinquedo enquanto gesticulam freneticamente durante um “discurso”, igual ao dos executores do Estado Islâmico.

A cena mostra outras crianças ajoelhadas lado a lado, e ouvem o final de sua “sentença de morte”, antes da simulação da decapitação, repetindo exatamente o acontecido nos vídeos repugnantes divulgados pelos extremistas.

LEIA MAIS E ASSISTA AO VÍDEO AQUI

FONTE: GOSPEL +

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Publicado por em 28/02/2015 em POIMENIA

 

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Com maioria cristã, Brasil e México lideram ranking de adultérios em lista com 21 países

Com maioria cristã, Brasil e México lideram ranking de adultérios em lista com 21 países

Brasil e México são países da América Latina formados por ampla maioria cristã e com características semelhantes além da religião. Além de terem, em sua sociedade, a presença de católicos e evangélicos, ambos compartilham a liderança no número de casos de adultério.

No Brasil, embora com quedas significativas nos últimos anos, os católicos são maioria (65%), seguidos pelos evangélicos, que atualmente equivalem a 23% da população. No México, a maioria católica é ainda mais ampla: 83% contra 7,5% dos evangélicos em geral.

Um levantamento feito por um site de encontros para pessoas casadas descobriu que em média, mexicanos e brasileiros que se relacionam fora do casamento mantém seis ou mais amantes por ano.

Para que o estudo tivesse uma abrangência ampla, foram ouvidas 83.598 pessoas usuárias do site Victoria Milan, em 21 países. Em 13 desses países, a média de amantes que as pessoas buscam gira em torno de dois a três por ano, segundo informações do Diário do Aço.

“Os resultados mostram que a maior parte das pessoas procurando algo fora de seu relacionamento estável gostam do mistério e paixão associados a novos namoricos. Elas gostam de apimentar suas vidas sem o compromisso de algo mais sério, explicando assim o descomprometimento para com um mesmo amante por um ano completo, sendo que a maior parte já encontra felicidade em seu relacionamento estável, embora haja sempre exceções, que neste caso são o Brasil e o México”, afirmou Sigurd Vedal, fundador e executivo site.

Entre os brasileiros que frequentam o site à busca de um relacionamento extraconjugal, 38% diz se envolver com 6 ou mais amantes ao longo de um ano; enquanto 29% relatam dois ou três; 21% estimam em quatro ou cinco; e 12% optam por se envolver com apenas uma pessoa fora do matrimônio.

O questionário foi enviado a usuários da Austrália, África do Sul, México, Peru, Brasil, Alemanha, Polônia, Suíça, França, Portugal, Nova Zelândia, Argentina, Espanha, Holanda, Irlanda, Grécia, Bélgica, Áustria, Inglaterra, Itália e República Checa.

A maioria religiosa na maior parte dos países listados acima é cristã, sendo fortíssima a presença da Igreja Católica em vários deles, como Espanha, Itália, Argentina, Irlanda, entre outros. Os protestantes possuem grande representação em locais como Austrália, Reino Unido e Holanda, por exemplo.

FONTE: GOSPEL MAIS

 
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Publicado por em 26/02/2015 em POIMENIA

 

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Lixeiros cristãos

Rodrigo Farah
No Cairo (Egito)

Uma vida no lixo. As crianças brincam em montanhas de entulho, e as mulheres dormem sobre restos de sujeira com odores repugnantes. Estes são os costumes dos Zabaleen, comunidade cristã responsável pela coleta dos detritos no Cairo. Em tempos de euforia pelo Mundial sub-20, a “Cidade do Lixo”, lar dos catadores, vê o torneio com uma perspectiva bem diferente e se afasta da animação dos demais egípcios em torno do evento.

À MARGEM DO MUNDIAL

  • Rodrigo Farah/UOLCriança brinca na que é chamada Cidade do Lixo, lar dos catadores
  • Rodrigo Farah/UOLOs Zabaleens não saem de sua rotina na sujeira, catando lixo

Enquanto a maioria muçulmana do país segue empolgada e lota os estádios para assistir à seleção local, os Zabaleens não saem de sua rotina na sujeira. No discurso, todos dizem ser grandes fãs do futebol. Mas na prática os guardiões do lixo do Cairo ficam à margem do que acontece dentro das quatro linhas e do campeonato em geral. A ordem dentro da comunidade é seguir com a coleta e não desviar o foco do trabalho.

