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Haiti experimenta um avivamento dois anos após terremoto

Homens que perderam parentes no país em janeiro 2010

Centenas de haitianos estão abandonando o vodu depois de conhecer a Cristo

Dois anos depois de um terremoto devastador ter atingido a ilha do Haiti e matado cerca de  300.000 pessoas, o cristianismo está rapidamente substituindo o vodu na vida do povo, revela  um missionário.

De acordo com os estudiosos, no Haiti existe uma estranha fusão de crenças. Embora quase 80% das pessoas afirmem ser católicas, e 16% afirmam ser evangélicas, estima-se que mais da metade da população ainda pratica o vodu.

No entanto, uma série de missionários e organizações de caridade cristãs que foram para a nação caribenha ajudar os milhões de necessitados em 2010, estão contribuindo para um número crescente de conversões.

Um desses grupos é a Haiti Fundation of Hope  [Fundação Esperança do Haiti], ONG cristã que atende as necessidades físicas, emocionais e espirituais das pessoas nas comunidades rurais empobrecidas do norte do Haiti. Desde que chegou ao país, a ONG criou uma série de programas comunitários de saúde nas aldeias locais e viu, com isso, muitas pessoas abandonando o vodu e encontrando a Cristo.

“A crença religiosa mais comum do Haiti há 200 anos é o vodu. Trazido da África, essa forma de bruxaria foi integrada ao catolicismo. A minha experiência é que, quando os haitianos  conhecem o amor de Cristo, logo abandonam as práticas do vodu”, disse Linda Markee,  secretária-executiva da Fundação que vive  há dois anos na ilha.

“Depois do terremoto, especialmente, as pessoas começaram a procurar pelo Senhor. Todo mundo que mora no Haiti sentiu o terremoto… A maioria das pessoas que estavam seguindo o vodu sabem agora que seus deuses não têm poder . Perceberam que eles não ganham nada com o vodu, Quando os cristãos vieram trabalhar aqui, nas diferentes aldeias, algumas mudanças aconteceram rapidamente”, completou.

Markee ressalta que mesmo que os evangélicos estejam crescendo no país, ainda existem muitos conflito entre os missionários e as pessoas que não querem que essas mudanças  ocorram. “O conflito surge com os feiticeiros, não com as pessoas da nossa aldeia. Uma das coisas que nós começamos e deu certo foi um programa de saúde da comunidade. Tínhamos  10 trabalhadores comunitários na área da saúde  em três aldeias bastante próximas entre si…  No ano passado, uma mulher que acabara de dar a luz sofria com uma infecção grave e estava morrendo… o bebê também, porque ela não tinha leite, e eles estavam definhando na cabana de um feiticeiro…  Nossos agentes de saúde ouviram falar sobre isso, foram até lá e tiveram de enfrentar o feiticeiro.

Nos últimos anos, ninguém tinha coragem de enfrentar os feiticeiros. Todos tinham medo. Mas eles falaram com ele e disseram que a mulher precisava ir a uma clínica, ou iria morrer “, conta.

“Finalmente, o feiticeiro disse: ‘Tudo bem, mas se você sair daqui vai morrer.” Os trabalhadores, no entanto, levaram a mãe e o bebê a um hospital, onde deram-lhe antibióticos. Eles sobreviveram e hoje frequentam a igreja”, finaliza.

De acordo com a missionária, há um verdadeiro avivamento no Haiti, pois todos foram afetados pelo testemunho dos missionários e viram o amor de Deus através de seu trabalho. Ao mesmo tempo foram percebendo que o vodu não tem todo esse poder.

Ela disse que há inclusive relatos de feiticeiros que se converteram, pois lançaram pragas contra os cristãos e nada aconteceu.  Muitos desses ex-feiticeiros vodu agora admitem que não tinham o mesmo poder da igreja cristã.

Traduzido e adaptado de Christian Post

Fonte: GOSPEL PRIME

 
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Publicado por em 28/01/2012 em POIMENIA

 

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Cardeal defende preservativo e diz que Igreja está preparada para papa negro

No Vaticano

  • AP

O cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson, arcebispo de Cape Coast (Gana) e relator do segundo Sínodo de Bispos para a África, disse hoje que a Igreja Católica está preparada para ter um papa negro e defendeu o uso do preservativo por casais caso um dos cônjuges tenha aids.

Turkson foi nomeado cardeal em 2003 pelo papa João Paulo 2º.

