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The Changing Role Of Church Greeters

In today’s always connected-all about me American culture, the role of the church greeter is changing.

No longer is a handshake and a bulletin enough to connect with the first time church visitor.  To connect with [the heart of] today’s visitor, greeters must wear several different hats.

One of the reasons for the change comes from the influence of the Web. Over the last few years Americans have gotten used to being able to access detailed information on the Web as well as make personal comments about their experiences, and rate what kind of expereince they had.  Like no other time in the history of the American church, visitors keep score and are paying more attention to how they and their families are treated.

In order to respond to today’s visitors, church greeters should not only be trained to cover the entire church E2E (Entry-to-Exit), but should also be trained to function in the following areas:

  • First Impression Specialist: Not only should the greeting team be the first ones to greet first time visitors, they also should be trained in how to greet. For example, does the greeter know how to identify a first time visitor, or what to say to them to make them feel the most welcome?
  • Guest Services Specialist: Does the greeter know how to quickly help the first time visitor feel relaxed and at home? Are they aware of the most common questions that visitors have? Questions like “Where do my kids go?”, “Where are the restrooms?”, “How do I get involved?”, or “How do I join?” (some visitors will be so excited about finally finding “their” church home that they will want to join right away).
  • Church Ambassador: Since greeters are ambassadors of your church, they not only should be able to state the church mission in one sentence (Why are we here?), but they also should be able to easily share with a visitor the vision of your church (Where are we going?).
  • Last Impression Specialist: What is the last thing your first time visitor remembers about your church? Is it bumping into other people while trying to leave the service and pick up their kids? Or is it a friendly “Thank you for coming!” that was joyfully delivered by a greeter that has been trained to love and serve the people at your church?
In today’s culture, the role of the church greeter is no less important than any other Sunday morning ministry. Maybe it’s time to take a fresh look at your greeters, cast new vision, and equip them to serve your guests a little beyond the norm. Do that, and watch the percentage of first time visitors that return again go up!
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Source: BARRY WHITLOW

 
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Publicado por em 18/03/2012 em POIMENIA

 

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Confessions of an Insignificant Pastor

Confessions of an Insignificant Pastor is a loaded title. Dr. Mark Elliott has written about real life pastors in real

life ministries – places where the “mega-church” hasn’t birthed it’s first baby yet … and doesn’t look like it will.

 

Elliott mentions some amazing statistics in the preface … statistics that drove him to write this book.

 

  • Fifteen hundred pastors leave the ministry each month!
  • 80% of ministers feel unqualified and discouraged in their role as pastors.
  •  80% of new pastors will leave the ministry within their first five years!
  • 80% of pastors’ spouses wish their spouse would choose another profession and feel their ministry spouse is overworked.
  • 70% of pastors constantly battle with depression!
  • 50% of ministers would leave the ministry if they had another way of earning an income!
  • 85-90% of pastors said their greatest problem is dealing with problem people and disgruntled people.

 

This book is written to you, the pastor who “feels like a nobody from nowhere.” InConfessions he tells us why pastors feel so insignificant. He sights issues like pastors not knowing exactly what they are doing and the emotional baggage pastors carry. Chapter titles like, “Size Matters Too Much to Me,” “I Work Too Much” and then “I’m Not Bill, Andy, Rick or Ed,” reflect the realities of ministerial life in the trenches.

 

In a rather honest chapter (I mean they all are, but this one seems to me to be evenmore right on) entitled, “I’m Disillusioned by the Ministry,” Elliott ponders the idea that, “Perhaps the bill of goods we are sold from the local church pulpit and our Bible colleges lead us to make some false assumptions about how easy, safe, and positive ministry can be.” He then explores the hope and healing such a revelation can bring to the pastor who feels insignificant.

 

This is a great book; One whose time is long overdue! You will want to read it for three reasons:

 

  • It’s real
  • It’s practical
  • It’s encouraging!

 

 

Mark Elliott is a man with a variety of ministry experience as a youth pastor, worship pastor, outreach pastor, small group pastor, church planter, and senior pastor. He has pastored in Minnesota, Missouri, Illinois, Maryland, and Wisconsin. He has served in churches as small as three and as large as six thousand. Elliott has ministered abroad in 15 countries. He has two earned Master of Arts degrees and an earned Doctor of Ministry degree.

 

During a thirty-year career in pastoral ministry, Mark Elliott has written and produced religious radio broadcasts, written articles for religious magazines, written in four different chapter compilation books, and also written hundreds of sermons. You can learn more about him and the book at his website.

 

You can listen to my two-part interview with Dr. Mark Elliott here.