Localizada na base das montanhas de Moqatam, nos arredores da capital do Egito, a “Cidade do Lixo” concentra grande parte dos 400 mil Zabaleens. A 20 minutos de distância do Estádio Internacional do Cairo, os catadores levam uma vida fechada, sem grande interferência de visitantes.

Mercadoria valiosa para os catadores, o lixo integra todos os momentos da vida dos Zabaleens. Serve como brinquedo para os mais novos, como decoração das casas, como alimento para os animais. E, é claro, como a principal fonte de renda da população.

Mas as condições precárias e o estilo de vida chocante para a maioria não são vistos como algo ruim pelos Zabaleens. Muito pelo contrário. É sua identidade e é desta maneira que eles gostam de viver. Tanto, que até mesmo aqueles que prosperam com o lixo não deixam a comunidade por nada e não hesitam ao desfilar seus carros importados e outros pertences no meio da pobreza dos demais.

Esse estilo recluso se espalha para os outros setores da vida dos lixeiros. E é justamente por isso que eles seguem sem interesse pelo Mundial sub-20, na contramão dos demais egípcios. Apesar de também gostarem do futebol, os Zabaleens preferem seguir fechados em seu mundo, sem dar importância ao torneio disputado a alguns quilômetros de sua cidade.

“A maioria das pessoas daqui não sabe muito de futebol. Elas dizem que gostam, mas são um povo ignorante. Só querem saber de lixo. No máximo, conhecem um jogador ou outro da Europa, mas não sabem o que acontece no esporte. O Mundial não é nada para a maioria do povo daqui”, revelou Adel Sawares, um dos Zabaleens que enriqueceu com a reciclagem.

MAIS SOBRE OS ZABALEEN

  • Rodrigo Farah/UOLMesmo os que prosperam com
    o lixo não deixam a comunidade
  • Rodrigo Farah/UOLPorteiro de uma garagem da “Cidade do Lixo” com 80 anos
  • Rodrigo Farah/UOLPôr do sol no meio do lixo com vista para a capital, à distância

De fato, os “cristãos do lixo” não têm muito tempo para se desviar de suas funções diárias. Bem cedo pela manhã, os catadores saem para as ruas do Cairo e começam a coleta. Depois, retornam à sua cidade para iniciar a divisão do material e a reciclagem.

“Não sobra tempo para acompanhar futebol. Meu marido bem que tenta, mas acaba não se empolgando. Senão, não temos como nos manter. Vida com lixo é assim”, ressaltou Aida Raouf, enquanto aguardava o esposo retornar da coleta.

“Quando era mais jovem tentava acompanhar o futebol de perto, mas fui desistindo com o tempo. Com todo mundo por aqui acontece isso. Aposto que boa parte de nós nem sabe que está acontecendo esse negócio [Mundial sub-20]”, completou um porteiro de garagem de 80 anos, que recusou veementemente dizer seu nome com receio da exposição.

Problemas com o governo
Atualmente, os Zabaleens vivem um momento de grande turbulência com o governo egípcio. O problema ganhou repercussão meses atrás quando os líderes políticos ordenaram o sacrifício de todos os porcos do país para conter o surto da Gripe A (H1N1), mesmo com o alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que os animais não transmitiam a doença aos humanos.

O caso gerou grande polêmica e protestos em várias partes do mundo. Após as críticas, o governo mudou o discurso e afirmou que as ações foram implantadas como medida de higiene para melhorar o estilo de vida dos Zabaleens.

O grupo cristão, maior criador dos animais no país, rebateu duramente o sacrifício e destacou que esta foi apenas uma desculpa para acabar com os porcos. Vale lembrar que os muçulmanos não consomem a carne de porco em sua dieta.

Em resposta à medida, os Zabaleens pararam com a coleta de lixo orgânico, que antes servia para alimentar os porcos. Como resultado, as ruas do Cairo ficaram com grande acúmulo de sujeira e sobras de alimentos espalhadas pela rua, pois o governo ainda não conseguiu encontrar um sistema de coleta eficiente como o dos lixeiros cristãos.

Fonte: UOL

 
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Publicado por em 05/10/2009 em POIMENIA

 

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