Durante o Sínodo, cujos debates começaram hoje no Vaticano, Turkson acrescentou que a Igreja Católica é universal e representa todos os continentes, motivo pelo qual “não se deve excluir a possibilidade” de um papa negro, nem pensar que não há africanos “à altura” do cargo.

“Chances existem”, acrescentou o cardeal em um encontro com a imprensa após apresentar o relatório sobre a Igreja na África e sobre a situação do continente antes de entrar nos debates.

“Tivemos um secretário-geral da ONU que era de Gana (Kofi Annan), agora o presidente dos Estados Unidos (Barack Obama) é negro”, lembrou Turkson.

Atualmente, o Colégio Cardinalício tem 182 cardeais, dos quais 116 podem participar em um eventual Conclave para escolher um novo papa.

Os cardeais africanos são 16, dos quais nove – os que ainda não chegaram aos 80 anos – podem participar de um Conclave.

Além disso, Turkson se mostrou favorável ao uso do preservativo por casais caso um dos dois esteja contaminado pelo vírus da aids, mas bateu na tecla da fidelidade e denunciou que preservativos de baixa qualidade são vendidos na África, “que pioram a situação”.

“Existem preservativos que dão um falso sentido de segurança e fazem aumentar o contágio”, acrescentou o cardeal.

Turkson deu tal opinião depois de ser perguntado em entrevista coletiva sobre o que a Igreja pode fazer para lutar contra a aids em um continente como a África, onde 27 milhões de pessoas são portadoras do vírus HIV.

Segundo o cardeal, a Igreja aposta na fidelidade e em novas formas de conduta. Ele também disse que recomendaria a abstinência sexual para uma pessoa com aids ou o uso do preservativo no caso de um casal.

Turkson ressaltou, além disso, a importância dos novos medicamentos retrovirais na luta contra a aids.

Em março, a caminho de Camarões, o papa Bento XVI disse aos jornalistas que o acompanhavam em seu avião que a aids “não se combate só com dinheiro, nem com a distribuição de preservativos, que, ao contrário, aumentam o problema”.

Fonte: UOL

 
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Publicado por em 05/10/2009 em POIMENIA

 

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Bispo recorda que trabalho dos padres não é administrativo

FÁTIMA, terça-feira, 1 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- O presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios da CEP (Conferência Episcopal Portuguesa), Dom António Francisco, afirmou que o trabalho do clero “não é burocrático, administrativo ou estatístico, mas um serviço querido por Deus”.

O bispo falou esta manhã na abertura do VI Simpósio do Clero de Portugal, que, subordinado ao tema «Reaviva o Dom que há em ti», acontece de hoje a sexta-feira no Santuário de Fátima; informa Agência Ecclesia.

Dom António Francisco desejou que o evento ajude “a libertar de um olhar redutor que a leitura negativa da realidade tantas vezes acarreta”.

“Que fossemos capazes de descobrir, de forma refletida e justa, tudo quanto é portador de dinamismos de futuro e em que pontos essenciais devemos investir as nossas forças”, afirmou o prelado às centenas de padres presentes.

Já o pe. Jorge Madureira, secretário da Comissão Vocação e Ministérios, assinalou a transformação cultural vivida hoje, que também afeta a Igreja e os seus membros.

“A influência das correntes culturais dominantes sobre a comunidade cristã e os cristãos intensifica-se”. Diante disso, o sacerdote chamou ao desafio da formação permanente. Ela é “um dever do sacerdote para com o seu próprio ser e para com o seu próprio fazer”.

Ao referir-se à situação vocacional, o secretário afirmou que “não é verdade que o declínio das vocações seja global”. No âmbito mundial “até aumenta o número”. “Há regiões de florescimento exuberante”, disse.

Se o aumento das vocações em determinados países é um fato, o pe. Jorge Madureira sublinha que as comunidades cristãs na Europa “terão que se interrogar sobre as razões que estão por detrás dessa situação de aumento vocacional em países sujeitos aos mesmos ventos da globalização”.

Ele apontou pistas: “a escolha de um estado de vida sacerdotal é hoje, no contexto de uma sociedade distraída e superficial, uma escolha de ruptura, que tem as suas raízes no Mistério de Deus e na sua livre escolha”.

Fonte: ZENIT

 
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Publicado por em 09/09/2009 em POIMENIA

 

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