Source: CHURCH CENTRAL

 
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Publicado por em 09/03/2012 em POIMENIA

 

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Igrejas protestantes históricas voltam a crescer

Robinson Cavalcanti

Tem sido destacado, por analistas religiosos e seculares, o resultado da última pesquisa com ampla amostra, de 2009, sobre Religião no Brasil, e já veiculada pela imprensa, com avaliação de especialistas, de que as Igrejas Protestantes Históricas voltaram a apresentar significativa taxa de crescimento, com uma redução da mesma taxa entre as igrejas pentecostais e uma evidente “migração” interna entre os neo(pseudo)pentecostais, em que a Igreja Mundial não surge do nada, mas de um deslocamento de 25% dos frequentadores-membros-clientes da Igreja Universal.

No passado recente, tivemos até alguns precipitados sociólogos da religião defendendo a extinção das Igrejas Protestantes Históricas em poucas décadas. Já outros, com maior conhecimento da História do Cristianismo, e do movimento inexorável seitas-seitas estabelecidas-igrejas, ao contrário, apontavam para um breve retorno do crescimento das Igrejas Históricas, inclusive atraindo a segunda e terceira gerações de pentecostais e neo(pseudo)pentecostais procurando algo mais sólido para suas vidas espirituais, pois, afinal, não é por nada que estamos há dois mil anos na praça…

Na segunda metade do século dezenove e primeira década do século vinte somente havia no Brasil as Igrejas Históricas, sob severa restrição legal e sob não menos severa perseguição e preconceito social, cujo estabelecimento e crescimento foram marcados pelo sacrifício, pelo heroísmo e, mesmo, pelo martírio, em condições tão adversas. As primeiras décadas da presença Pentecostal, a partir de 1909, foram marcadas por um modesto crescimento, e os históricos cresceram bastante nas décadas seguintes.

Apenas na segunda metade do século vinte, com a chegada de novos grupos e o surgimento do Movimento de Renovação Espiritual é que o Pentecostalismo de certa forma explodiu por 30 ou 40 anos, sendo, crescentemente, ultrapassado pelo volátil neo(pseudo)pentecostalismo no final do século vinte e início do século vinte e um.

Agora, no conjunto, há um forte crescimento do Protestantismo Nominal – desviados, afastados, ocasionais, sacramentais, bissextos, “crentes de IBGE”, descendentes de crentes, lato senso, etc. (algo entre 5 e 7 milhões), seitas exóticas ainda pipocam ali e acolá, e o extremo fundamentalismo e o extremo liberalismo se posicionam em bolsões nas margens.

Há tempo que tenho afirmado que, no meio de tanta zoeira, houve algo positivo no Protestantismo brasileiro recente – a redução da polarização em torno da pneumatologia, pois a maioria dos históricos admite a contemporaneidade dos dons espirituais e parcela expressiva dos pentecostais começa a revalorizar a história, a teologia e a liturgia dos históricos.

Se um ramo do Cristianismo tem séculos de sobrevivência, isso significa a sua capacidade de manter os seus postulados e a sua rica herança sempre enriquecidos pela capacidade de adequação a novos tempos, espaços e desafios, sem se descaracterizar (ecclesia reformada semper reformanda).

Houve muita gente nas Igrejas Históricas que entrou em crise, se deprimiu, se autodesvalorizou diante da ‘inexorável marcha’ em direção ao pentecostalismo ou ao neo(pseudo)pentecostalismo, seja por convicção, seja por pragmatismo, aderindo sofregamente às suas práticas (que encheriam igrejas e bolsos…).

Há, cada vez mais, filhos e netos de pentecostais e neo(pseudo)pentecostais que adquirem uma escolaridade de nível superior ou técnico e que ascendem à classe média, com novas exigências intelectuais e estéticas, rejeitando o sectarismo, o moralismo-legalismo e o antiintelectualismo dos seus antepassados, bem como a ausência de raízes e acumulação histórica.

As portas das Igrejas Históricas estão abertas para esses irmãos e irmãs, que, inclusive, nos colaboram como sopro renovador às vezes valorizando mais as marcas das Igrejas Históricas do que os seus antigos membros rotinizados, encabulados ou complexados.

Diante desse momento de maturidade, quando as “ondas” vão sendo vistas exatamente como elas são, ou seja, “ondas”, o Anglicanismo, em sua vertente evangélica e de missão integral, com humildade, mas sem falsa modéstia, tem algo para contribuir, e se constitui em um atraente lar espiritual e porto seguro para pessoas sérias e comprometidas com a verdade, a unidade, a moderação, o bom senso e a beleza na adoração. A Igreja Anglicana-Diocese do Recife, pede passagem…

Fonte: PAVABLOG

 
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Publicado por em 17/09/2011 em POIMENIA

 

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